<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392</id><updated>2011-07-07T19:45:14.589-03:00</updated><title type='text'>Memórias Plásticas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-1100205549880154470</id><published>2011-04-09T23:03:00.003-03:00</published><updated>2011-04-09T23:06:17.512-03:00</updated><title type='text'>Questão de Intimidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-13DHt8MOMdk/TaEQVos9v-I/AAAAAAAAASY/yHFpeL5zjss/s1600/leatherface.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-13DHt8MOMdk/TaEQVos9v-I/AAAAAAAAASY/yHFpeL5zjss/s400/leatherface.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593770176060178402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vi sobre o caso do menino que entrou no colégio de Realengo atirando em seus coleguinhas alguns minutos atrás. Não entendi.&lt;br /&gt;Também lembro de muitos outros episódios em que meninos invadem suas escolas com armas apenas para atirar nos estudantes. Dizem eles que queriam se tornar celebridades. Também não entendi.&lt;br /&gt;Não entendi em que momento nos tornamos tão mecânicos que a intimidade com a arma de fogo é maior do que com a lâmina. Onde perdemos esse contato um com o outro, esse carinho doloroso da proximidade.&lt;br /&gt;Os jovens hoje se afastaram dessas concepções românticas e mergulharam em um excesso de sanitariedade. Não existe mais glória em se banhar com o sangue do adversário.&lt;br /&gt;A situação perfeita é quando alguém invade a escola e degola 13 colegas, tropeça no sangue e esfaqueia o próprio braço.&lt;br /&gt;Mas existe uma resistência óbvia a essa idéia, dada pelo bom senso de cada. Como enfrentar 13 crianças ao mesmo tempo?&lt;br /&gt;Será possível hoje degolar 13 crianças sem que as outras reajam violentamente? Seria suficiente apenas trancar a porta para que 12 não escapassem?&lt;br /&gt;Seriam elas capazes de pular a janela num lampejo final pela sua vida?&lt;br /&gt;E ao entender essa conseqüência, existiria alguma possibilidade de assassinar crianças no primeiro andar?&lt;br /&gt;Todas essas perguntas que me perturbaram também me fizeram compreender diversas outras coisas. O quão mais eficaz é essa mecanização.&lt;br /&gt;E é com a compreensão daquele que revê seus erros e se corrige, que hoje aderi às serras elétricas.&lt;br /&gt;Um abandono à intimidade, mas um abraço à praticidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-1100205549880154470?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/1100205549880154470/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=1100205549880154470' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/1100205549880154470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/1100205549880154470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2011/04/questao-de-intimidade.html' title='Questão de Intimidade'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-13DHt8MOMdk/TaEQVos9v-I/AAAAAAAAASY/yHFpeL5zjss/s72-c/leatherface.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5016360171778574567</id><published>2010-04-05T10:43:00.005-03:00</published><updated>2010-06-14T05:57:21.468-03:00</updated><title type='text'>Mon Coeur S'ouvre A Ta Voix</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S7nsriaBu0I/AAAAAAAAAOM/LKCmYCxMXYg/s1600/snow-leopard.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 318px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S7nsriaBu0I/AAAAAAAAAOM/LKCmYCxMXYg/s320/snow-leopard.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456652656250567490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dia a gente acaba sendo forçado a olhar para trás, querendo ou não. Olha-se para trás pra descobrir o que acabou fodendo com a situação atual. Ou olha-se pra trás por saudade (?) de coisas que não voltam mais. O problema é que não é tão fácil encontrar lá atrás o começo de uma bola de neve em particular.&lt;br /&gt;Aí, foi olhando pra trás e tentando cair junto com a avalanche que eu cheguei aqui, exatamente no meio da bola de neve. Às vezes eu me pergunto se deveria ter analisado melhor a situação, pensado duas vezes. Mas eu estava muito orgulhoso, eu ia chegar aqui e resolver problemas que gritam mais alto. Identidade nacional. Moral lógica. Consciência lingüística. &lt;br /&gt;Nesses dois meses morando no Canadá, eu aprendi tanto e vi tanta coisa, que com certeza não conseguirei ver novamente o mundo com os mesmos olhos. Mas ao mesmo tempo, ainda rola no fundo aquele questionamento, aquela coceirinha questionando se foi feita a coisa certa. &lt;br /&gt;A minha resposta hoje é que sim, existe muita coisa nessa vida que precisa ser aprendida batendo a cara na parede, pelo menos para aqueles desprovidos de técnicas menos dolorosas, assim como eu. Aprendi muito mais com todas as coisas que me fizeram sofrer do que com aqueles conselhos amigáveis que recebi de pessoas queridas. Aproveito pra pedir desculpas às pessoas queridas que me deram conselhos, e me viram não seguí-los e bater com a cara na parede. &lt;br /&gt;E é assim que a gente acaba percebendo, que lá atrás, aquilo que teve mais valor, foram todos os professores mais chatos, os ex-namorados (as) mais filhos da puta, os tombos mais feios, as escolhas mais erradas, e todas as cagadas gigantes que passaram, porque no final das contas foram elas que te derrubaram no chão e te fizeram levantar mais forte, pronto pra tentar mais uma vez, mas dessa vez com mais clareza de pensamento, e mais confiança.&lt;br /&gt;Por isso eu deixo aqui, como legado, um agradecimento. &lt;br /&gt;Dedico para aquela professora que me reprovou porque eu realmente não sabia a matéria, e mesmo tendo passado vários outros que sabiam tão pouco quanto eu, sabia que deveria ter forçado mais os meus limites, porque eu conseguiria ir mais longe.&lt;br /&gt;Para aquele ex-namorado que depois de tanto amor, me viu tomando atitudes impensadas e terminando uma plantação que daria frutos, pela simples inveja de uma chuva alheia.&lt;br /&gt;Para aquela que sempre se negou a mover um dedo pra me dar opiniões em relação às escolhas mais difíceis que já tive na vida, como um teste para que eu me transformasse em um homem de decisões firmes, mas que não por crueldade, porque nunca se negou a mover um dedo para me ajudar com o que fosse necessário depois que aquilo já se tornasse um projeto concreto.&lt;br /&gt;E a minha própria coragem e sagacidade, que me deram cara e coração pra chegar onde eu cheguei, pelo simples sabor de realizar um sonho, mesmo tendo deixado tanto e tantos para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela neve do Canadá, que quanto mais branca, mais esclarece minha mente e coração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5016360171778574567?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5016360171778574567/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5016360171778574567' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5016360171778574567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5016360171778574567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2010/04/mon-coeur-souvre-ta-voix.html' title='Mon Coeur S&apos;ouvre A Ta Voix'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S7nsriaBu0I/AAAAAAAAAOM/LKCmYCxMXYg/s72-c/snow-leopard.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2793433083207355187</id><published>2010-01-14T15:09:00.002-02:00</published><updated>2010-01-14T23:28:50.864-02:00</updated><title type='text'>Alien</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S09QE-nYKoI/AAAAAAAAAOA/nxDEVVvXfz4/s1600-h/building.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S09QE-nYKoI/AAAAAAAAAOA/nxDEVVvXfz4/s320/building.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426644122462595714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É sempre assim toda vez que eu volto pra casa. O problema é que eu nunca sei onde eu moro. Mentira, eu até sei onde eu moro, eu moro na minha casa. Só não sei onde fica minha casa. Não no sentido material, nem no sentido figurado. É uma questão um pouco mais niilista mesmo. Não que ela não exista, mas ela é meio autodestrutiva. &lt;br /&gt;Eu sempre tive esses questionamentos suicidas. E eu sempre esqueço por onde eles começam e de onde eles vêm, onde eles moram. Eu me esqueço de tudo isso porque eu sempre me perco. Voltando pra casa ontem, voltando do centro, eu vi na rua um pedaço do asfalto se desfazendo, uma flor jogada no chão, uma criança andando de bicicleta – bicicleta azul – no sol. Não estava tão calor, mesmo sendo verão, e a criança andava de bicicleta azul, para lá e para cá. E eu notei que ela não se importava com os pedaços do asfalto que se desfaziam e chacoalhavam o caminho da bicicleta. A criança não se importava com as flores que ela atropelava. Ela só andava, para frente, sempre. Era bem engraçado. Bem engraçado continuar olhando e o sol continuar se pondo. E eu seguindo, seguindo para onde? Para lugar nenhum, eu estava perdido.&lt;br /&gt;Não conseguia achar pedaço de mim se desprendendo do asfalto, nem pedaços de nada, nem floresci, enquanto tentava me encontrar. Tentava achar o que eu tinha perdido. Perguntava, para as pessoas, estranhas, perguntava. Elas respondiam. E aí eu entendi, entendi a questão. Entendi que eu já sabia onde me encontrar. &lt;br /&gt;Desisti de vez de florescer, desisti de me desfazer em asfalto. Desisti do pôr-do-sol e fui encontrar nas informações aquilo que era tão difícil admitir. Eu morava ali, naquela informação, naquele pedido de “para onde ir?”. Descobri que morava perdido, perdido nas pessoas e nas perguntas. E foi revelador. Pela primeira vez, no meio de um diálogo, me senti em casa e descobri onde eu morava. Eu moro ali, com aquela criança naquela bicicleta azul, com aquele asfalto que esfarela ao sol e com aquelas flores caídas ao chão. Afinal de contas, eu estava na frente de casa... Ou em cima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2793433083207355187?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2793433083207355187/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2793433083207355187' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2793433083207355187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2793433083207355187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2010/01/alien.html' title='Alien'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S09QE-nYKoI/AAAAAAAAAOA/nxDEVVvXfz4/s72-c/building.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3585879968224754358</id><published>2009-10-25T19:14:00.002-02:00</published><updated>2009-10-25T19:14:43.721-02:00</updated><title type='text'>Quarteto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SuS_u0c0cPI/AAAAAAAAANA/ZlWQQL8QP0c/s1600-h/4_III.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 304px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SuS_u0c0cPI/AAAAAAAAANA/ZlWQQL8QP0c/s320/4_III.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396649064571105522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca nego o quanto eu sou nostálgico e saudosista. Até porque negar essas características na minha personalidade, seria quase uma afronta ao meu conhecimento de mim mesmo. A grande questão é que às vezes é tanto, que é quase sólido. Tanta coisa, tantos detalhes que voltam lá do longe pra conversar mais uma vez. Discutir a relação. Sozinho.&lt;br /&gt;É quase um fardo, se não fosse tão lindo. Porque cada acontecimento, querendo ou não, me transforma. Uns mais bruscamente, outros menos. Uns bruscos menos dolorosos do que os menos bruscos que logo são mais aprazíveis do que alguns mais bruscos. É uma confusão... De cheiros. Que eu ainda lembro, guardo. Pedacinho de papel, a letra dos doze anos, dos oito até. Os quadrinhos, homem - aranha. Demolidor. Marvel 98, 99. O mundo de Sofia. Os meus moldes. Minhas formas que me fizeram assim, tão de longe. E de perto. Os meninos lá do prédio. Do meu, e do inclinado também. De frente pra praia, de frente pro deserto. O meu, no campo. E os meus meninos também. O Gordo, o Andrógino, o Atleta, o Negro, o Cego, o Junkie e o Narciso. Éramos nós, e éramos só nós. Quatro. Nem precisavam extras, nem precisava o livro inteiro. Só até a professora chegar já me satisfazia.  &lt;br /&gt;As formas menos rígidas de hoje, mais camufláveis, me escondendo, são vocês. E eu sou produto, do subproduto. Da cultura? Da noite. Da falta de tempo, da dor de cabeça. Do meu prédio, velho azulado? &lt;br /&gt;O que eu sei, é que eu sou assim, eu ainda sinto o gosto. Sem desgostos por eles terem tocado os meus lábios. Sem dramatizações por que as coisas foram embora. Sem dramatizações hoje. Ontem ainda perdura, perdura o sangue no chão, que eu terei de esfregar. Há. Há de vir o dia que eu possa enfim apagar todas as manchas e as cicatrizes sem destruir as memórias. Preservar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3585879968224754358?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3585879968224754358/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3585879968224754358' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3585879968224754358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3585879968224754358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/10/quarteto.html' title='Quarteto'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SuS_u0c0cPI/AAAAAAAAANA/ZlWQQL8QP0c/s72-c/4_III.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-6338108825188753285</id><published>2009-10-11T14:24:00.003-03:00</published><updated>2009-10-11T14:31:48.835-03:00</updated><title type='text'>Mãe, eu não vomitei meu almoço hoje!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/StIU7IWFWUI/AAAAAAAAAM4/6xjLs9z_kk0/s1600-h/skinny.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 168px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/StIU7IWFWUI/AAAAAAAAAM4/6xjLs9z_kk0/s320/skinny.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391394710000851266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todas as últimas vezes que eu fui a festas legais eu me senti deslocado. Deslocado da festa, e das pessoas legais. Eu nunca fui legal, não é agora que vou ser. Falta muito pra que eu me torne a nova onda do verão (talvez até por usar expressões assim tão atuais quanto “a nova onda do verão”). Eu até comecei a ouvir umas musicas moderninhas, durou alguns meses, nada desceu.&lt;br /&gt;O problema, é que eu também não sou tio. Não posso olhar na cara de ninguém e dizer, olha só, na minha época o legal era fumar maconha e ir ao show do Led Zeppelin, olha só, na minha época o legal era usar heroína e ir ao show do Sex Pistols, olha só, na minha época o legal era usar cocaína e ir ao show do Nirvana. &lt;br /&gt;O máximo que dá pra tentar transmitir é que é legal fazer o esquenta assistindo Clockwork Orange e bebendo vodka com suquita antes de ir pro show do Wander Wildner (que foi o que eu fiz semana passada). Mas se parar pra pensar, nem suquita, nem Laranja Mecânica são atuais. Né, Laranja Mecânica passa, tem camisetas e camisetas do filme passando por aí. Mas como eu já li o livro, eu uso esse orgulho super bem embasado da coolzisse e digo que já li o livro e que ele é milhões de vezes melhor que o filme, mesmo ele não sendo.&lt;br /&gt;Por não ser tio, nem ser moderninho. Que eu me senti deslocado na baladinha. Não ser extremamente magro, não ter um corte de cabelo alternativo e não parecer constantemente drogado atrapalha às vezes. Porque seria mais legal se fosse.&lt;br /&gt;Mas já que não sou, eu fiz um blog, postei isso. E coloquei no twitter que a #musicsunday é Heroin do Suede. Eu nem tava ouvindo Suede naquela hora, e acabei nem ouvindo até agora, mas foi cool postar no twitter o nome de uma banda que quase ninguém ouve.&lt;br /&gt;E ao contrário do que parece até aqui, eu não quero cutucar a ferida de ninguém. Os teus ossos a exposição na tua calça jeans skinny com all star branco e uma camiseta preta coladinha são super legais, não se sinta ofendido. Só que entenda que nem todo mundo passa fome, gosta de tênis que suje fácil ou tem uma camiseta nova e legal pra usar todo dia.&lt;br /&gt;O nome do post acabou sendo Mãe, eu não vomitei meu almoço hoje, porque eu comi lasanha com batata palha hoje e to pouco me fodendo se faz bem, faz mal (benflogin?). E o mais importante acima de tudo, é que eu to com uma camiseta do Angra que eu comprei em 2004 e fiz um post cheio de referências indie-pop só pra mostrar que eu não sou nem legal, nem magro, nem bem vestido, que tenho um humor chulo e sarcástico e que costumo rir de coisas que até pertencem ao meu universo como se eu desprezasse todas elas.&lt;br /&gt;No final das contas eu só garanto que eu acabarei indo na próxima baladinha legal, de all star, vou assistir algum filme trash/cult tomando vodka com suquita no esquenta e vou voltar pra casa com a mesma cara de decepção por causa desses malditos jovens do reggae. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ps – a versão de Use Somebody do Paramore é desprezível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-6338108825188753285?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/6338108825188753285/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=6338108825188753285' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/6338108825188753285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/6338108825188753285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/10/mae-eu-nao-vomitei-meu-almoco-hoje.html' title='Mãe, eu não vomitei meu almoço hoje!'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/StIU7IWFWUI/AAAAAAAAAM4/6xjLs9z_kk0/s72-c/skinny.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5945125137229497957</id><published>2009-08-22T18:41:00.003-03:00</published><updated>2009-08-22T18:47:11.659-03:00</updated><title type='text'>Lógica do Toque</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SpBm6BNjY0I/AAAAAAAAAMw/O8ymhhTRr3U/s1600-h/impress%C3%A3o-digital-thumb3203111.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 264px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SpBm6BNjY0I/AAAAAAAAAMw/O8ymhhTRr3U/s320/impress%C3%A3o-digital-thumb3203111.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372907502396728130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cada dia mais o conceito de que todas as verdades são destrutíveis se reafirma. Seja pela incapacidade de ter ao alcance do universo palpável as próprias filosofias, ou pelo simples prazer em desconstruir o itinerário da mente, fazendo os dias diferentes uns dos outros. Tudo que permanece é sempre a incerteza e o questionamento que alguns consideram maturidade ou realismo. &lt;br /&gt;As coisas que não são tangíveis por argumentos são sempre abandonadas para adubar os próximos frutos da criação artística. Hoje olhando pra trás no blog eu encontro alguns textos que nem tem fundamento ao todo, como o &lt;a href="http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/02/cu-rosa.html"&gt;Céu Rosa&lt;/a&gt; (talvez por causa da chuva de feminismo que se tem diariamente nas aulas de Teoria da Literatura, ou pela música &lt;a href="http://letras.terra.com.br/pitty/1524312/"&gt;Desconstruindo Amélia&lt;/a&gt; que foi lançada esse mês). O que tudo isso representa ou deixou de representar, antes ou agora não significam mais. É uma questão de protocolo de leitura. E talvez também de escrita, porque o que digo aqui hoje pode nem ser defendido novamente daqui um mês, um ano, seja lá o tempo que passe. Talvez até mesmo amanhã já não importe. &lt;br /&gt;A criação artística então, é ainda mais descartável e inflexível para novas visões, porque com o bombardeamento simultâneo de informações elas perecem para darem lugar a outras. O texto não é lido e relido, é apenas lido e descartado. Não existe canonização cibernética (por enquanto) por isso os artistas passam despercebidos, seja qual for a magnitude que o termo “artista” represente. &lt;br /&gt;Universalmente a importância final é tornar tudo produto, com uma embalagem colorida. Contanto que esteja disponível para venda, o artigo é importante. Talvez até mesmo um dia, tenhamos que esquecer a literatura, a música e o cinema, para dar lugar a novas artes mais comerciáveis. Tudo pode ser enterrado por baixo de panos e se tornar história, deixando lacunas para novos conceitos e atributos vagos. Mas não por isso acredito em uma arte imperecível ou em um conceito sólido. Nem quero acreditar, porque se fosse assim toda a vida perderia seu sentido transitório e finito. Se o que permanece em páginas é história, ela como palavra ou como item de consumo, pode ser alterada, desfigurada e reconstruída, seja por erros sutis, como o acréscimo de um “não” em um documento histórico, ou pela brutalidade tecnológica da edição de imagens e sons que reconfiguram nosso acesso à idéia de mundo e de idealismo empírico. &lt;br /&gt;Dados estes fatos, não sobra muito espaço para divagação pessimista ou positivista, só o realismo que assume uma forma, amorfa e se instala ao inconsciente coletivo desordenando, subjetivamente, todo o conteúdo concreto. E também, por fim, encerra o ciclo ininterrupto de renovação e reciclagem ideológica, dando espaço para uma história linear de eventos aleatórios, onde nenhuma mão implica mudanças, exceto as que participam da existência corpórea desse universo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5945125137229497957?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5945125137229497957/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5945125137229497957' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5945125137229497957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5945125137229497957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/08/logica-do-toque.html' title='Lógica do Toque'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SpBm6BNjY0I/AAAAAAAAAMw/O8ymhhTRr3U/s72-c/impress%C3%A3o-digital-thumb3203111.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-238689168246278860</id><published>2009-07-29T02:43:00.002-03:00</published><updated>2009-07-29T02:51:47.500-03:00</updated><title type='text'>Minhas Férias no Arapongas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Sm_ja1gkIyI/AAAAAAAAAL4/PuyFDAdlqL4/s1600-h/coffee_god.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 314px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Sm_ja1gkIyI/AAAAAAAAAL4/PuyFDAdlqL4/s320/coffee_god.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363755731401319202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É como se ninguém soubesse que Coca-Cola faz mal que a gente vive o século XXI. Como se ninguém soubesse que café faz mal a gente se mantém acordado. Mais pelo cheiro de cafeína, pelo exercício de estar em pé. Sentado no computador. Exercitando os dedos no teclado, com cheiro de cafeína. Café com Coca-Cola, no quarto, esperando a hora de dormir, tremendo, dopado pelo açúcar.&lt;br /&gt;Assisti finalmente, talvez por mais insistência dos outros do que minha própria, O Curioso Caso de Benjamin Botton. Bom. Se você estiver na fossa é melhor ainda, porque o que tem ali dá pra se encontrar em qualquer livro de auto-ajuda na livraria mais próxima. Claro, criticando e dizendo que é uma bosta, mas ao mesmo tempo não desmerecendo o crédito do trabalho. É bonitinho até. Não vou mentir. &lt;br /&gt;As férias longas me proporcionaram vários momentos bons até agora. Nada como ter liberdade de se fazer o que quiser a hora que quiser por não ter nenhum compromisso. Reli com muita calma On The Road e gostei até mais do que da primeira vez que li. Reli Revolução dos bichos do Orwell, que é um livro de uma-paulada-e-go, se tu tiver apropriadamente regado com café. É sempre bom rever as idéias de um parâmetro diferente.&lt;br /&gt;O Meu HD virou o hotel de filmes do blog Arapongas Rock Motor (é deles que eu vim fazer propaganda hoje sim). Pra não lotar o HD eu baixo, deleto, baixo, deleto, baixo, deleto e por aí vai. Mas o importante é que o blog é incrível. Os caras conseguiram juntar muito, mas muito filme bom, de várias épocas e disponibilizarem um download de qualidade, bem organizado, legendas impecáveis, áudio excelente, e imagem melhor ainda. Nunca vi tanto filme bom junto em uma locadora só, num blog então em que você pode baixar todos gratuitamente nem se fala. Vale a pena passar lá e dar uma conferida, tem o link ali no lado nos blogs que eu acompanho.&lt;br /&gt;Pra se ter uma noção do que já consegui encontrar por lá, eu já baixei: Contos Proibidos do Marquês de Sade, que é maravilhoso. O Homem Auto-Destrutivo, que é um filme/documentário formando quase um curso de filosofia existencialista, muito inteligente dividido em vários quadros que dividem várias questões do dia-dia. Otto, o pornô zoombie gay, uma coisa bem medonha no contexto geral, mas é bom de assistir até. Obrigado Por Fumar, que é um dos melhores filmes que eu já vi. Um filme bom e de roteiro bom, o que é bem raro hoje em dia (vide Crepúsculo e todo o lixo adolescente que tem sido consumido esse ano). E House Red, toda a série de TV baseada no conto de Stephen King. Eu fiquei bem emocionado assistindo porque o Stephen dá uma palhinha por lá como entregador de pizza. Bem legal, ele é meu escritor-ídolo então pra mim foi genial. &lt;br /&gt;Também vi um documentário sobre os males da cafeína, e ouvi várias vezes a Mabel me pedir pra parar de tomar café porque faz mal pra saúde, mas acho que isso não convém comentar, até porque eu continuei consumindo.&lt;br /&gt;After all, espero que aproveitem o site, é cultura gratuita e acessível. Bons filmes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-238689168246278860?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/238689168246278860/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=238689168246278860' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/238689168246278860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/238689168246278860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/07/minhas-ferias-no-arapongas.html' title='Minhas Férias no Arapongas'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Sm_ja1gkIyI/AAAAAAAAAL4/PuyFDAdlqL4/s72-c/coffee_god.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-420144327785803273</id><published>2009-07-20T15:39:00.003-03:00</published><updated>2009-07-20T15:40:18.086-03:00</updated><title type='text'>Feriando/Musicando.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SmS5-_3zuaI/AAAAAAAAAKc/3GC8-yW1c4o/s1600-h/MusicPirate.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 291px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SmS5-_3zuaI/AAAAAAAAAKc/3GC8-yW1c4o/s320/MusicPirate.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360613948426271138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Minhas férias foram longas, mas não por isso pouco proveitosas.&lt;br /&gt;Foi tudo tão maravilhoso que eu, agora que estou a duas semanas do começo da faculdade, rezo por mais uns dois mesinhos que sejam de férias.&lt;br /&gt;Nunca ouvi tanta música na vida, deveria ser até proibido, fiz as maiores descobertas musicais nesse tempo. &lt;br /&gt;Mando Diao não é novidade porque eu até fiz um post sobre o novo deles no outro blog que eu escrevo, o News of Gutter. &lt;br /&gt;Além disso também comecei a ouvir Kate Nash, Cat Power, Mika, Justice, Röyksopp, Jenny Wilson, Gogol Bordello, Depeche Mode, Bright Eyes, Sophie Ellis-Bextor e Elliott Smith.&lt;br /&gt; Baixei álbuns e álbuns e tudo valeu muito a pena. Tudo entra no corpo e vira um grande caldo de humor e harmonia. Nietzsche não estava errado quando disse “Sem música, a vida seria um erro”. &lt;br /&gt;Além dos novos que eu comecei a ouvir exaustivamente também lançaram CD’s novos bandas queridíssimas que já estão tatuadas no meu código genético.&lt;br /&gt;Placebo lançou o Battle For The Sun e foi genial, um álbum lindo, perderam o baterista Steve Hewitt, mas não perderam a qualidade, manteve-se o bom Placebo, melhor até do que foram no Meds, que não era um expoente de genialidade tão surpreendente quanto foi o Battle For The Sun. &lt;br /&gt;O The Mars Volta lançou Octahedron, que como faixa de abertura uma das músicas mais lindas que já foram compostas: Since We’ve Been Wrong. Outra banda que manteve a identidade no álbum, e que apesar da genialidade da primeira faixa, chega a ser meio entediante lá pelo meio do álbum, por ser tão igual a tudo que eles já produziram, sem nenhuma novidadezinha. &lt;br /&gt;Dead Fish lançou, mas já faz um tempinho, e foi bom também, banda brasileira de qualidade. Killers lançou o genial Day and Age. O Kings of Leon, que eu ouço viciadamente lançou o Only By The Night (ok, setembro do ano passado, mas eu não podia passar um post de música sem citar Kings of Leon).&lt;br /&gt;Metade de tudo que eu baixei eu também tirei na guitarra e fiquei tocando por horas infindáveis no quarto como todo o aspirante a rock star adolescente. Lógico que eu esqueço tudo que tirei segundos depois porque nunca mais toco a musica de novo, mas as boas sempre ficam.&lt;br /&gt;Além disso também tiveram os shows e as milhares de baladinhas musicais interessantes de Florianópolis.  &lt;br /&gt;Alanis, Wander Wildner e Copacabana Club (no putero) foram divertidos. Pelvis Shaker, Super Hits (principalmente a do aniversário da Mabel) e Rave Metal. Tudo na medida certa. &lt;br /&gt;Teve também os shows que eu perdi, tipo o do Radiohead, mas que eu já vou parando de comentar por aqui mesmo.&lt;br /&gt;Enfim, meses de puro líquido barulhento em formato de mp3. Única coisa paga que eu consumi de música foi o DVD do Radiohead que eu ganhei de presente da Mabel de dia dos Namorados. &lt;br /&gt;Se eu ganhasse de presente mais dois meses tão bons quanto foram os meses dessas férias eu ficaria bem feliz, mas toda a baderna tem um fim, então que venha o caos, e que comessem as aulas. Eu não estou pronto, mas eu encaro. &lt;br /&gt;Hey! Ho! Let’s Go!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-420144327785803273?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/420144327785803273/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=420144327785803273' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/420144327785803273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/420144327785803273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/07/feriandomusicando.html' title='Feriando/Musicando.'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SmS5-_3zuaI/AAAAAAAAAKc/3GC8-yW1c4o/s72-c/MusicPirate.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3553954305016813588</id><published>2009-07-14T01:31:00.003-03:00</published><updated>2009-07-14T23:13:17.470-03:00</updated><title type='text'>Náufrago</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SlwKmmOc44I/AAAAAAAAAJ8/hFX0DsxzfaA/s1600-h/alone-in-a-crowd.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SlwKmmOc44I/AAAAAAAAAJ8/hFX0DsxzfaA/s320/alone-in-a-crowd.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358169314876515202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Às vezes eu desconfio que todo mundo espera a hora em que eu enlouqueça. Definitivamente no caso. Pra que todos possam olhar, atônitos, em um momento comum, ao noticiário anunciando meu nome. Menino de 18 anos é dado como insano e é internado no hospital psiquiátrico geral de Florianópolis. No fundo, é bem o que muita gente espera ouvir.&lt;br /&gt;Mas eu até que estou mantendo a tranqüilidade. Ainda nem matei ninguém hoje. Nem cortei nenhuma veia, nem bebi nem um pouquinho de sangue. Sem lâminas pelo dia, vou passar por hoje. E não vou mais procurar nada de estranho no mundo, nem querer saber algum fato bizarro que me faça uma enciclopédia ambulante de coisas peculiares. Talvez eu até assista novela. Ou ouça as mesmas músicas que você um dia. Ou não.&lt;br /&gt;Hoje eu nem vou fazer piadas irônicas, para que ninguém possa ficar esperando pela minha prisão. Não vou rir dos deficientes que andam pela rua, nem vou procurar um caso engraçado, de alguém que se engasgou engolindo uma espinha de peixe ou cortou os pulsos com Prestobarba. Porque hoje eu não vou deixar a desconfiança dos outros ser confirmada.&lt;br /&gt;Talvez eu acorde amanhã sem esse humor humanitário, essa simpatia com o vizinho. Talvez eu dê bom dia hoje, e amanhã eu lembre que não vou com a sua cara. Não é bipolaridade, não é que meus sentimentos não estejam definidos, eu sei muito bem o que quero, só não gosto de saber disso o tempo todo. Então às vezes acordo com um humor mais sádico e finjo que te amo, ou que simpatizo. Acordo amanhã e te desprezo de novo. É um ciclo. Um ciclo de amor e desamor que todo mundo deve sentir em algum momento. Por isso se você ia abrir um site de notícias locais esperando ver meu rosto estampado, pode desistir. Eu ainda não enlouqueci. Porque hoje não era o dia certo.&lt;br /&gt;Não adianta abrir nada amanhã também, vou me manter na linha agora. Ou melhor, vou omitir, porque é omitindo que nos tornamos normais, não é verdade? Ou será que eu realmente sou tão estranho que sou o único que gosta de sofrer um pouquinho aqui? Talvez sim, talvez não, mas a dúvida não é um fardo. O fardo é não ter simpatia de ideologia. Nem dos outros, nem dos meus semelhantes. Aí você pode continuar pensando que o noticiário vai estar mais que certo, assim como aqueles que me carregam portas adentro da prisão. Mas não é minha culpa se a hipocrisia dos outros me faz diferente. &lt;br /&gt;Ser tão normal assim, deve ser até interessante, porque ninguém comenta, nem ninguém questiona. Você simplesmente existe. Conta como mais um fósforo na caixinha, enquanto eu fico esperando que o carro bata no caminhão e meu rosto se esfarele no asfalto, ou então que a criança no restaurante saia correndo com a faca na mão e perfure a garganta em um tombo desajeitado.&lt;br /&gt;Talvez alguém mais espere essas mesmas coisas. Mas só te peço pra desligar o noticiário e desistir de esperar por mim, agora vou limpar meu quintal. Vou fingir que gosto do sol até se for necessário, mas chega de viver nas margens. Agora vamos afundar todos juntos. Num ato máximo de masoquismo eu decidi naufragar com todos vocês, lado a lado, congelando no mar da ignorância. &lt;br /&gt;Abram espaço e me dêem boas vindas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3553954305016813588?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3553954305016813588/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3553954305016813588' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3553954305016813588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3553954305016813588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/07/naufrago.html' title='Náufrago'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SlwKmmOc44I/AAAAAAAAAJ8/hFX0DsxzfaA/s72-c/alone-in-a-crowd.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5491849251425176638</id><published>2009-05-31T13:15:00.002-03:00</published><updated>2009-05-31T13:15:50.808-03:00</updated><title type='text'>Onze Linhas. Nenhuma cor.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SiKtMGprVwI/AAAAAAAAAJw/hT-ML9vVlrg/s1600-h/Preto+e+branco.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SiKtMGprVwI/AAAAAAAAAJw/hT-ML9vVlrg/s320/Preto+e+branco.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342022531470284546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não é por menos adrenalina na minha veia, nem por menos sangue manchando meu texto. Não vou parar de matar ninguém. Não vou entregar a rotina deles, não sou delator. Nem vou explicar o que esta acontecendo.&lt;br /&gt;O que você vê e a verdade, e a verdade é monocromática. Mesmo que multicolorida.&lt;br /&gt;Sem sono nem razão, só com as mudanças, só com a correnteza.&lt;br /&gt;Os meninos continuam morando lado a lado. Ele ainda cuida da velha livraria e ela ainda cuida do velho livreiro. Sem cheiro de páginas.&lt;br /&gt;O que aprendi no meu medo de andar foi a ter mais jeito. Jeito de sorriso e jeito de esconderijo. Escondendo a verdade sem asfalto quente dentro da garganta.&lt;br /&gt;Não tinha nada para dizer dentro das linhas vazias. Não tenho cubos pra preencher agora, mas com certeza estou por vir. Em breve a verdade, sempre em preto e branco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5491849251425176638?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5491849251425176638/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5491849251425176638' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5491849251425176638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5491849251425176638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/05/onze-linhas-nenhuma-cor.html' title='Onze Linhas. Nenhuma cor.'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SiKtMGprVwI/AAAAAAAAAJw/hT-ML9vVlrg/s72-c/Preto+e+branco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-788030926021120558</id><published>2009-03-25T03:13:00.005-03:00</published><updated>2009-03-28T18:51:49.554-03:00</updated><title type='text'>28</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/ScnLlLu90WI/AAAAAAAAAIw/T_t099wSmuI/s1600-h/foto+hospital-quarto.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/ScnLlLu90WI/AAAAAAAAAIw/T_t099wSmuI/s320/foto+hospital-quarto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317004674752958818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dois amantes. Uma faca que não tinha fio. Um sexo que não tinha mais sabor. Tinha cheiro. Cheiro de hospital naqueles corredores brancos. Ela, deitada em uma cama. Mutilada. O acidente não deu chances, não existiu intervenção divina no carro que vinha em sua direção. Não existia compaixão dela enquanto corria na contramão. Apenas existia ele. Que chorava. Chorava pelo cheiro de hospital naqueles corredores tão brancos. Tão brancos corredores do Hospital Central.&lt;br /&gt;Era uma emergência evidente. Ele recebera a ligação no celular enquanto trabalhava. Saiu às pressas. Saiu na escuridão em busca de luz. Seu amor jazia na estrada com o sangue manchando o asfalto. Ele não teria de limpar. Não precisaria sentir o sabor daquele sangue. Agora não era tão tarde, ela respirava. Estava quase anoitecendo, mas agora não era tão tarde. Era fim. Fim de tarde.&lt;br /&gt;Era dor em cima da cama. Ela deitada. Os aparelhos conectados ao seu corpo. Soro na veia, tubos de oxigênio e a beleza esmiuçada. Esmiuçada em migalhas, migalhas da bela mulher que fora. Fora ontem, antes de dirigir na contramão. Depois de brigar com ele. Depois de dizer que o amor não existia mais naquele lugar. Que o lugar que ele estava não era ao lado dela. Que ele já não significava mais nada e que o álcool que ela ingerira não a faria mal enquanto dirigia para casa de sua mãe. Com malas. Malas de roupas. Malas de decepção. Decepção por um erro alheio. O erro dele. O erro de deixar quem se ama morrer. Sufocar o relacionamento com uma faca. Uma faca que não tinha fio, atravessando a garganta do cupido. A faca sem fio que atravessava o esôfago da relação e o fazia afogar no mar do próprio sangue.&lt;br /&gt;Ela deitada. Ela respirando. Ela que já não tinha como escapar dos braços do fim. Do término do ciclo. Ela era o fim da vida dele. Irônico. Vinte oito anos atrás quando nascera não sabia que encararia algo tão intenso em sua vida. Vinte oito horas atrás quando deixava a namorada para trás para clarear os pensamentos também não pensava que a torturava. Acorrentada ao apartamento. Apartamento pintado pelo amor vazio que os dois tinham. Amor pintado pelo apartamento que construíram como conquista de dois anos de namoro. Apartamento que sufocavam com a faca sem fio. Sufocavam com um sexo que não tinha mais sabor. E agora só restava o cheiro. Cheiro de hospital naqueles corredores brancos. Ela respirando, deitada. Ainda mutilada. Ainda sem chances de voltar para os braços do amor. Não podia mais reviver o sentimento. Ele estava morto. Deitado de bruços na linha do trem. Esmagado pela pressão do chão ao saltar do vigésimo oitavo andar. Vinte oito vezes ele fechava os olhos e tentava acordar. Acordar daquela noite mal dormida. Acordar nos braços dela. Dela deitada na cama. Embutida em oxigênio. Soro. A beleza hospitalar da cena era macabra. &lt;br /&gt;Ele virou as costas. Saindo pelo corredor. Esperança. Os corredores tinham até um tom verde. Um tom verde da camiseta que ganhara de presente. Presente de vinte oito anos. No dia vinte oito. Rezava por médicos. Vinte oito médicos. Médicos que só podiam informar. Informar que o estado era fatal. A única opção era esperar o sofrimento terminar. Ela lutaria pela própria vida enquanto podia. Os aparelhos ajudariam. Mas era uma luta com um fim estabelecido. Um fim que tinha sabor, sabor de sangue. Sangue na boca. Sangue que sufocava o esôfago perfurado pela faca sem fio que era aquela relação. Era o cupido afogado. E a mulher deitada, entregue a beleza hospitalar e presa no jogo doentio da medicina. Medicina que decidira colocar oxigênio na beleza. Balões de soro na doença. A doença do carro na contra mão. Do álcool no sangue. Sangue mutilado na cama. Deitado. Manchando os lençóis e esmigalhando o quarto. O quarto denso pelas lágrimas.&lt;br /&gt;Ele criava a atmosfera do desespero. Ela não podia entrar em pânico com ele como sempre que ele precisava dela. Não dessa vez. Dessa vez não existiam discussões de quem iria lavar o que ou quem iria remover a faca do esôfago do cupido. Esfregar o sangue no corpo para limpar a consciência. A consciência dele que saíra de cabeça quente na noite anterior. Limpar a noite com a amiga dela. A noite que ele manchou os lençóis de outra mulher. Limpar a reação dela ao recebê-lo afogado em lágrimas.&lt;br /&gt;No cesto que ele estava jogado em frente à porta quando a campainha tocou não existia nada. Apenas o coração. Se afogou em lágrimas. Lágrimas para pedir desculpas. Ela se afogou no carro. Se afogou no vinho. Quebrou o copo e sujou o chão. Saiu correndo. De carro, na contramão.&lt;br /&gt;Ele na contramão com a amiga. Ele com a faca deitado ao lado do corpo. O corpo da beleza hospitalar. O corpo que sofreria até o último segundo. Sem sentido. Sem pressa. Ele tentava entender que tipo de jogo doentio era aquele. Sofrer até o último segundo de vida. Ela não poderia ouvi-lo. Ele queria gritar. Gritar desculpas. Gripar que afogara. Afogara em dor. A dor de tê-la longe. Gritar as desculpas de todo homem. Ele pensara nela. Fizera aquilo, mas nem gostara tanto assim. Que a amiga não agradava e que só fizera aquilo por causa da discussão.&lt;br /&gt;Ninguém queria aquele filho. Aquele filho fora o motivo da discussão. O espermatozóide. Eram seus testículos. Era a culpa. Era o motivo da discussão. Não estava preparado. Vinte oito anos. Aqueles vinte oito motivos para ter um filho não pareciam sólidos. Preferira argumentar. Brigar. Esmiuçar a paciência do cupido que ainda respirava. Foi afogar na amiga. A amiga de infância dela que por tanto dissera o quanto eles formavam um belo casal. A amiga que tinha a faca, mas afiada. A faca certeira que acertou o carro. Carro na contramão. Caminhão que vinha reto. Reto esfregando o rosto de Paula no asfalto.&lt;br /&gt;Ele não poderia mais pedir desculpas. Ele não poderia assistir aquele rosto esmiuçado. Aquele rosto em pedaços na sua vermelha beleza hospitalar. Já houve um momento bom para calar. Calar o sangue que escorria. Calar os ferimentos. O soro no balão de agulhas no oxigênio. Esfregaria seu amor no hospital. Esfregaria seu amor na piedade. Vinte oito anos. E faria o que sabia fazer melhor. &lt;br /&gt;Um movimento rápido. Puxou o cabo da tomada. Cabo do oxigênio. Cabo da respiração. Ele ganhava por ela o jogo doentio. Ele estava matando os médicos que a deixaram ir para o túmulo com seu sofrimento maximizado. Ele a matava, ela que já estava morta. O cadáver parara de respirar. Um rápido espasmo. Um movimento no peito. E o barulho estrondoso das lágrimas caindo ao chão. O sangue do cupido escorrendo por seus olhos. A mesma faca que sufocava a relação. Vinte oito vezes. Agora atravessando o próprio esôfago. Esôfago de Guilherme. O Assassino de Paula. O Adúltero. O novo cadáver da coleção hospitalar. O cadáver sem fio que derramava ao chão. Dois amantes. Uma faca que não tinha fio. Um sexo que não tinha mais sabor. Tinha cheiro. Cheiro de sangue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-788030926021120558?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/788030926021120558/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=788030926021120558' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/788030926021120558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/788030926021120558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/03/28.html' title='28'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/ScnLlLu90WI/AAAAAAAAAIw/T_t099wSmuI/s72-c/foto+hospital-quarto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-8057982384482681874</id><published>2009-02-27T04:03:00.003-03:00</published><updated>2009-02-27T04:06:42.630-03:00</updated><title type='text'>Por Partes, Inteiro.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SaeQ_GNP8WI/AAAAAAAAAIo/HPtw15l0Vbo/s1600-h/ES08_D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 299px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SaeQ_GNP8WI/AAAAAAAAAIo/HPtw15l0Vbo/s320/ES08_D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307370099551760738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Toda madrugada decompõe o eu.&lt;br /&gt;Esmiúça, divide, segmenta, fragmenta, esfarela e diminui.&lt;br /&gt;O eu de ser só. De sentir o eu diminuir e se perder nas linhas escuras que a voz rasgada joga para cima e para baixo, aleatoriamente, brincando de montanha-russa.&lt;br /&gt;O eu da montanha-russa. O eu que se cortou. O eu que tropeçou na escada enquanto comia seu sorvete. O eu que juntou por meses a fio a renda para as agulhas lhe invadirem de tinta.&lt;br /&gt;E o maior de todos. O erro, de achar que eu sei quem sou eu, e o que é o eu.&lt;br /&gt;Eu sou aquele menino, que tinha cabelos, aquele menino que se orgulhava por ter cor comum nos olhos. Mas também o menino machucado pela diferença que ele via em si mesmo. A diferença que o mundo o fazia distanciar.&lt;br /&gt;É sempre um evento à parte andar pelas ruas. É sempre um evento.&lt;br /&gt;As pessoas, os carros, as árvores, a poluição, a sujeira, o mendigo e o feio.&lt;br /&gt;Tudo aquilo ali, em exposição para as vidas que rodam a rua, mas que ninguém admira. Porque não admirar?&lt;br /&gt;O feio não é arte!&lt;br /&gt;O feio não é arte?&lt;br /&gt;Eu admiro o feio, porque eu também sou feio, sou tão sujo quanto às coisas que a rua expõe. Eu vivo aquele ar, eu respiro todas aquelas mentiras sobre eu mesmo, toda aquela densidade do ar.&lt;br /&gt;Às vezes eu nego, mas sou urbano, necessito do concreto. O concreto que machuca, o concreto que esfola seus joelhos quando você cai, o concreto que esmigalha seus ossos quando você comete suicídio saltando do quinto andar.&lt;br /&gt;Toda essa densidade de existir no estado sólido, tentando achar dentro de si, um eu também tão sólido quanto o concreto e o asfalto rasgado.&lt;br /&gt;Asfalto rasga?&lt;br /&gt;Rasga.&lt;br /&gt;Rasga porque eu sou um pedaço do asfalto, e eu me rasgo diariamente para mostrar pra mim mesmo a luz.&lt;br /&gt;Meus olhos são rasgos. São imperfeições no meu rosto, porque me mostram a visão comum, por mais que debilitada. São olhos que vêem o verde onde eu sonho em ver o vermelho, olhos que me traem.&lt;br /&gt;Minha vida não passou de um olhar, e uma perseguição a tudo que minha vista se sentiu atraída.&lt;br /&gt;Eu sou arte, eu sou feio, eu sou olho. Você sou eu, e nós não nos aceitamos. Nós somos as figuras expostas no chão sujo. Nós somos um hiato. Um brinde ao hiato de viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-8057982384482681874?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/8057982384482681874/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=8057982384482681874' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8057982384482681874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8057982384482681874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/02/por-partes-inteiro.html' title='Por Partes, Inteiro.'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SaeQ_GNP8WI/AAAAAAAAAIo/HPtw15l0Vbo/s72-c/ES08_D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3646074674423126300</id><published>2009-02-11T22:46:00.002-02:00</published><updated>2009-02-12T01:56:03.096-02:00</updated><title type='text'>Aluguel</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SZNx1rwZHtI/AAAAAAAAAIg/XzeRb6cEg9A/s1600-h/feriadofoto2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 301px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SZNx1rwZHtI/AAAAAAAAAIg/XzeRb6cEg9A/s320/feriadofoto2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301706353437908690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O chão estava muito branco.&lt;br /&gt;Era o que ele podia ver, ajoelhado no chão de casa. Uma forte dor no peito o colocou em posição fetal. &lt;br /&gt;Era inevitável a tosse. Tossia assustado. Olhava para os lados. A dor parecia se mover dentro dele, subindo por seu esôfago e chegando à garganta.&lt;br /&gt;Ninguém podia ajudá-lo. E como isso seria possível? Ele morava sozinho desde seus 19 anos. Já sabia que ninguém o ajudaria em caso de uma emergência. E a falta de convivência com os vizinhos e a carência de amigos próximos, apenas tornavam essas situações mais difíceis.&lt;br /&gt;Tentou se acalmar. Apesar de conseguir sentir a dor de um objeto se movimentando por seu sistema respiratório. O esôfago. Ele não havia comprado aquele esôfago. Então porque ele estava ali? &lt;br /&gt;O fato é que ele estava. E algo se movia dentro dele. Ele tossia. Uma tosse muda, como um cachorro doente. Ele estava de quatro.&lt;br /&gt;O chão estava muito branco.&lt;br /&gt;Ele tentava respirar, tentava controlar os pensamentos para se acalmar. De nada adiantava. A tosse muda continuava. A dor continuava e o objeto continuava se movendo.&lt;br /&gt;Como seria possível? &lt;br /&gt;Ele não havia comido nada ainda desde que acordara. Nada poderia ser da outra noite. Tão sólido.&lt;br /&gt;Tão sólido.&lt;br /&gt;Tão sólido ele sentia em seu pescoço. Avançou a mão para apalpar. Realmente havia algo em seu pescoço. Era grande, e doloroso. Não podia mais conter as lágrimas que agora fluíam enquanto ele sufocava. Ele sentiu que ia morrer.&lt;br /&gt;Ele sabia que ia morrer, algo começou a sair pelo fundo de sua boca. Entrava em sua boca agora, mas não cabia, era grande demais. &lt;br /&gt;Lágrimas, suor, medo e a solidão que engolia aquela cena. A solidão por negar que precisava de alguém. Agora não era tempo de se arrepender. Com 26 anos se acha que está suficientemente adulto para lidar sozinho com tudo.&lt;br /&gt;Ele morava sozinho desde seus 19 anos. Já sabia que ninguém o ajudaria em caso de uma emergência.&lt;br /&gt;Algo caiu ao chão. Algo caiu de sua boca para o chão. &lt;br /&gt;Era a coisa que se movia em seu interior.&lt;br /&gt;Era negro, um objeto negro. Em um banho de sangue.&lt;br /&gt;Não era uma pêra, não. Não era nem tão pouco alegria. Era negro e era seu coração.&lt;br /&gt;Seu coração, morto ao chão. Negro entregue ao sangue.&lt;br /&gt;Eram duas horas da madrugada, mas pessoas passavam na rua. Seu coração não palpitava. Estava parado. Ele sabia o que ele queria. Queria olhá-lo.&lt;br /&gt;- Aham, bela tentativa meu querido, mas não adianta. Mesmo de fora, você não vai me jogar este olhar cheio de julgamentos. Sei que você me acha errado, não me interessa. Não ache que vai me intimidar fingindo que está sem vida. Eu nunca aspirei nenhum tipo de vida para você de qualquer forma. A grande verdade, é que você é apenas um pedaço medíocre de mim.&lt;br /&gt;O coração continuava lá. Lavado em sangue. Parado. Parar era sempre a atitude que ele tomava quando queria chamar atenção. &lt;br /&gt;- Eu conheço essa reação. Nem adianta tentar.&lt;br /&gt;O coração reagiu. Um movimento levíssimo. Quase imperceptível. E para surpresa de seu dono, a grande massa preta e sólida que o envolvia começou a derreter.&lt;br /&gt;- Ótima ceninha. Você ensaiou não ensaiou? Eu te conheço, você ensaiou. Eu sabia. Deixe eu te comunicar um pequeno detalhe, que talvez tenha passado despercebido por você. Eu não tenho mais coração. Então é lógico que não preciso mais bancar o bom moço. &lt;br /&gt;A faca estava muito próxima na mesinha do telefone. Com a faca na mão, o ex-dono de um coração passou a lâmina vigorosamente no pulso.&lt;br /&gt;O sangue começou a escorrer. E com aquela atitude o coração se manifestou. Palpitava, palpitava. E o sangue de dentro dele jorrava, se misturando ao sangue do braço que escorria ao chão.&lt;br /&gt;- Oh não, eu sei o que você está fazendo. Quer chamar a atenção do vizinho de novo, que vai reclamar que sangue está vazando de suas paredes. Saiba você, que agora estou livre. Não preciso mais me preocupar com nada. Nem comigo, nem com seu sangue, nem com o meu sangue. Nem com aquelas crianças ridículas nos orfanatos. Aqueles pandas idiotas que não transam para salvar sua espécie. &lt;br /&gt;O coração começava a escorrer. Esvaziava. Tornava-se vazio, e mostrava ao chão que ele mentia sobre ser branco.&lt;br /&gt;O chão não estava mais tão branco.&lt;br /&gt;- A grande verdade é que eu nunca precisei de você. Você inibia meu desejo. Eu queria poluir, eu queria exterminar com tudo. Exterminar com minha vida. E agora estou livre. Livre de você, e quando esse sangue acabar, livre de minha vida. Acho que o meu aluguel que está atrasado será perdoado já que eu estou tingindo o apartamento. Você pode ver aí do chão, que eu estou dando meu sangue por essa pintura.&lt;br /&gt;O coração estava quase vazio. Estava tudo chegando ao seu fim.&lt;br /&gt;Naquele momento ele percebeu uma coisa. O coração estava também tentando dizer alguma coisa. Não estava lá apenas para julgá-lo.&lt;br /&gt;- Espere, eu entendi a lição. Você quer se virar sozinho. Se libertar de mim, tanto quanto eu queria que você me deixasse livre. Agora eu vejo seus motivos também. Me perdoe por não ter dado esse espaço a você.&lt;br /&gt;Com força a faca estava de novo em mãos.&lt;br /&gt;E agora, a faca atravessava o resto de coração.&lt;br /&gt;- Mas de qualquer forma minha liberdade vem primeiro. &lt;br /&gt;Ele caiu de joelhos. Abria um pedaço branco no sangue do chão. Abriu uma brecha, para lembrança do chão. E naquele mesmo pedaço, ele caiu, desacordado. Porém de consciência limpa. Seu aluguel estava pago.&lt;br /&gt;Os olhos estavam no chão. Literalmente.&lt;br /&gt;O chão estava muito branco. Antes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3646074674423126300?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3646074674423126300/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3646074674423126300' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3646074674423126300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3646074674423126300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/02/aluguel.html' title='Aluguel'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SZNx1rwZHtI/AAAAAAAAAIg/XzeRb6cEg9A/s72-c/feriadofoto2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3533506155725022233</id><published>2009-01-11T14:14:00.003-02:00</published><updated>2009-01-11T14:31:40.108-02:00</updated><title type='text'>O Um Complexo - 1º</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SWoe5mAJTDI/AAAAAAAAAII/qmHOHpE6d20/s1600-h/vintage-libraryman.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 171px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SWoe5mAJTDI/AAAAAAAAAII/qmHOHpE6d20/s320/vintage-libraryman.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290074687102602290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu recebi algumas críticas depois do natal. &lt;br /&gt;- Oh que tipo de pessoa escreve uma postagem sobre vômito no dia do natal?&lt;br /&gt;- Oh você não vai postar nada de agradecimentos no seu blog?&lt;br /&gt;Entre outras coisas. Bem, eu acho que quem tem que ser agradecido nesse blog, eu agradeço por outros meios, e aquela postagem natalina foi extremamente alto-astral, os depressivos em potencial são vocês.&lt;br /&gt;Mas eu sou um menino de bom coração, então como um presente atrasado, vou postar o primeiro capítulo do meu primeiro livro, que pelo menos por enquanto se chama O Um Complexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Capítulo - Da Chuva Naquela Cidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava nublado novamente, se fez nuvens no momento que ele pisou na calçada. Era desleixado, desnecessário, antigo, empoeirado. O cabelo desarrumado, calças rasgadas, tênis sujo e livros na mão.&lt;br /&gt;Seguia em linha reta pela rua e analisava aquela paisagem urbana, selvagem e ártica. A livraria era próxima – mais um dia de trabalho – sem o infortúnio de ficar distante de seus amigos. &lt;br /&gt;Há muito que não via sua família, sua família verdadeira, aquela que ele escolheu para si. Era grande, despreocupada, era de fato uma bela família. &lt;br /&gt;Diante da amargura da desvalorização de suas conquistas e do quanto ele mesmo já estava se negligenciando, andava decidido a encarar seu patrão e avisar que sairia em viagem.  Ele queria um lugar mais sombrio, mais frio – introspectivo – sempre mais frio.&lt;br /&gt;Empurrou a porta de vidro estampada com imagens de letras, olhou fixamente para escada, alguém já o esperava em frente à escadaria. A moça de longos cabelos dourados e olhos verdes que ele encontrara por muitas vezes no passado. Destinos que haviam riscado desordenadamente muitas linhas juntos. &lt;br /&gt;- Você está envelhecendo, mesmo com apenas 17 anos. Disse ela num tom seco.&lt;br /&gt;Fitaram-se por algum tempo. De todas as coisas que ele queria dizer para ela, nada poderia ser dito, era um pacto consigo mesmo. Ele estava se policiando, antes de falar, e o longo silêncio se estendia.&lt;br /&gt;- Olá!&lt;br /&gt;Ele silenciou o cumprimento desejando ter algo mais inteligente para dizer. &lt;br /&gt;Ela avançou em direção ao topo das escadas. Ele a seguiu.&lt;br /&gt;- Por quanto tempo você vai ser manter preso a esta velha livraria John?&lt;br /&gt;A moça o encarou séria, como quem espera por aquelas respostas duras – que não se quer ouvir – mas que se pergunta apenas para que essa decepção jogue-se por sobre as próprias costas do ouvinte.&lt;br /&gt;- A chuva não parou ainda. Isso quer dizer que eu ainda posso sair de casa.&lt;br /&gt;Aquela frase já era o suficiente para ela. Ele era complicado e difícil de conviver, mas uma coisa era aparente; John só conseguia se comunicar quando a temperatura estava de acordo com seu humor.&lt;br /&gt;- Oh meu Deus John, seu olhar se torna mais cansado, seus hábitos te transformam em uma pessoa cada vez mais complexa, mas por vezes, você mostra que nunca vai crescer e vai ficar preso a essas atitudes infantis.&lt;br /&gt;Ele olhou pro lado. Uma sala muito grande, com altas prateleiras cheias de livros os rodeava. A grande janela atrás da mesa onde ele havia largado os livros que carregava consigo estava completamente molhada pela chuva. O cheiro de madeira comum daquela livraria invadia o local. Tudo parecia úmido e cinza, mas o rosto dele estava mais amistoso, e por isso ela estava se arriscando nesse diálogo suicida.&lt;br /&gt;- Precisamos conversar. &lt;br /&gt;Foi apenas isso que ele disse. A voz rouca, os olhos sempre trocando a direção. Olhava para mesa, para estante, para ela, para chuva.&lt;br /&gt;- Conversar? Quando “nós” conversamos? John você nunca fala nada, você apenas ouve e fica aí, desviando olhares, como se fugisse das coisas. Do que você tem medo afinal de contas? É isso que precisamos conversar John, do que você tem medo?&lt;br /&gt;A moça com os olhos cheios de lágrimas, interrompeu subitamente o discurso com o barulho da porta do andar debaixo. Ela se virou e saiu andando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um feliz natal para os satisfeitos com a degustação, e no próximo natal, provavelmente os que ficaram curiosos terão acesso a versão integral do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: Relembrando que já foi postado um trecho do livro, mais avançado que eu selecionei, onde os personagens ainda não tinham nomes mas em que já havia uma questão sólida.&lt;br /&gt;http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/07/complexo.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3533506155725022233?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3533506155725022233/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3533506155725022233' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3533506155725022233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3533506155725022233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/01/o-um-complexo-1.html' title='O Um Complexo - 1º'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SWoe5mAJTDI/AAAAAAAAAII/qmHOHpE6d20/s72-c/vintage-libraryman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3844182221796007007</id><published>2009-01-04T01:54:00.002-02:00</published><updated>2009-01-04T01:55:27.209-02:00</updated><title type='text'>1000 + 1000 = 2009</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SWAzI5IiAlI/AAAAAAAAAIA/UwVTyRjioys/s1600-h/Theatrical+Masks.cc0237.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 288px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SWAzI5IiAlI/AAAAAAAAAIA/UwVTyRjioys/s320/Theatrical+Masks.cc0237.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287282190401536594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Das muitas vezes que eu tentei brincar de ser João ou Maria, eu perdi todas as migalhas que espalhei pra recordar meu caminho. Porém as vezes que tentei, e fui Peter Pan, são incontáveis, e ousaria ir mais longe, e me fazer Pequeno Príncipe.&lt;br /&gt;O topo do mundo é o topo de si mesmo. &lt;br /&gt;A vida dentro da unidade.&lt;br /&gt;Eu pinto meus desenhos, e eu rabisco todas as folhas, são riscos. São leves, pois os sentimentos são sempre anulados pelo descaso.&lt;br /&gt;Estou extremamente feliz de ter sido aprovado no curso de Letras e Literaturas da Língua Portuguesa da UFSC, talvez até mais do que se tivesse sido aprovado na minha primeira opção, que era Letras – Inglês, porque assim posso estudar no período noturno – e mais – as aulas começarão apenas no meio do ano, então, férias prolongadas.&lt;br /&gt;Esperando o ano que está por vir, esperando a viagem que está por vir, esperando o trabalho que está por vir e esperando que tudo pare de esperar por mim. Interlúdios de um intervalo.&lt;br /&gt;Meu tempo de ninguém, meu tempo de ser nada. Posso soprar cinzas ao vento, posso descamar minha pele, posso suspirar por meus livros. Posso jogar o abismo que me atira para dentro dele próprio.&lt;br /&gt;Apesar de eu ler histórias, e desmanchar todos os contos que minhas linhas transgridem, sempre que busco pela conclusão, me perco na névoa. Pois toda boa história, não é concluída – é violentada. &lt;br /&gt;Violência contra os fatos. Violentando o passado.&lt;br /&gt;Simples, rasgue as evidências, negue os acontecimentos, esconda a poeira sempre embaixo do tapete. Nunca em frente, jamais. O que os olhos vêem o cérebro sempre vai julgar. E o que o cérebro quer julgar deve ser escondido. &lt;br /&gt;Esconde-esconde consigo mesmo.&lt;br /&gt;Um parabéns e um obrigado a todos os que acompanharam este blog desde o começo dos posts, um feliz ano novo.&lt;br /&gt;Um ano novo, vômitos, páginas, sangue, mentiras, alegrias, vendavais, catástrofes, mortes lentas e trágicas, dinheiro rasgado, gente pedindo moedas. Os filhos que não viram seus rostos no dos pais, sempre desistem em meia batalha.&lt;br /&gt;Um ano novo de caminhada, negando aprender o caminho da rendição. Siga este caminho, sempre em frente.&lt;br /&gt;Sempre em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: Assista todos os filmes de terror que puder, eles são muito bons.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3844182221796007007?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3844182221796007007/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3844182221796007007' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3844182221796007007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3844182221796007007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2009/01/1000-1000-2009.html' title='1000 + 1000 = 2009'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SWAzI5IiAlI/AAAAAAAAAIA/UwVTyRjioys/s72-c/Theatrical+Masks.cc0237.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-8822024085189425091</id><published>2008-12-25T09:13:00.004-02:00</published><updated>2008-12-25T14:40:45.862-02:00</updated><title type='text'>Então, É!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SVNrdjBbw8I/AAAAAAAAAH4/oZfygUoFOHI/s1600-h/natal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 241px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SVNrdjBbw8I/AAAAAAAAAH4/oZfygUoFOHI/s320/natal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283684943197356994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta noite sonhei que vomitava. Vomitava rajadas de um líquido verde e amargo. O saber era tão desconcertante que amargava também minhas atitudes.&lt;br /&gt;Sonhava que o vomito se misturava com a areia dourada de uma praia distante, onde com dificuldade eu tentava rastejar, para atingir um objetivo. Talvez também eu me locomovesse apenas na esperança de um dia idealizar um horizonte. Eu engatinhava por sobre a areia, engatinhava por sobre meu vomito.&lt;br /&gt;Logo o sangue começou a jorrar do pulso aberto. O vermelho se misturou as cores, e eu pálido, já não conseguia mais mover os membros, quando me rendi, aquela imensidão de cores.&lt;br /&gt;Vermelho, verde, branco e dourado.&lt;br /&gt;Era natal. E as cores eram socialmente aceitas, mas meu estado deplorável de distinção, de decadência e de solidão não.&lt;br /&gt;E nunca fui provavelmente não serei. E aceitarei a felicidade que as margens da sociedade proporciona, aceitando também o doce prazer da ausência.&lt;br /&gt;Esse é meu legado natalino. Não aceitar e não conseguir normalizar os segundos que o capitalismo injeta em minha mente.&lt;br /&gt;Talvez alguém prefira a missa do galo, mas eu continuarei para sempre vomitando e rastejando na areia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz natal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-8822024085189425091?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/8822024085189425091/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=8822024085189425091' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8822024085189425091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8822024085189425091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/12/ento.html' title='Então, É!'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SVNrdjBbw8I/AAAAAAAAAH4/oZfygUoFOHI/s72-c/natal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-7331691963198212671</id><published>2008-11-14T20:08:00.003-02:00</published><updated>2008-11-20T01:24:39.473-02:00</updated><title type='text'>Dois Em Três</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SR34LoUd_2I/AAAAAAAAAHw/GcTXBsOtqLE/s1600-h/936-009~Alice-in-Wonderland-Posters.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SR34LoUd_2I/AAAAAAAAAHw/GcTXBsOtqLE/s320/936-009~Alice-in-Wonderland-Posters.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268640017778868066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não é novidade dizer que eu estou me sentindo cada vez mais perdido nos dias (de novo).&lt;br /&gt;Eu me nego a aceitar que ele vai passando, passando e quando você para pra analisar, ele passou em excesso. Ou ele está te torturando e caminha lentamente em frente aos seus olhos.&lt;br /&gt;Brigas com meu relógio à parte, todo mundo tem suas indignações, e as minhas hoje apareceram escritas em um livro.&lt;br /&gt;Estou relendo Mate-me Por Favor, quem me conhece sabe que eu já li ele várias vezes, e mesmo assim, tendo lido outras vezes, só hoje um trecho fez muito sentido pra mim, ou pelo menos me parecia fazer sentido discutir aqui. O trecho é parte do depoimento de Patti Smith sobre Jim Carroll.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patti Smith: “Os poetas de St. Mark’s são muito insípidos, são umas fraudes, eles escrevem: “Hoje às nove e  quinze tomei um pico de speed com Brigid...” São espertos o suficiente pra colocar isso num poema, mas se Jim Carroll entra doidão na igreja e vomita, isso não é um poema pra eles, não é cool.&lt;br /&gt;Tudo bem se você joga isso na sua poesia, mas se realmente está nessa, aí já é outra coisa – não é algo que eles queiram encarar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo eu sublinhei maniacamente este parágrafo.&lt;br /&gt;Pois o mundo é assim. O mundo aceita o próprio mundo em pedaços.&lt;br /&gt;Eu sempre fui a favor de uma agressão geral a todos esses conceitos de pseudo-aceitação. Não aceita não aceita e ponto final, fingir que aceita pra se sentir socialmente correto é tão baixo quando simplesmente deixar claro que prefere que determinadas coisas existam apenas longe de você.&lt;br /&gt;Vivemos no mundo assim com porque existe o negro, existe o gay, existe o machismo, existe o mendigo, existe a prostituta, existe o traficante, enfim, existem as profissões e os conceitos de comportamento que sustentam os pilares da sociedade, mas que são escondidos por vistas grossas da mesma.&lt;br /&gt;Você aceita a existência de prostitutas como profissionais liberais? Excelente. Mas... Você aceita que sua irmã seja uma prostituta? Você acharia isso natural e deixaria ela viver a vida se fosse isso que ela quisesse fazer? Você diria para seus amigos que tem uma irmã prostituta?&lt;br /&gt;O mesmo com o gay, você pode aceitar gays, mas você age com naturalidade quando vê um casal de homens se beijando na sua frente? Porque os casais homossexuais não podem andar de mãos dadas sem se sentir invadidos pelo “tumulto” momentâneo que eles causam? Você não se incomodaria se seu filho fosse homossexual?&lt;br /&gt;Isso são dois exemplos lógico, todas as outras “minorias” também sofrem seguindo esse mesmo raciocínio.&lt;br /&gt;Mas e porque então não podemos simplesmente dizer, eu não gosto de homossexuais, prefiro que eles estejam longe de mim.&lt;br /&gt;Porque essa pessoa deve sofrer uma repressão? Ela está sendo sincera, não está violentando ninguém, só está estreitando seu circulo social e evitando situações desconfortáveis para si. Nem sequer podemos chamar isso de preconceito, seria mais uma preferência de associações. &lt;br /&gt;Não é cinismo dizer que escolhemos com quem queremos conviver, então porque negar fatos tão simples? Contanto que tudo se mantenha no limite da diplomacia, e não pro lado animal irracional e selvagem, que de certa forma é uma derivação das fobias, todos estes conceitos são totalmente aceitáveis.&lt;br /&gt;Eu também quero discutir outras coisas ainda nesse post.&lt;br /&gt;Algumas pessoas me perguntaram nos últimos dias, porque eu gosto tanto de filmes como Jogos Mortais, ou porque às vezes eu escrevo coisas como sangue, vontade assassinar, vontade de se desfazer.&lt;br /&gt;Simples, porque eu tenho urgência de existir. E toda a violência exacerba a existência. &lt;br /&gt;Eu me lembro nitidamente de um dia que eu estava assistindo um capítulo de um anime que eu acompanho Hunter x Hunter, e em um momento um personagem chamado Kuroro, líder do grupo chamado Genei Ryodan está andando conversando com Néon, uma personagem um tanto quanto secundária, e ele diz que a grande aspiração da vida dele, era fazer aquilo que os mortos queriam fazer quando vivos. Logicamente ela pergunta:&lt;br /&gt;- O que os mortos queriam fazer em vida? &lt;br /&gt;Ele responde:&lt;br /&gt;- Uma coisa extravagante!&lt;br /&gt;Isso é a urgência de existir, fazer coisas extravagantes. Existir ao máximo por um momento porque não quer se desprender da vida, quer extrair ao máximo dela, até a exaustão do corpo e mente. Espero que isso responda.&lt;br /&gt;Agora vamos às relações interpessoais.&lt;br /&gt;Algumas pessoas são extremamente diferentes, e vivem azuis. Algumas pessoas mais diferentes das azuis são rosas.&lt;br /&gt;Eu gosto de azul, e o azul, pode ser azul claro ou azul marinho. &lt;br /&gt;Você consegue misturar azul marinho, com azul marinho?&lt;br /&gt;Conseguir você até consegue, mas a cor que resulta não é exatamente a mesma do que eles separados?&lt;br /&gt;Então não seria muito mais interessante misturar azul com outra cor diferente?&lt;br /&gt;Talvez sim. Mas e se você simplesmente se apaixonasse pelo azul marinho, e o azul marinho por você. Nada no mundo pode os separar. Mas como vocês são partes de cores, uma hora ou outra irão se misturar. E quando se misturarem, o medo de serem “polarmente” incompatível faria o que com você? &lt;br /&gt;Vontade de esquecer o azul marinho, ou será que você se transformaria em outra cor para amar?&lt;br /&gt;Por mais complicado que pareça, ainda existe quem viva isso. Brincando de pintura.&lt;br /&gt;As vezes todos os quadros da sua existência parecem borrados, mas o que seria da vida sem as dificuldades?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-7331691963198212671?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/7331691963198212671/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=7331691963198212671' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7331691963198212671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7331691963198212671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/11/dois-em-trs.html' title='Dois Em Três'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SR34LoUd_2I/AAAAAAAAAHw/GcTXBsOtqLE/s72-c/936-009~Alice-in-Wonderland-Posters.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-7036042073058863698</id><published>2008-11-04T17:43:00.000-02:00</published><updated>2008-11-04T17:44:36.663-02:00</updated><title type='text'>Duo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SRCmGhwnh1I/AAAAAAAAAHo/bFDEjrhoq4w/s1600-h/51.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 181px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SRCmGhwnh1I/AAAAAAAAAHo/bFDEjrhoq4w/s320/51.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264890595467822930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E então está chegando o verão. E com ele o sol, o impiedoso sol.&lt;br /&gt;Esse sol que carrega toda essa aura de exibição e a carga da identidade. A carga de ser sincero, a carga de ser claro.&lt;br /&gt;Nos acidentes do destino, o meu amor surgiu junto com o sol, mas não por ser amor, se fez menos impiedoso.&lt;br /&gt;Não impiedoso, mas cruel, cruel para comigo mesmo. Não, não, talvez nem cruel, apenas tão sublime que me assuste.&lt;br /&gt;Ao olhar nos olhos de quem eu amo, eu simplesmente me transporto me esvazio ao todo por um momento, e volto, para emergir naquele momento de beleza. Tudo está se encaminhando de uma forma tão sutil e bonita, que só me fazem agradecer por tê-lo, mas também me amedrontar de tudo. &lt;br /&gt;O amor pra mim, é um caminho com o qual eu tenho que encontrar todos os meus medos, todos os meus defeitos, todas as minhas imperfeições, vê-las ali na minha frente, e assumir a existência de tudo isso, e agraciá-las. Tudo isso pelo amor, pelo meu amor.&lt;br /&gt;Olhar nos olhos do amor.&lt;br /&gt;Pela primeira vez na minha vida, eu realmente tenho que encarar essa situação.&lt;br /&gt;Gostar excessivamente de alguém, e ter essa pessoa do meu lado. Uma dádiva.&lt;br /&gt;Cada segundo se torna belo, são mãos, braços, olhos, lábios, cabelos e detalhes.&lt;br /&gt;E também o medo, porque não o medo?&lt;br /&gt;Medo do incerto, medo de dar errado, medo de machucar a quem eu tanto quero medo de ser a pessoa errada, medo de não satisfazer. &lt;br /&gt;Além do sol, além do amor, a figura amorfa mais aterrorizante também se aproxima.&lt;br /&gt;E ela é outra que consome, que desintegra o âmago.&lt;br /&gt;O vestibular.&lt;br /&gt;Este ano estou bastante confiante, mas também quero meu amor ao meu lado nessa conquista, o que se torna duplamente preocupante.&lt;br /&gt;O desejo de passar é tão grande e de poder ter uma vida ao lado do que desejo.&lt;br /&gt;Planos já foram traçados em uma semana de conhecimento.&lt;br /&gt;Sonhos.&lt;br /&gt;Dois sonhadores, lógico, antes sonhar acompanhado do que estar entregue a solidão do sonho de ter alguém.&lt;br /&gt;E o que eu quero disso tudo também está se materializando com cada vez mais intensidade na minha mente. &lt;br /&gt;Quero alguém pra chamar de meu, acho que todos querem, seria cinismo negar. Quero alguém que compreenda também, o porquê de eu ter essa mania doente de complicar até os mais simples fatos da vida. Eu sou complexo, eu tenho complexos, e eu acho tudo isso bonito.&lt;br /&gt;Até dado momento parece que eu achei.&lt;br /&gt;E se talvez não tiver achado, vou continuar procurando nele mesmo.&lt;br /&gt;Gosto dele, desejo ele, assim como a mim.&lt;br /&gt;Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de passar tempo comigo mesmo.&lt;br /&gt;Preciso de mim mesmo, preciso me derramar no teclado com o quarto escuro em plena tarde de verão. Preciso ouvir musicas totalmente sem sentido, preciso suspirar, preciso rir de mim mesmo, lembrar meus atos, acertar contas comigo mesmo, apreciar meu quarto, meu silêncio, meus medos, minhas dores. Preciso escrever, preciso tocar musicas, preciso gozar, preciso de espaço pra que todo meu ser não desapareça.&lt;br /&gt;Nunca vou abrir mão do meu tempo, porém agora, além de minhas exigências serem o meu tempo, elas também incluem o nosso tempo.&lt;br /&gt;Tempo pra conversar, rir, olhar nos olhos, segurar mãos, suspirar como idiotas apaixonados. Simplesmente sentir, e permitir cada vez mais a entrada do amor em minha vida.&lt;br /&gt;Todas as nossas extremas diferenças, nossos diferentes modos de agir, falar, encarar a vida. Se unindo pra se tornar um dueto.&lt;br /&gt;Estanho? Complexo? Bonito?&lt;br /&gt;Talvez, tudo isso em um só casal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-7036042073058863698?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/7036042073058863698/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=7036042073058863698' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7036042073058863698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7036042073058863698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/11/duo.html' title='Duo'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SRCmGhwnh1I/AAAAAAAAAHo/bFDEjrhoq4w/s72-c/51.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3484713113734284629</id><published>2008-10-29T00:40:00.001-02:00</published><updated>2008-10-29T00:42:18.760-02:00</updated><title type='text'>Eu</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SQfNhBtToVI/AAAAAAAAAGA/UTJ2IJrCQ10/s1600-h/ATYAAAAP82LA9xALRoKpCvJNPT3vmmRe4unoBKZ1hP1D1mhMXTzd5mXeKXR0qr-dJAaQdURorGfIFBaHSMbxAgjjTvoyAJtU9VA-zhiA7t75o7iEkCUaRYK4Bfn-cQ.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SQfNhBtToVI/AAAAAAAAAGA/UTJ2IJrCQ10/s320/ATYAAAAP82LA9xALRoKpCvJNPT3vmmRe4unoBKZ1hP1D1mhMXTzd5mXeKXR0qr-dJAaQdURorGfIFBaHSMbxAgjjTvoyAJtU9VA-zhiA7t75o7iEkCUaRYK4Bfn-cQ.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262400656883556690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Esse post tem tempo de vida limitado, será apagado em breve)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que seria um pecado não começar isso daqui dizendo que estou passando concerteza pela maior mudança da minha vida até o dado momento.&lt;br /&gt;Estou aprendendo aquelas lições menos legais, das matérias mais detestáveis da escola na minha opinião.&lt;br /&gt;Seriam elas:&lt;br /&gt;- por que todo idiota apaixonado fica ouvindo musicas românticas e suspirando dentro do quarto.&lt;br /&gt;- que homens choram, e eu em particular, choro litros.&lt;br /&gt;- que coisas difíceis estão por vir, que todas aquelas coisas que você achava de difíceis e extremamente deprimentes no passado, talvez não sejam um terço daquilo que você pode vir a viver.&lt;br /&gt;- que talvez a minha forma de encarar as relações com as pessoas, seja extremamente violenta e até um tanto masoquista para comigo mesmo.&lt;br /&gt;- que às vezes os dias são lixos gigantes e que você tem que superar isso querendo ou não, porque sempre existiram obrigações com as quais você tem de comparecer querendo ou não.&lt;br /&gt;- que um belo dia eu vou pra cama e rezo pra cada segundo acabar logo e o dia passar porque eu não consigo mais ver a vida nele.&lt;br /&gt;- que eu consigo ser romântico, e não racional, como eu achei que passaria minha vida sendo.&lt;br /&gt;- que posso gostar muito mais de uma pessoa do que eu tenho coragem de me permitir.&lt;br /&gt;- e que talvez acima de tudo isso eu ainda esteja feliz só por poder viver essas situações.&lt;br /&gt;Também aprendi hoje que a minha melhor amiga importa muito mais pra mim do que eu imaginava na vida. Que depois dos dezoito anos você tem capacidade de chorar igualzinho você chorava quando tinha seis. Que o MSN foi uma invençãozinha ridícula dum filha-da-puta desocupado que queria foder com o mundo e não sabia como.&lt;br /&gt;Enfim, o mais importante foi perceber que eu realmente não tenho o controle das coisas, que às vezes elas alcançam um nível de intensidade tão grande que me deixa atordoado, mas que a vida continua apesar disso.&lt;br /&gt;E que os maiores amores são aqueles pelos amigos.&lt;br /&gt;Que por mais que você queira explodir tem uma coisa linda que vai te fazer feliz daqui a pouco.&lt;br /&gt;E que tudo isso é lindo porque nos torna humanos, e nos torna seres emocionais.&lt;br /&gt;E mesmo tendo experimentado o fundo mais profundo do poço até onde eu conheço o poço, eu saio, estou aqui, e ainda continuo em frente.&lt;br /&gt;E principalmente que eu escrevo sem ordem nem sentido nenhum quando eu estou sendo extremamente biográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;það besta sem guð&lt;br /&gt;hefur skapað&lt;br /&gt;er nýr dagur&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3484713113734284629?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3484713113734284629/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3484713113734284629' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3484713113734284629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3484713113734284629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/10/eu.html' title='Eu'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SQfNhBtToVI/AAAAAAAAAGA/UTJ2IJrCQ10/s72-c/ATYAAAAP82LA9xALRoKpCvJNPT3vmmRe4unoBKZ1hP1D1mhMXTzd5mXeKXR0qr-dJAaQdURorGfIFBaHSMbxAgjjTvoyAJtU9VA-zhiA7t75o7iEkCUaRYK4Bfn-cQ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5251949639863205894</id><published>2008-10-22T00:22:00.003-02:00</published><updated>2008-10-22T00:32:43.440-02:00</updated><title type='text'>Grão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SP6Pya_eT-I/AAAAAAAAAF4/wm_TlBqTmGI/s1600-h/campo-de-trigo_983_1600x1200.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SP6Pya_eT-I/AAAAAAAAAF4/wm_TlBqTmGI/s320/campo-de-trigo_983_1600x1200.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259799511217098722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por um momento eu quero representar um erro. Eu quero ser, eu quero estar sujo, eu quero ser o pedaço indesejado. Eu serei o bebê acéfalo, eu serei a tristeza do casal, eu serei os pulsos cortados.&lt;br /&gt;Por este momento eu anseio o terror, o suor, a luta, a vergonha. O cheiro de mofo, o cheiro de sexo, o cheiro da boceta dilatada.&lt;br /&gt;Eu anseio em ser a puta, eu anseio em ser o feio, eu quero me despedaçar e fazer com que cada singelo pedaço de mim se espalhe pelo chão infectado.&lt;br /&gt;Serei consumido pela ferrugem, pela peste, pelo medo e pela vergonha. Serei consumido porque escolhi me expor em detalhes.&lt;br /&gt;Mas eu jamais serei consumido até a ultima partícula de mim, até porque eu acredito na morte como uma semente. Me agarrarei ao chão infértil com todo meu ser e germinarei mais uma vez, para crescer limpo e novamente brincar na sujeira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5251949639863205894?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5251949639863205894/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5251949639863205894' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5251949639863205894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5251949639863205894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/10/gro.html' title='Grão'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SP6Pya_eT-I/AAAAAAAAAF4/wm_TlBqTmGI/s72-c/campo-de-trigo_983_1600x1200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2645625504004083005</id><published>2008-09-25T19:00:00.006-03:00</published><updated>2008-09-28T20:52:45.278-03:00</updated><title type='text'>Linear</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SOAYwxfBoMI/AAAAAAAAAFw/0umvzfb9zAw/s1600-h/370485855_b279661120.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SOAYwxfBoMI/AAAAAAAAAFw/0umvzfb9zAw/s320/370485855_b279661120.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251224391710253250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Porque de tempos em tempos, as coisas se tornam tão distintas e decadentes que nós aspiramos um pedacinho da normalidade do alcoólatra, do pai de família que comete adultério, dos envolvidos que consentem o adultério, das pessoas que prometem, mas não cumprem, dos políticos que roubam, mas fazem, dos livros que descrevem, mas escondem a verdadeira intenção do autor.,&lt;br /&gt;Porque de tempos em tempos, talvez, se nós parássemos para pensar, a destruição de todos aqueles conceitos que a gente aprendeu e criou ontem, não é tão dolorosa, e que criar novos conceitos sempre é prazeroso no hoje.&lt;br /&gt;E de tempos em tempos, existem pessoas, que nos abrem os olhos para novas verdades, para coisas diferentes, para a sempre inacabada e incompreensível tarefa de ver que o amor sempre vai superar qualquer coisa.&lt;br /&gt;São tempos de coragem, são tempos de não olhar pra trás e sim seguir sempre adiante, e entender que o ontem sempre vai ser gentilmente destruído pelo tempo.&lt;br /&gt;Agora podemos parar nesse parágrafo, porém estaríamos desvirtuando a seqüência do texto, e assim é na caminhada, se você para, você não atinge seus objetivos. Talvez você tropece, e pense que precisa parar, mas isso é um erro grosseiro. Seguir em frente é sempre o correto, independente dos caminhos que você tome.&lt;br /&gt;De tempos em tempos você olha para você mesmo com amargura e se convence de que escolheu o caminho errado na última encruzilhada. E mesmo assim o único caminho que sempre vai se abrir é o da sua frente, é aquilo que ainda está por vir.&lt;br /&gt;De tempos em tempos existem os que sabem que nós todos vivemos apenas o futuro, o presente é sempre uma antecipação do momento que esperamos viver, em breve ou em longo prazo. &lt;br /&gt;De tempos em tempos as pessoas não se preocupam com alguém que lhes dê as costas, pois sabe que a estrada a sua frente lhe trará novas companhias.&lt;br /&gt;Em tempos em que você se sente Super-Homem, em tempos que você sabe que pra respirar precisa que não seja primavera, em tempos que os seus ciclos se deslocam e se perdem e até mesmo em tempos que você não sabe o que são ciclos, o caminho da frente sempre vai estar lá, o que está por vir nunca nos falhará, independentemente do que nós tenhamos escolhido.&lt;br /&gt;E é assim que seguiremos é assim que conciliamos o nosso pensamento com a matéria.&lt;br /&gt;De tempos em tempos, algo começa, e de tempos em tempos, algo se encerra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2645625504004083005?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2645625504004083005/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2645625504004083005' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2645625504004083005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2645625504004083005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/09/linear.html' title='Linear'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SOAYwxfBoMI/AAAAAAAAAFw/0umvzfb9zAw/s72-c/370485855_b279661120.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5835268899488077232</id><published>2008-09-08T01:40:00.001-03:00</published><updated>2008-09-08T01:45:32.740-03:00</updated><title type='text'>Fragmentado</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SMSt5YNdngI/AAAAAAAAAEc/caYZ7raEHUI/s1600-h/strawberry.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243507067429166594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SMSt5YNdngI/AAAAAAAAAEc/caYZ7raEHUI/s320/strawberry.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mentiras, mentira, sempre foi mentira.&lt;br /&gt;A mentira que corre pelas minhas veias, a mentira que se aloja em cada célula da tristeza de existir.&lt;br /&gt;O medo de sua existência se tornar tão consistente que a frágil, mas hábil lâmina que o faz um assassino se quebro e se despedace, dentro do braço que abençoaste com o poder da intenção de ferir.&lt;br /&gt;Existir é frágil, pois é mentira.&lt;br /&gt;A mentira que escala as paredes como uma trepadeira, formada por minhas veias, e todo o fluxo do meu sangue.&lt;br /&gt;Um sangue vermelho, vivo, fluente e inconformado.&lt;br /&gt;Um sangue que assusta e despeja violência por sobre o mundo.&lt;br /&gt;E o braço que aterroriza todo dia que se deita, pelas existências que ele destruiu com a luz do dia.&lt;br /&gt;Eu tenho sim medo do dia, eu me aterrorizo com o sol, pois com ele posso ver meu rosto, um assassino de existências.&lt;br /&gt;Eu também não quero existir, mas estou aqui, com a espada no braço, e o sangue nas mãos.&lt;br /&gt;Um coração vazio, e um corpo que se espalha pelo mundo a minha volta.&lt;br /&gt;Minhas veias, de amargo sangue, se enroscam no mundo, fazendo minha sensibilidade se tornar meu ser palpável.&lt;br /&gt;Meu sistema nervoso são meus espinhos, que envolvem meu corpo tentando expressar toda a violência insana que eu tenho para despejar em todos os objetos.&lt;br /&gt;A vontade do assassinato, o desejo da morte e da destruição.&lt;br /&gt;A saudade do sabor do sangue nos lábios.&lt;br /&gt;Eu grito, um grito de liberdade, e todas as minhas veias, todo meu sistema nervoso, todo meu ser que por um infortúnio existe, se fecha, e se transforma casulo.&lt;br /&gt;E dorme, pois um dia, acordarei, para ver mais sangue, para assassinar, para exercitar a espada dormente em meu braço, e cortar em pedaços o mundo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5835268899488077232?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5835268899488077232/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5835268899488077232' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5835268899488077232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5835268899488077232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/09/fragmentado.html' title='Fragmentado'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SMSt5YNdngI/AAAAAAAAAEc/caYZ7raEHUI/s72-c/strawberry.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-533964755215150585</id><published>2008-08-01T04:53:00.002-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:57.306-02:00</updated><title type='text'>Sintetizador</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SJLBg52syBI/AAAAAAAAAEU/Lv0fJQ5SHw8/s1600-h/homo_erectus.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229454888360790034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SJLBg52syBI/AAAAAAAAAEU/Lv0fJQ5SHw8/s320/homo_erectus.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talvez algumas pessoas sejam tão pouco sinceras consigo mesmo que quando se deparam com uma coisa diferente, se sintam desconfortáveis, e a deteste a primeira vista.&lt;br /&gt;Simplesmente derramam seu julgamento assustado por sobre a coisa.&lt;br /&gt;Mas ora, porque de tanta precipitação quando a coisa é apenas uma coisa?&lt;br /&gt;Você sabe se a coisa é perigosa?&lt;br /&gt;Pode ser apenas uma pobre coisa indefesa que cruzou as linhas do seu destino.&lt;br /&gt;Ou não, pode ser uma coisa que devaste sua vida, consuma o seu tempo, desgaste sua paciência, e deteriore seu eu - interior.&lt;br /&gt;O prejulgamento, o preconceito, é um firewall.&lt;br /&gt;Você pode desativar ele do seu computador indo até o painel de controle, mas até mesmo o seu computador sabe que não é aconselhável perambular por lugares distintos com seu firewall desativado.&lt;br /&gt;Quem seria louco de sair para algum lugar de convívio social e não jogar um julgamento sobre cada pessoa que está a sua frente?&lt;br /&gt;Quem é insano suficiente para não olhar para o quintal sujo do vizinho e dizer que ele é um desleixado, quando seu próprio quintal está em mais terrível estado do que o citado.&lt;br /&gt;Quem é tão ridículo a ponto de não pensar mal do mendigo na rua? Aquele mendigo pronto para destruir você. Aquele deturpador da sociedade.&lt;br /&gt;Menino vendendo chiclete? Índio pedindo moedinha? Cego tocando teclado? MST?&lt;br /&gt;Mentira!&lt;br /&gt;São monstros, bárbaros, demônios, destruidores.&lt;br /&gt;Vamos afogá-los com nossos conceitos, com nossa visualização social, com nosso bem para o universo, nossa perfeição.&lt;br /&gt;Ignorem estes parasitas, ignorem, ignorem enquanto podem.&lt;br /&gt;Por que dar atenção ao menino com fome?&lt;br /&gt;Ele está fora, seu firewall jamais vai deixá-lo passar.&lt;br /&gt;Seu firewall de conceitos te faz andar pela rua, adormecido ao que te rodeia.&lt;br /&gt;Você está adormecido, de medo. Pois esse firewall de conceitos magnífico e superprotetor são apenas medos. Medo do desconhecido, medo de se arriscar por um caminho novo, é o medo que te paralisa e impede de estender uma moeda ao necessitado.&lt;br /&gt;O seu conceito e o meu conceito – e por que não dizer que a sociedade como um todo atualmente – esta firmada no medo.&lt;br /&gt;O governo nos controla com o medo. Medo do traficante, medo do assaltante, medo do assassino, medo do pedinte, medo do mendigo, medo da prostituta, medo do lixeiro.&lt;br /&gt;Repugnância a esses cargos, terror a essas pessoas.&lt;br /&gt;Ignore-os, julgue-os, extermine-os de sua consciência.&lt;br /&gt;A sociedade perfeita não acata esses serviços, pois você é cabeça-dura demais pra entendê-los.&lt;br /&gt;O mundo morre de medo de si mesmo.&lt;br /&gt;Vamos nos afogar no nosso medo e depois sentaremos na sala de um terapeuta e engoliremos com nossas gargantas todos os comprimidos altamente confiáveis que ele nos prescreverá.&lt;br /&gt;Vamos nos entorpecer nas substâncias lícitas, e talvez até ilícitas - contanto que depois você finja que o traficante não existe – e vamos abusar. Para afogar esse mundo de medo.&lt;br /&gt;Por que não?&lt;br /&gt;Porque ser um pouco mais atencioso ao que está ao nosso redor? Porque nos preocuparmos com política? Com a sociedade? Reciclagem? Serviço voluntário? Um sorriso alegre para um estranho?&lt;br /&gt;Jamais, destruam isso, pois existem saídas mais fáceis.&lt;br /&gt;A grande questão é que nossos problemas mais avassaladores são quase sempre qualitativos e não quantitativos.&lt;br /&gt;Não adianta um calmante a mais, uma pílula pra dormir hoje a noite que amanhã você estará melhor, andar por aquela outra rua para evitar o menino que pede esmola.&lt;br /&gt;A questão é mais intima, é o mais envolvente, é mais envolver-se, pois o mundo que te rodeia te rodeia mesmo, ele está realmente ao seu redor, não é você que está ao redor do mundo e ele precisa notá-lo, é ele que está ao seu redor, e você precisa admitir a existência de cada partícula singular que o compõe, e ser cuidadoso com elas, pois são as únicas coisas que te permitem não definhar na solidão da inexistência.&lt;br /&gt;Um sorriso não cai mal na face de ninguém, um abraço, muito menos uma moeda.&lt;br /&gt;Com certeza absoluta não vamos fazer o mundo mudar em minutos com essa solução. Uma moeda a um mendigo não vai assassinar o Bush.&lt;br /&gt;Mas já é um passo para uma mudança. Uma revolução de atitudes, em busca de um mundo de pessoas racionais, compreensivas e cuidadosas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-533964755215150585?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/533964755215150585/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=533964755215150585' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/533964755215150585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/533964755215150585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/08/sintetizador.html' title='Sintetizador'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SJLBg52syBI/AAAAAAAAAEU/Lv0fJQ5SHw8/s72-c/homo_erectus.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-3992807472164168410</id><published>2008-07-24T18:21:00.001-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:57.488-02:00</updated><title type='text'>Complexo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SIjygdrp8PI/AAAAAAAAAEM/02jYmo-I13Y/s1600-h/wearsoon.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226694007100928242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SIjygdrp8PI/AAAAAAAAAEM/02jYmo-I13Y/s320/wearsoon.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E ele acordou, viu seu livro entreaberto ao lado com as páginas já desmarcadas. A umidade do quarto mal iluminado com apenas uma linha de luz solar invadindo, implorando para adentrar aquele recinto com um ar pesado. Era possível tocar aquela atmosfera, o suor irradiado dos corpos na noite anterior deixava bastante claro o quão sólido era aquele relacionamento. Uma amizade que ele podia sentir escorrendo pelos seus dedos.&lt;br /&gt;Ele apanhou o livro e colocou seus óculos no rosto, olhou para o lado e via o corpo de seu amigo - deitado ao seu lado na bagunçada cama de casal – e então notou nas roupas espalhadas pelo chão. Ele sorria.&lt;br /&gt;Tentou por diversas vezes mergulhar no universo das palavras redigidas naquele livro de capa vermelha que lhe tentava tiranamente impor conceitos de justiça. Por vezes tentou, mas não conseguia manter seu foco. Tinha uma existência ao seu lado. Queria concentrar ao máximo todo o seu ser naquele momento. Inúmeras foram as vezes que se apanhou desviando os olhos do livro e tentando retornar a sua concentração da filosofia.&lt;br /&gt;Até que desistiu, e olhou aquele menino, preso dentro do corpo daquele homem, deitado ao seu lado.&lt;br /&gt;O corpo era inacreditavelmente belo para seus olhos, olhar aquele menino deitado de boca aberta com uma respiração pesada quase infantil o trazia calor, cada músculo do corpo se aquecia, se confortava. Saber tudo que passaram para ter aquele momento deles e encarar aquilo como passado naquele momento era poético.&lt;br /&gt;Ele sempre fazia isso, encarava as dificuldades mais duras da vida como uma poesia. Até mesmo Romeu e Julieta eram poesia, porque aquela história singularmente não poderia ser?&lt;br /&gt;Toda a complicação dos primeiros anos de conhecimento de ambos naquele quarto, naquele momento e naquela atmosfera, se tornava apenas enfeite para o quarto bagunçado.&lt;br /&gt;Ele pensou então em se levantar, mas negou a possibilidade por medo de acordar o homem a seu lado. Então se deitou por sobre seu próprio braço e o contemplou, o menino adormecido. Aquele rosto masculino, aquele maxilar definido, estampava a impossibilidade daquele momento ser compartilhado, aquilo era um pacto, aqueles fios grossos de cabelo pelos quais naquele instante ele passou a mão, era o pacto, o silêncio, que por ele seria irrompido com um grito e uma mensagem para que todos pudessem observar a beleza daquele momento, a beleza do encontro e do compartilhamento dos corpos. Mas o grito foi engolido no momento que o menino abriu seus olhos, os lindos olhos que por tanto ele esperou. Aqueles olhos selavam o encontro das duas almas, a voz áspera disse:&lt;br /&gt;-Bom dia!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-3992807472164168410?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/3992807472164168410/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=3992807472164168410' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3992807472164168410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/3992807472164168410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/07/complexo.html' title='Complexo'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SIjygdrp8PI/AAAAAAAAAEM/02jYmo-I13Y/s72-c/wearsoon.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-6727642110166602902</id><published>2008-07-15T00:53:00.002-03:00</published><updated>2008-07-15T01:01:03.552-03:00</updated><title type='text'>Ao Final</title><content type='html'>&lt;a href="http://mx.geocities.com/lauriizlain/reciclo.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://mx.geocities.com/lauriizlain/reciclo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu tenho uma incontrolável mania de jogar tudo àquilo que perde a utilidade evidente, no lixo.&lt;br /&gt;Sim, exatamente, ao contrário daquelas pessoas que fazem questão de guardar quilos e quilos de tralhas, eu fico feliz jogando tudo fora.&lt;br /&gt;Todas aquelas coisas que fizeram parte da minha vida, mas, que se mostram inúteis, eu prefiro apagar, derramar a graça da ausência por sobre elas.&lt;br /&gt;Elas se tornam espaço vazio a ser preenchido, elas me empurram quando vão embora, porque deixam de se tornar preocupação, ou motivo para dúvida.&lt;br /&gt;Se eu tiver uma camiseta furada, feia, que não cabe no meu corpo, e que eu nunca gostei, e não jogá-la fora ou doá-la, eu vou certamente questionar se eu não deveria usar ela. Pois ela está ali, ela se torna uma opção, ela quer cumprir sua função de existência quanto camiseta, tão bem quanto as outras camisetas que compõem o meu vestuário cotidiano.&lt;br /&gt;E eu provavelmente vá para rua, vestido com uma camiseta velha, furada e feia, só porque ela insiste em existir na minha vida.&lt;br /&gt;Você pode encarar positivamente, imaginando que eu saiba dar valor a tudo aquilo que me rodeia, pois eu me preocupo com aquilo que está ao alcance de minhas mãos, e quero que essas coisas estejam cumprindo suas funções cotidianas.&lt;br /&gt;Assim como, pode encarar negativamente, imaginando que eu não saiba medir valores, pois eu sou idiota suficiente pra me importar com futilidades.&lt;br /&gt;Papel? Foto? Cadernos antigos? Roupas estragadas? Presentes? Brinquedos de infância? Cartas sentimentais?&lt;br /&gt;Simplesmente me fazem suspirar de alívio quando estendo minha mão e entrego-as ao lixo. É um prazer muito diferente, faz meu peito esvaziar por um segundo, eu fecho os olhos, respiro olho novamente e sigo em frente.&lt;br /&gt;Prefiro encarar a ausência, a morte, a não existência, o termino, o terror, o final amargo, a despedida precipitada, do que lidar com o excesso da existência.&lt;br /&gt;Existir demais é algo que talvez não seja apropriado.&lt;br /&gt;Excesso de existência te impede de ser livre, faz você ficar preso aos pequenos objetos.&lt;br /&gt;Como eu estou de mudança, estou aproveitando pra jogar mais uma sessão interminável de coisas que existem no lixo, fora do meu teto de preocupações. Meu quarto se torna tão espaçoso repentinamente, que é como se meus pensamentos conseguissem fluir melhor.&lt;br /&gt;Ver todos aqueles pequenos pedaços de papel, misturado com itens velhos, canetas, tênis furado, tudo aquilo ali, deitado esperando seu fim, esperando a morte, esperando a destruição eminente, me alegra, me esvazia, me completa com o espaço que eu desejo.&lt;br /&gt;Eu apago tudo, apago as linhas com borracha, apago as folhas com cortes, apago os CDs com riscos, apago as roupas com rasgos.&lt;br /&gt;E tudo vai me esvaziando e me permitindo preencher novamente da maneira que eu achar mais adequada, ou mais aparentemente importante no momento que eu posso me arrepender depois.&lt;br /&gt;E aquelas coisas que eu realmente mais luto para que vão fora, que se tornem lixo, que se tornem inexistências na minha vida, nunca se apagam.&lt;br /&gt;Ficam tatuadas no meu corpo, formatando minhas memórias com uma solidez tão palpável, que quase machuca. Aloja-se nos nós da minha garganta, se aglomeram formando a densa nuvem de sentimentos que sufoca meu peito. E me sufoca como um todo. Um todo cruel que se esforça a negar a existência do que gosta.&lt;br /&gt;Gostar também pode ser um fardo. Os objetos se acumulam quando você gosta, eles envelhecem, eles mudam, mas se você gosta de verdade, nunca vai querer jogar no lixo.&lt;br /&gt;É como aquele filme de alta qualidade no seu computador que tem 1giga, e é só um filme, que você já viu 300 vezes, que nem assiste mais, mas jamais deleta, nunca ele.&lt;br /&gt;Nunca apaga aquilo que por tantas vezes te mostrou algo novo quando você menos esperava, que te fez pensar tantas vezes, que te pos a chorar, a sorrir, a respirar um ar denso de imaginação.&lt;br /&gt;Eu tenho O Segredo de Brokeback Mountain no meu computador, nunca entendi a proposta do filme, nunca achei ele uma coisa legal, mas, eu gosto, eu respiro o Jack e o Ennis por todas as vezes que vejo, e eu me encanto com o acontecimento e me surpreendo todas as vezes.&lt;br /&gt;Talvez um dia o filme me sufoque tanto por estar ocupando um espaço, que por mais que eu o ame, eu o delete.&lt;br /&gt;E talvez essa seja uma das maiores provas de amor, apagar ao próximo, exilando este da dor de apagar você.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-6727642110166602902?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/6727642110166602902/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=6727642110166602902' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/6727642110166602902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/6727642110166602902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/07/ao-final.html' title='Ao Final'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-543925990681662100</id><published>2008-05-29T21:44:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:57.700-02:00</updated><title type='text'>Externo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SD9OPrahMVI/AAAAAAAAADw/KROrJYtp95k/s1600-h/hourglass.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205965725522538834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SD9OPrahMVI/AAAAAAAAADw/KROrJYtp95k/s320/hourglass.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com o tempo, todo o nervo que é tenso se relaxa, e tudo aquilo que é durável se desfaz.&lt;br /&gt;No nosso tempo, não temos tempo, portanto pouco importa.&lt;br /&gt;A velocidade que o tempo que nós não temos afasta as coisas que amamos sempre foi e sempre será assustadora.&lt;br /&gt;Às vezes fatos tão pequenos, nos prendem com tanto magnetismo, ou pessoas, ou coisas pequenas, que você nem percebe entrarem na sua vida, se colam na sua pele, e se tornam um exoesqueleto, uma proteção.&lt;br /&gt;Mas nem sempre se sai imune com essa proteção, porque a crueldade do tempo, ou da falta dele – ou até mesmo da falta de habilidade de administrá-lo – lhe retira o&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exoesqueleto"&gt; exoesqueleto&lt;/a&gt;, tão custosamente implantado.&lt;br /&gt;Talvez eu seja um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardo-eremita"&gt;Bernardo - Eremita&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Não porque me fiz um homem livre de apegos, mas sim porque o Senhor do Tempo assim me designou.&lt;br /&gt;Como o Bernardo – Eremita eu não posso, devido a coisas maiores do que meu entendimento, criar exoesqueletos. Meu único exoesqueleto me foi extraído pela cruel mão do tempo ainda na infância, levando meu maior escudo, minha melhor carta, ou seja, meu melhor amigo.&lt;br /&gt;Hoje, com as duras penas das quais se passa à vida, aprendi a circular por esqueletos. Achar uma casinha para a qual me abrigar. Fazer proteções, mas sem incorporá-las a minha pele, retira-las seria demasiado doloroso para resistir, e como o tempo é item raro, e para curá-las somente o tempo me ajudaria, eu não deixo o exoesqueleto aderir a mim.&lt;br /&gt;Circulando um tanto perdido, encontro por vezes, as mais belas e interessantes conchas para me abrigar, e também para não deixá-las sem função de existir.&lt;br /&gt;A vida parece mais feliz quando você simplesmente se move, muda, troca, sai do que é comum. E você se torna uma pessoa feliz, porque quando você analisa essa relação, você percebe que o exoesqueleto único que você criou de forma inconsciente, foi o tempo, pois ele aderiu a sua pele e a sua diversão.&lt;br /&gt;Porém, se depois de tanto tempo como Bernardo – Eremita, você assim como eu, perceber que você é um mentiroso, talvez você seja apenas um Louva – A – Deus.&lt;br /&gt;A verdade é que as pessoas simplesmente aparecem nas nossas vidas, e quando nos são especiais, o nosso próprio corpo adere a elas, todos temos exoesqueleto então. Sofremos quando vemos o tempo removê-los e sonhamos em ser Bernardo – Eremita, fingimos até ser, mas não somos.&lt;br /&gt;Nos machucamos inúmeras vezes e colocamos a culpa no tempo que remove nossos escudos, nossos exoesqueletos. Quando na verdade estamos mentindo, nosso corpo simplesmente precisa expelir o que não lhe é útil, os exoesqueletos precisam ser modificados, até no nosso coração.&lt;br /&gt;Então eu simplesmente me apego, sofro, e minto pra poder botar a culpa no tempo, quando digo que ele é o único exoesqueleto que deixo se aderir – de forma inconsciente – a meu corpo; quando na verdade é o contrário, é o único exoesqueleto que luto para aderir. Me deixo machucar e ferir pelo tempo, com esperanças de incorporar-me nele. E não consigo, porque não necessito. A verdade é que só devo soltar meus sentimentos para que eles reajam da maneira mais natural possível, meus instintos vão tomar cuidado disso tudo, e as feridas – que já são apenas psicológicas – serão inexistentes, pois não mais negarei a dor de remover as pessoas de minha vida, e sim ficarei feliz por elas terem passado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-543925990681662100?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/543925990681662100/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=543925990681662100' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/543925990681662100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/543925990681662100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/05/externo.html' title='Externo'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/SD9OPrahMVI/AAAAAAAAADw/KROrJYtp95k/s72-c/hourglass.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-8838587042927437042</id><published>2008-03-27T22:02:00.001-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:57.876-02:00</updated><title type='text'>Ao Cubo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R-xDywCyRxI/AAAAAAAAADg/9aGJsic-hBE/s1600-h/cube.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182591810365703954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R-xDywCyRxI/AAAAAAAAADg/9aGJsic-hBE/s320/cube.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A vida é uma caixa.&lt;br /&gt;Não uma caixa, mas sim um cubo.&lt;br /&gt;O cubo é formado por linhas microscópicas, que se alinham e formam as paredes do cubo.&lt;br /&gt;Quando você entende todas as pequenas linhas que formam o cubo, e entende cada linha frágil que constrói a caixa, como um fragmento de verdade tênue e mais frágil ainda, você se vê submerso no conteúdo da caixa.&lt;br /&gt;Imagine que você está numa piscina de vidro, com uma tampa, também de vidro, flutuando no espaço.&lt;br /&gt;Tudo que está fora das linhas que compõe a caixa, é um todo de verdade, é onde buscamos submergir assim que compreendermos o líquido que enche nosso próprio cubo, podendo remover as linhas, que até então se assemelham a grades. Separando você do todo/verdade.&lt;br /&gt;O líquido que te envolve e sufoca dentro do cubo, é a maneira como você desvenda e encara racionalmente cada linha de semi-verdade, e também como você tenta expor, pela turva natureza da caixa, essa verdade para os outros seres flutuando nos outros cubos, as linhas que você desvendou.&lt;br /&gt;Veja todas as caixas no fluxo-continuum tempo/espaço, e todos os seres presos tentando comunicar aos outros as linhas que eles sozinhos desmancharam, e expor como suas verdades.&lt;br /&gt;Talvez seja de grande utilidade para você àquilo que você vê os outros mostrando, mas apenas quando você compreende que você sozinho tem que desmanchar todas as linhas da sua própria caixa, você poderá se libertar dela, se deixando seguir livremente pelo fluxo-continuum, podendo projetar suas emoções.&lt;br /&gt;Agora deixe de se ver como a criatura presa dentro da caixa, e entenda que no momento, você é a caixa.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-8838587042927437042?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/8838587042927437042/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=8838587042927437042' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8838587042927437042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8838587042927437042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/03/ao-cubo.html' title='Ao Cubo'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R-xDywCyRxI/AAAAAAAAADg/9aGJsic-hBE/s72-c/cube.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2363692702708226003</id><published>2008-02-23T23:44:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:58.244-02:00</updated><title type='text'>Blue</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R8DbRvoil6I/AAAAAAAAADY/DbxM_Sb_eqg/s1600-h/natacao2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170373470112094114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R8DbRvoil6I/AAAAAAAAADY/DbxM_Sb_eqg/s320/natacao2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pra começar tudo. Sim, eu ainda sei escrever. Não, não perdi meus dedos em algum tipo de acidente violento, e nem tive danos nas minhas linhas de raciocínio.&lt;br /&gt;Simplesmente estou experimentando um estado de ausência e exílio do mundo exterior ao meu quarto e minha televisão nessas minhas férias prolongadas.&lt;br /&gt;Mas isso não acarreta na idéia de eu não conseguir estar constantemente pensando em dúvidas existenciais cruéis e demolidoras de estima.&lt;br /&gt;Como vocês leram antes então, eu estou saindo bastante com meu amigo computador e com minha amiga televisão. Naquele lugar bem popular no meu mundo de alienação, o meu quarto. Sabem o que ela tem me dito e me bombardeado freqüentemente, ela televisão, assim como ele computador?&lt;br /&gt;Seja você mesmo!&lt;br /&gt;Ta, mas porra, eu estou no meu quarto e preciso ser eu mesmo?&lt;br /&gt;Como isso funciona?&lt;br /&gt;Não tinha nada mais fácil pra me pedir?&lt;br /&gt;Então começou aquela caçada infinita dentro de mim mesmo, para entender, quem sou eu, e qual meu lugar no cosmos do meu mundo.&lt;br /&gt;E sabe, o que eu consegui foi um tremendo branco, e peso nas costas. Nada tranqüilizante.&lt;br /&gt;Sei que muitas pessoas dariam órgãos de importância secundaria para estar no meu lugar de desocupado-funcional, porém, acreditem que não é fácil.&lt;br /&gt;Tudo aquilo que faço, vem com a pergunta, estou gostando disso? É isso que eu quero para mim?&lt;br /&gt;Acreditem, essas perguntas pesam. E o pior de tudo, são pesos que não me deixam com os músculos mais definidos. Não que eu carrego outros pesos, claro.&lt;br /&gt;Ultimamente nada tem me livrado dessa coisa chata de tentar descobrir quem sou, e porque sou.&lt;br /&gt;Estou bastante perdido ainda com essa súbita finalização do segundo grau, e do branco de rotina que ele apresenta. Simplesmente quebrou toda aquela estrutura cronológica que me foi inserida pelo hábito durante todos esses anos escolares. E em especial este último ano, cheio de amigos, e faltas casuais, e professores apaixonantes, e também os odiáveis, esta me fazendo uma falta ainda maior do que qualquer outro.&lt;br /&gt;Ponto forte das férias doidas e de uma inexistência existida. Voltei pra natação.&lt;br /&gt;Eu nunca fui um esportista, e nunca me senti bem fazendo esportes, mas ainda lembro perfeitamente do dia em que com 6 anos, eu fui a um clube, onde um homem, muito alto e musculoso, me disse que seria meu professor de natação. Eu fiquei bastante confuso e me senti muito inseguro, parado ali, a beira de uma piscina, toda azul, que podia ser funda demais para mim, que poderia me sufocar com toda sua imensidão azul.&lt;br /&gt;E lá, eu pulei, e minha cabeça e meu corpo no fundo da piscina, viraram-se para cima, e eu olhei para o teto, feito de vidro, onde o sol brilhava por sobre a superfície da água, e voltei. E simplesmente voltei, com muita facilidade.&lt;br /&gt;Esforços a parte, parei quando tinha 12 anos, e hoje, depois de todas aquelas duvidas existenciais gigantes do passado, eu me deparo novamente com toda a imensidão azul de uma piscina na minha frente. Um lugar onde já estive imensamente cansado, imensamente animado e imensamente preocupado. E mergulhei novamente, e simplesmente me deixei invadir pelo azul novamente e afogar todas as duvidas, desastres, noticias. Dentro da piscina eu simplesmente sou alguém envolto de azul. Eu esqueço de tudo, e depois de muito tempo nadando, não sinto meus membros, só sinto minha consciência flutuando e sendo acalmada pelo azul.&lt;br /&gt;Talvez isso tenha feito do azul uma das minhas cores favoritas.&lt;br /&gt;Eu ainda tenho muito pouco que fazer nessas férias, portanto vou me dedicar a essa busca, e a esse esquecimento quando me deixo levar pela piscina, e aproveitar ao máximo essa minha existência ausente do mundo.&lt;br /&gt;Boa sorte pra vocês que estão existindo plenamente. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2363692702708226003?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2363692702708226003/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2363692702708226003' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2363692702708226003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2363692702708226003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2008/02/blue.html' title='Blue'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R8DbRvoil6I/AAAAAAAAADY/DbxM_Sb_eqg/s72-c/natacao2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-6506544871554627360</id><published>2007-12-23T02:14:00.001-02:00</published><updated>2008-12-13T04:48:58.444-02:00</updated><title type='text'>Eros</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R23g2LH5KdI/AAAAAAAAADQ/NK1zaXoO81M/s1600-h/eros_jovem_defende.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147017170457799122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R23g2LH5KdI/AAAAAAAAADQ/NK1zaXoO81M/s320/eros_jovem_defende.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eros (cupido do panteão romano) era o deus do amor. Mas não é minha intenção neste post debater mitologia. Vou falar sim, de Eros, como o amor, o instinto vital de atração por outro ser, derivado das linhas freudianas.&lt;br /&gt;O amor é um sentimento inexplicável de afeição, que se mostra em diversas faces. Tratando-o como Eros, existem quatro diferentes tipos de “amor”.&lt;br /&gt;A afeição (στοργη) que é o sentimento de afeto pela família, o laço de sangue que se defende de onde você extrai sua cultura, seus primeiros momentos de contato humano. É um amor sem motivos aparentes, mas que simplesmente se formaram no seu subconsciente enquanto você se desenvolvia próximo àquelas pessoas. Esse sentimento também pode ser sentido por pessoas que não estão na sua família, mas simplesmente a convivência fez este afeto crescer e se tornar στοργη.&lt;br /&gt;A amizade (φιλια, ou philia) é a forte ligação entre duas pessoas com interesse ou vidas em comum. Aquelas amizades muito fortes e arrebatadoras, são na verdade, στοργη, mas o sentimento de carinho por um estranho, aquela pessoa que você conhece, as vezes precisa de você, ou você precisa dela, este sentimento é philia. Hoje philia é uma confusão, pois como o exemplo que tenho, meu amigo Aislan, que mora em São Paulo, nos comunicamos pela internet, e simplesmente nos deparamos com a idéia de que temos cérebros quase gêmeos de tão parecidos que somos. Nunca tivemos nenhum contato físico ou nos vimos pessoalmente, porém o carinho que sinto por ele, vai além de um simples carinho, e é o philia, do século XXI.&lt;br /&gt;Eros em si (έρως) que é o amor por estar no amor, ser amor. É o fixar seu ser em outro ser, o amor por outra pessoa em si, não necessariamente carnal, ou sexual, mas o simples amor, a fixação por alguém.&lt;br /&gt;E finalmente, mas não menos importante, a caridade (αγαπη, ou agapē) que é o amor que conhecemos hoje como o amor cristão. O amor incondicional, em que você despeja seu coração para humanidade, sem pedir nada em troca.&lt;br /&gt;A discussão principal, com base em todas essas informações acima, é, o quão sentimentais, e o quão humano pode ser, nos dias de hoje, em que nossos contatos são distantes, e artificiais.&lt;br /&gt;Quando conhecemos alguém pela internet, ou falamos com alguém pelo telefone, estamos criando uma conexão entre linguagem / imaginação, que nos faz a imagem da pessoa com a qual nos correspondemos. Essa figura, assume em alguns momentos uma forma sólida, dentro de nosso cérebro, mesmo sem nunca termos o contato com ela, e desenvolvemos um sentimento de “amor” por esta figura, inexistente, mas que ao mesmo tempo existe. Sentimos saudades, vontade de contarmos nossas novidades, e desejamos o melhor para aquela pessoa, que nem sequer sabemos se está lá como diz ser mesmo.&lt;br /&gt;Vaidades da linguagem nos prendem a isso.&lt;br /&gt;Tendo em mente que, não existe pensamento fora da linguagem, pois, nada que você pense, pode deixar de ser associados às palavras de sua língua-pátria, o amor, é também só uma vaidade da linguagem?&lt;br /&gt;Quando você descobre, durante a sua vida, os seus sentimentos, eles sempre vem caracterizados com uma palavra. Dor, saudades, fome, cansaço, enfim, você sempre descreve o que sente, pois se não pudesse descrever, estaria sentindo outra coisa. (?)&lt;br /&gt;Veja se você concorda comigo neste ponto.&lt;br /&gt;Quando um amigo seu viaja, e fica por meses fora, ou você viaja, e larga seu lar, você sente saudades, certo?&lt;br /&gt;Mas se você fosse norte americano, e nunca tivesse tido um contato com o português, a sentença correta para a situação, seria I miss my house (eu sinto falta de casa).&lt;br /&gt;Você define sentir falta, e sentir saudades como a mesma coisa?&lt;br /&gt;Então é certo dizer que um norte-americano sente saudades?&lt;br /&gt;O mesmo se aplica para todos os sentimentos, pois o comportamento humano é totalmente dependente de sua língua-pátria.&lt;br /&gt;Por isso cada povo tem características tão singulares.&lt;br /&gt;E as vezes até mesmo dentro de um mesma língua, as variações regionais, travam milhões de diferentes batalhas na formação do comportamento do individuo.&lt;br /&gt;Portanto se lembrarmos daquele amigo que citei, na segunda forma de Eros, o que eu sinto por ele, pode ser sentido em parte dele, por mim?&lt;br /&gt;Como nosso contato é única e exclusivamente com expressão da grafia, será que o que sentimos um pelo outro, pode ser definido como um único sentimento?&lt;br /&gt;A grande questão nisso tudo é ágape, aquele amor universal que você acha que não existe sabe?&lt;br /&gt;Se você é cristão, budista, ou tem qualquer outra religião que pregue o amor incondicional, olhe para dentro de você mesmo, e reflita.&lt;br /&gt;Você consegue amar sua mãe? E seu pior inimigo? Você se deitaria na sua cama e desejaria tudo de bom, para todas as pessoas que te fizeram mal durante o dia?&lt;br /&gt;Pense no quão difícil isto é. Não só perdoar quem te faz mal, como desejar aquilo de melhor para esta pessoa. E o quão sincero isto é?&lt;br /&gt;Sentir realmente, é muito diferente do que podemos transmitir, sentir é uma reação fisiológica. O amor é fisiológico. O romance é linguagem.&lt;br /&gt;Transmitir seus sentimentos para outras pessoas, como dizer “eu te amo”, para seu companheiro, é prender aquela reação fisiológica sua, numa cadeia de regras de linguagem, e deixar ela pairar em um mundo alternativo, que fica entre as suas idéias, e a compreensão delas pela outra pessoa.&lt;br /&gt;O que quis dizer com tudo isso, é que hoje, o amor incondicional, faz parte de um imaginário popular, e que o amor, realmente, é só uma vaidade da língua. Desculpe Freud, mas, o sentimento de desejo incondicional por uma pessoa, só poderia, e é explicado, pela língua. A reação fisiológica, e subconsciente é simplesmente uma “coceira” psicológica. Pois o que realmente implica isto tudo, é a comunicação.&lt;br /&gt;As idéias ficaram um tantinho vagas, eu sei, mas eu quis passar mais ou menos algumas coisas que estive pensando, sobre a sinceridade dos sentimentos humanos.&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-6506544871554627360?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/6506544871554627360/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=6506544871554627360' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/6506544871554627360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/6506544871554627360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/12/eros.html' title='Eros'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R23g2LH5KdI/AAAAAAAAADQ/NK1zaXoO81M/s72-c/eros_jovem_defende.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-1627014288610818692</id><published>2007-12-12T19:57:00.000-02:00</published><updated>2008-12-13T04:48:58.595-02:00</updated><title type='text'>Holiday</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R2BZ4n50NZI/AAAAAAAAADI/MuY6TyEyl_U/s1600-h/writter.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143209603776132498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R2BZ4n50NZI/AAAAAAAAADI/MuY6TyEyl_U/s320/writter.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Abandonados as traças hein?&lt;br /&gt;Não esqueci do blog, mas realmente, não escrevi nada também, comecei um post, que jamais terminava, me enrolei por recuperações, vestibulares, bebedeiras, pessoas, filmes e tudo mais.&lt;br /&gt;Porém nem tudo está perdido. Sempre que se existe vida, existe uma esperança, e talvez até sem ela.&lt;br /&gt;Férias pela frente. Tenho metas para elas.&lt;br /&gt;Quero viajar, no mínimo duas vezes. Eu amo viajar, não agüento mais ficar estagnado no mesmo lugar, preciso me mover, conhecer gente nova, mudar a rotina.&lt;br /&gt;Não só quero como devo abandonar alguns velhos hábitos. Este ano não fui a pessoa dedicada que eu sempre fui, então não posso deixar isso se perder completamente no passado. Seja lá o que eu esteja fazendo ano que vem, serei dedicado, e vou provar que sou ótimo em tudo aquilo que faço.&lt;br /&gt;Essas férias serão literárias. Vou ler todos os livros que puder. Finalizar o meu, começar o roteiro do meu musical, escrever canções, evitar esse sol fuzilador de cérebros.&lt;br /&gt;Enfim, serão as melhores férias possíveis.&lt;br /&gt;Quero dar atenção a todos os meus amigos, se possível rever alguns antigos, e encontrar alguns novos. Irei estar abertamente dedicado para tudo que meus amigos precisarem.&lt;br /&gt;Quero muito um animal de estimação, mas estou com medo de que, se por acaso eu arranje um outro gato (detalhe, já tive oito ao todo) eles não me permitam conviver com minha renite.&lt;br /&gt;Mudando os rumos da conversa (?)...&lt;br /&gt;Eu comecei a escrever, porque simplesmente do nada, recebi um e-mail, de um grupo astrológico, dizendo que eu tenho o dom da comunicação, e que devo ser apreciador da literatura.&lt;br /&gt;Não, eu não acredito em astrologia, não exatamente, mas olha bela surpresa, tirou do fundo do baú da minha mente, que sim, eu aprecio literatura. Apesar de que eu me esqueci disso.&lt;br /&gt;Vestibular soltou seus tiros, eu me esquivei bem, acredito eu.&lt;br /&gt;Espero pontuar o suficiente para entrar para letras inglês, mesmo que eu fique preso no terceiro ano por mais tempo, pelo menos vou provar pra mim mesmo que consigo.&lt;br /&gt;Alias já provei, eu achei a prova fácil.&lt;br /&gt;Não tenho nenhum assunto filosófico, nem nenhuma discussão imensa a apresentar hoje, raramente eu escrevo coisas assim no blog, mas achei uma coisa especial pra compartilhar, e também por que eu estou com saudades dos meus leitores. Também tirar as teias de aranhas daqui né.&lt;br /&gt;Aranhas cibernéticas.&lt;br /&gt;O próximo post será interessante, prometo.&lt;br /&gt;Saudades de escrever... Meus dedos estão felizes.&lt;br /&gt;Irei rumo ao livro agora.&lt;br /&gt;Beijos pra todos.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-1627014288610818692?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/1627014288610818692/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=1627014288610818692' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/1627014288610818692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/1627014288610818692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/12/holiday.html' title='Holiday'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/R2BZ4n50NZI/AAAAAAAAADI/MuY6TyEyl_U/s72-c/writter.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5456711276127361532</id><published>2007-10-12T01:12:00.001-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:58.788-02:00</updated><title type='text'>Verdades Artificiais</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rw70SQll6NI/AAAAAAAAACo/gQG1E8w8jBg/s1600-h/liar_liar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120298420894296274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rw70SQll6NI/AAAAAAAAACo/gQG1E8w8jBg/s320/liar_liar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma pergunta me pegou há uns tempos atrás, desprevenido, e por fim, me viciou nela, não conseguia parar de refletir sobre ela.&lt;br /&gt;Seguinte. Meio que até de brincadeira, uns amigos da minha sala estavam conversando sobre assuntos aleatórios, e uma exclamação me puxou a atenção. Um deles perguntou qual o gosto da verdade?&lt;br /&gt;Eu automaticamente comecei a divagar, e falei:&lt;br /&gt;- A verdade, tem gosto de plástico. É um plástico duro, quente, que você nem se quer é obrigado a engolir, você simplesmente opta por engoli-la, ela vem como uma oferta irrecusável. Porém inexistente.&lt;br /&gt;De fato, ninguém me deu atenção e a divagação acabou sozinha na minha mente.&lt;br /&gt;Tive o prazer de explanar esta idéia um pouco melhor pra Mabel (só ela pra ouvir mesmo), então ela já sabe mais ou menos o rumo que o texto vai tomar. Mas adicionei alguns complementos.&lt;br /&gt;O que falar sobre a verdade, se, não sabemos o que é, nem quão fixas são as verdades.&lt;br /&gt;A verdade (?), é que VERDADE não existe por mais do que segundos. Todas as afirmações, crenças, e tudo, vão passar então isso faz uma inexistência de verdades.&lt;br /&gt;Tudo que está na mão do homem está em transformação e constante descoberta, isto lega um fardo, que vai além do instinto humano de conhecer a verdade.&lt;br /&gt;Porém existem aquelas semi-verdades efêmeras, que estão dentro de nós, e dizem algo sobre nós mesmos, que caso caiam nas mãos de terceiros nos destroem, e não são verdades universais, mas, são nossas verdades particulares, o que cria um ciclo, uma teia, que se enreda infinitamente num ciclo de verdades, e pequenas verdades, além daquelas verdades por aceitação, e das inverdades necessárias.&lt;br /&gt;Essas verdades particulares são aquelas que devemos saborear, e é destas verdades que a pergunta trata.&lt;br /&gt;Qual o sabor da verdade?&lt;br /&gt;E mais, a textura, quão digerível uma verdade pode ser, em uma sociedade, que diz que mentir é “menos pior”?&lt;br /&gt;A verdade é quente, amarga, dura, e difícil de aceitar. É uma coisa complexa, a gente nem sabe como servi-la, nem como consumi-la.&lt;br /&gt;O que deixa a verdade esquecida, de lado, em segundo plano. Porque a verdade, além de tudo, é feia.&lt;br /&gt;Por que aceitaríamos a verdade então?&lt;br /&gt;Quando criança, se vermos uma senhora velha, e dizemos que ela é feia, nossa mãe nos reprime, e pede que sejamos simpáticos. Em pouco tempo, aprendemos a dizer para pessoas que não nos agradam, que sim elas estão bonitas.&lt;br /&gt;E já que aprendemos o conceito básico, aderir a todo o resto, a corrupção, a dissimulação, a manipulação, e todas as faces da mentira, é apenas um passo.&lt;br /&gt;O que ninguém quer é a verdade. É muito mais fácil nos conformarmos com os fatos, por mais efêmeras e passageiras que as verdades sejam, por mais que todas elas vão se dissolver. O direito de tentar chegar o mais próximo possível da verdade, é uma coisa marcada, fadada ao nosso ciclo, foi adicionada ao nosso sangue.&lt;br /&gt;Então por que estamos em uma época, de indiferença com a verdade?&lt;br /&gt;Sim, porque, acho que a partir do momento que vemos uma coisa claramente, devemos tomar uma atitude a respeito.&lt;br /&gt;Por exemplo, sabemos que a corrupção na política está desviando uma verba de alta importância para sistemas básicos da sociedade aqui no Brasil, então, por que achar melhor esperar o Lula levantar seus quatro dedos e dizer que, não, as coisas estão tomando um rumo, os projetos estão sendo bem sucedidos, e mais mentiras, que nós, temperamos com sabor artificial de verdade, e consumimos?&lt;br /&gt;A mentira é o miojo do novo milênio, nós temos em todas as cores, e podemos personalizar, simplesmente a pegamos, e temos o divino direito de temperá-las da maneira que mais nos agrada e aí consumir.&lt;br /&gt;É o descaso que condena, e nós todos estamos condenados. Sem apontar o dedo para ninguém, mas ao mesmo tempo apontando, inclusive para mim mesmo, que por muitas vezes, preferi disfarçar com sabores de verdades as mentiras na minha vida.&lt;br /&gt;Para finalizar então, vou dar uma sugestão/aposta para quem leu o texto.&lt;br /&gt;Já assistiu ao filme, O Mentiroso? Com o Jim Carrey?&lt;br /&gt;Bem é um filme em que o filho do personagem principal (Jim), faz um desejo ao assoprar as velas de seu bolo de aniversário, para que seu pai nunca mais mentisse.&lt;br /&gt;Então, não mintam. Não para sempre lógico, porque aí seria necessário que você cometesse suicídio, ou você ia ser assassinado mesmo.&lt;br /&gt;Mas enfim, não minta por um dia, um único que seja, mas não vale num domingo em que você vá ficar em casa, nem em um feriado. Tem que ser um dia como todos, que você faz suas atividades diárias.&lt;br /&gt;Eu ainda não tentei, mas assim que tentar, verei o que acontece.&lt;br /&gt;Se alguém tentar, deixa nos comentários como foi e vamos compartilhar nossas 24 horas de verdade.&lt;br /&gt;Beijos Amados Leitores.&lt;br /&gt;=)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5456711276127361532?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5456711276127361532/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5456711276127361532' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5456711276127361532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5456711276127361532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/10/verdades-artificiais.html' title='Verdades Artificiais'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rw70SQll6NI/AAAAAAAAACo/gQG1E8w8jBg/s72-c/liar_liar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-8597050125126964570</id><published>2007-09-16T21:27:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:58.942-02:00</updated><title type='text'>Ininteligibilidade dos Clichês</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Ru3KILI0TzI/AAAAAAAAACg/_fiB2JlpZVk/s1600-h/fausto-789866.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110963393912917810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Ru3KILI0TzI/AAAAAAAAACg/_fiB2JlpZVk/s320/fausto-789866.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo já se deparou com um conselho, ou idéia, que pensou que soasse como um clichê.&lt;br /&gt;Isso é um fato da vida.&lt;br /&gt;Porém, depois de tanto, tempo a cadeia psicológica de clichês não deveria ser modificada?&lt;br /&gt;Claro, de fato, se mudassem, não seriam clichês.&lt;br /&gt;Porém, entretanto, todavia, contudo porque reclamamos do fato de algo ser clichê, e não simplesmente aprendemos com os clichês?&lt;br /&gt;Por exemplo, é um clichê dizer que ninguém se preocupe com o que os outros pensem de você. Então, porque maioria das pessoas se preocupa, nem que seja lá no fundinho do âmago?&lt;br /&gt;Porque nos clichês, estão às maiores inseguranças existenciais da humanidade, os maiores questionamentos do homo-sapiens.&lt;br /&gt;Então, da próxima vez que vermos um clichê, vamos parar e analisar, que, se isso se sustenta por tanto tempo, é porque não morreu, então não adianta reclamar que é clichê, porque não vai ser apagado, afinal você não sabe não é?&lt;br /&gt;Pois bem!&lt;br /&gt;Beijos Alex (Piada interna [Lê-se Álex, sílaba Tônica no A])&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-8597050125126964570?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/8597050125126964570/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=8597050125126964570' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8597050125126964570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8597050125126964570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/09/ininteligibilidade-dos-clichs.html' title='Ininteligibilidade dos Clichês'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Ru3KILI0TzI/AAAAAAAAACg/_fiB2JlpZVk/s72-c/fausto-789866.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-7661337908785917442</id><published>2007-09-11T00:31:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:59.077-02:00</updated><title type='text'>Inveja e a Pedra-Polida</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RuYMYwvGJGI/AAAAAAAAACY/Qtg-zY4UhBQ/s1600-h/envy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108784446837236834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RuYMYwvGJGI/AAAAAAAAACY/Qtg-zY4UhBQ/s320/envy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O sentimento mais doloroso e destruidor da humanidade.&lt;br /&gt;Sei que tem pessoas morrendo de fome, pessoas sem pernas, gente morrendo de dor, e a coisa mais linda da inveja, no meio disto tudo, é que eu não ligo à mínima.&lt;br /&gt;Não quero saber, por mim que tudo exploda.&lt;br /&gt;O sentimento de inveja, concerteza surgiu quando algum primata infeliz conseguiu uma pedra polida, muito mais polida que as outras pedras polidas, pegou a bela pedra, e jogou no lago, e ela quicou muito mais que qualquer outra pedra, e ele foi muito mais feliz que qualquer outro primata um dia foi, porque nenhum outro teve uma pedra tão polida para jogar no lago.&lt;br /&gt;Eu já conheci o homem que é minha pedra polida, ou pelo menos, eu ainda não encontrei nenhuma pedra mais polida que aquela. Porém, devido a uma infeliz casualidade do destino, eu não alcancei a pedra no fundo do rio onde eu quis pegar ela, era muito longe pra mim, então, como ordem natural, uma pedra polida, tão polida, não conseguiria ficar lá muito tempo sem ser jogada para mais longe ainda, tornando ela ainda mais especial.&lt;br /&gt;Eis que um belo rapaz, pega a pedra, ele alcançou lá no fundo, onde outros não foram, e pegou a pedra. E agora, a segundos atrás, ele lançou a pedra, na frente dos meus olhos, e eu catatônico, nunca vi nenhuma pedra quicar como aquela, na superfície do lago. Aquela pedra tão polida, que fazia o lago ser mais bonito, a luz do sol que brilhava nas gotas lançadas no contato da pedra com a água pareciam perfeitas e exatamente as mesmas gotas que eu precisava para não secar naquela hora.&lt;br /&gt;Eu olhei o rapaz que lançou a pedra, e outra pedra, porém nada polida, e sim quente e ácida caia em meu estômago. O som foi devastador, caiu lentamente, mas soou como uma explosão atômica.&lt;br /&gt;As gotas que antes se formavam no rio, tentavam com uma insanidade violenta cair de minha face, apenas pelo simples desejo, quase infantil, de ter a minha pedra polida, que eu deveria ter pego, ou então simplesmente de me deparar com uma pedra muito mais polida do qualquer outra pedra entre as partículas do universo, mostrar ela para o rapaz, e jogar muito mais longe do que aquela pedrinha-nem-tão-polida.&lt;br /&gt;Nem tão polida, mas era suficientemente polida para mim.&lt;br /&gt;É incrível como alguns sentimentos humanos são tão infantis que são quase inadmissíveis. Nunca soube lidar com inveja, nunca tive inveja de quase nada. Porem sou uma pessoa de gostos refinados, e tenho certeza do polimento de uma pedra, já lancei muitas pedras ásperas, e muitas pedras até bastante polidas no lago, e sabia que minha pedra polida era aquela, e eu á queria agora, como uma criança deseja um brinquedo, eu simplesmente queria, faria um escândalo por ela, e alguma outra criança irritante pegou e foi embora.&lt;br /&gt;Até hoje nenhum sentimento me deixou tão full of rage, ou tão furioso quanto a inveja, o estomago dói, os dedos tremem, os olhos fecham, a respiração pesa, a garganta oscila, tudo por que não alcancei a pedra.&lt;br /&gt;Com os tempos e a maturidade, talvez uma síndrome de conformismo abata esta angústia e me faça conviver mais tranqüilamente com a inveja.&lt;br /&gt;Mas por hora me sinto mal, muito mal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-7661337908785917442?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/7661337908785917442/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=7661337908785917442' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7661337908785917442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7661337908785917442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/09/inveja-e-pedra-polida.html' title='Inveja e a Pedra-Polida'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RuYMYwvGJGI/AAAAAAAAACY/Qtg-zY4UhBQ/s72-c/envy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2666214454770196983</id><published>2007-08-22T21:27:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:59.181-02:00</updated><title type='text'>Caminho de Dragões</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RszagQvGJFI/AAAAAAAAACQ/yaQHLC1ebgc/s1600-h/5845648454.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101692725687100498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RszagQvGJFI/AAAAAAAAACQ/yaQHLC1ebgc/s320/5845648454.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que tempos complicados.&lt;br /&gt;Tudo turbulento, amizades, saúde, coisas pra fazer.&lt;br /&gt;No final das contas a gente só vai com o turbilhão e reza pra cair em um lugar suficientemente seguro pra seguir em frente de novo.&lt;br /&gt;Não consigo parar de me coçar um segundo por causa desta maldita alergia sem graça e sem motivos. Motivos psicológicos. Talvez tudo na vida seja derivado de repressões psicológicas que agem destrutivamente em conjunto com nosso inconsciente.&lt;br /&gt;Meu livro tá meio parado, agora que eu estava empolgado em escrever, o tempo passou e eu fui deixando.  Vou começar a organizar uma peça bem legal na escola, um teatro escrito por mim como uma re-leitura do sítio do pica-pau amarelo. Quero fazer uma comédia adolescente pós-moderna. Que combine com a atualidade, que faça rir, mas não muito, que faça pensar, que prenda... A idéia é ótima, só falta desenvolver.&lt;br /&gt;Tenho que dar um jeito de aprender a matéria de química, para que se por acaso eu rode de ano devido a minha própria irresponsabilidade, eu não o faça de uma forma tão vergonhosa.&lt;br /&gt;No fundo eu ando melancólico e cansado de tudo, mesmo sem ter feito nada.&lt;br /&gt;Mas parece que a grande nuvem cinza do inconsciente decidiu pairar sobre mim. Em meio a alergias, leituras, idéias e sono. Muito sono.&lt;br /&gt;É incrível como um desocupado usual como eu, fica cansado. Quem trabalha nem imagina como não fazer nada canse.&lt;br /&gt;Estava pensando a respeito de uma coisinha que me ocorreu agora.&lt;br /&gt;Soulmates.&lt;br /&gt;Estava ouvindo placebo, e me transportei pra idéia da musica.&lt;br /&gt;A música “Soulmates Never Die”, do CD Sleeping With Ghosts. Uma musica melancólica, bonita. Em que ele fala de uma maneira muito tocante que almas gêmeas nunca morrem.&lt;br /&gt;Será mesmo que ao menos existem almas gêmeas?&lt;br /&gt;A definição de almas gêmeas vem de uma história antiga, onde os humanos eram outra espécie de ser, com os dois sexos, e foram separados pela maldição de um determinado deus, e condenados a andar por este mundo atrás de sua outra metade.&lt;br /&gt;É uma idéia um pouco incomoda.&lt;br /&gt;Vamos atrás de alguém sem nunca saber se acertamos, é bastante assustador. A necessidade do humano de achar outra parte.&lt;br /&gt;Eu acho que uma pessoa pra fazer parte da sua vida, de uma forma conjugal, não pode ser alguém parecido com você, e que concorde com você em tudo.&lt;br /&gt;Se fosse assim, tudo seria muito fácil, e fácil não faz crescer, fácil não faz aprender.&lt;br /&gt;Quando vejo alguém muito parecido comigo, corro, não vale à pena.&lt;br /&gt;A pessoa certa, em minha opinião, é aquela que te faz rir, e que briga com você, que te incomoda nas suas fraquezas, que apóia suas lutas, mas questiona aquilo que está errado, sendo que se caso esteja errado, você corrige, se não ele se desculpa.&lt;br /&gt;É um assunto delicado, não sei ser sucinto suficiente a respeito, mas é de fato bonito.&lt;br /&gt;Isso é uma coisa animadora também, pois aqueles que se sentem mal em relação a uma pessoa, podem ter certeza de que não era ela, então acharão uma melhor talvez.&lt;br /&gt;As relações humanas são um formigueiro de dragões na verdade, eu não costumo apreciar queimaduras, mas adoro fuçar no assunto.&lt;br /&gt;São dragões selvagens, com mais fogo do que todos, escondidos em pequenos cantos que fazem a grande complexidade da máquina encefálica humana. Dragões do amor, dragões do ódio, dragões que correm pra se libertar de dentro do controle de seus donos.&lt;br /&gt;Assim como os dragões, têm asas pra voar, têm força pra lutar, têm fogo pra machucar. Têm um coração pra honrar. Cultiva suas esperanças mais profundas e protege violentamente de qualquer coisa ameaçadora que se aproxime.&lt;br /&gt;Alguns sentimentos são tão deturpadores e fortes que fazem indivíduos cometerem atos ligeiramente irresponsáveis, a raiva, a inveja.&lt;br /&gt;Mas quem segura dragões que querem voar?&lt;br /&gt;Mas acima de tudo, são esses dragões que fazem o mundo girar, as pessoas nascerem, o mundo continuar existindo nessa monotonia de uma busca por outra parte perdida, o elo perdido. São as necessidades especiais, as peculiaridades do desejo que transgridem a vontade de entender cada fel do mel.&lt;br /&gt;Cada dia que se passa e os dragões se soltam e se desprendem aprendemos coisas novas. Experimentamos nossos limites, e nos punimos, para termos um comportamento interessante, para nós ou para outra parte. Na hora em que ela chegar, munida de seus dragões descontrolados e ávidos por sangue rosa dos lábios daquele pequeno signo carnívoro que há séculos um deus mal humorado separou.&lt;br /&gt;Isto também nos transporta para confrontarmos todos os preconceitos a respeito de um destino já escrito. Que não exatamente foi escrito, mas foi pré-determinado, por uma força maior, mas que não tem nada de sobrenatural, afinal o que há de sobrenatural em desejos?&lt;br /&gt;O ser humano é apenas uma janela de expressões internas, apenas um interpretador de dragões a espera de seu lar.&lt;br /&gt;É a graça da vida, é a espera, é a passagem.&lt;br /&gt;Quem sabe um dia, alguém encontre um pedaço perdido por ai, ou algum deus mais fique tão indignado que nos divida de novo, fazendo nossa trilha já amaldiçoada se tornar quaternária.&lt;br /&gt;Achar a fonte de desejo de tudo que nos tornaríamos pela pessoa. A pessoa que você derramaria uma lágrima que você se faria água para não secar. Você se torna pai pra conciliar. Que protege você daquilo que você mesmo quer.&lt;br /&gt;Você se entrega e vai, é dela, aposta só.&lt;br /&gt;Eu sigo só, por enquanto, e é assim que vamos. O longo caminho dos dragões.&lt;br /&gt;Por aqui que fico, beijos pros leitores que agüentaram até aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2666214454770196983?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2666214454770196983/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2666214454770196983' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2666214454770196983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2666214454770196983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/08/caminho-de-drages.html' title='Caminho de Dragões'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RszagQvGJFI/AAAAAAAAACQ/yaQHLC1ebgc/s72-c/5845648454.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-137532718978911304</id><published>2007-08-03T00:31:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:59.445-02:00</updated><title type='text'>Obsolescência Programada</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RrKiBCo013I/AAAAAAAAACI/eRqdQrBycLw/s1600-h/led-zeppelin-swansong-5200101.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094312267281127282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RrKiBCo013I/AAAAAAAAACI/eRqdQrBycLw/s320/led-zeppelin-swansong-5200101.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A exibição de arte, expressão, e imagem se tornou rotina nos últimos anos, devido à assustadora evolução dos meios de comunicação, especialmente a internet. O princípio fundador da exibição, ou o exibicionismo, é a necessidade pessoal de expressar algo, sempre tentando se destacar de algo/alguém, fazendo as pessoas se tornarem populares.&lt;br /&gt;O bom exibicionista tem noção de sua imagem, e entra quase em desespero a partir do momento em que é ignorado. O exibicionismo, da corda a outro quesito, o sensacionalismo da mídia, que é exatamente o expor o indivíduo-produto manipulando a ordem e veracidade de historias na qual esteja envolvido.&lt;br /&gt;Ainda, além disso, vem a idéia, de que hoje, ser exibicionista, e se sentir diferente com isso é surreal, pois com a velocidade astronômica do consumo de informação, querer classificar uma exposição como diferente, nos torna abomináveis.&lt;br /&gt;No mundo online, o ser humano vem consumindo a informação secamente, sem um requinte remetido há tempos atrás. Se alguns anos atrás você entrasse em uma loja, e comprasse um álbum de uma banda de rock internacional, você ouviria se restringiria as fotos do encarte do álbum, e ficaria na imaginação do que mais poderia ser aquilo, em como eram as pessoas, e raramente teria acesso à informação real. Formava uma espécie de glamour, deixava as coisas mais legendárias, elas eram mais especiais de fato, pois as pessoas tinham mais coerência na hora da degustação, pensavam mais a respeito.&lt;br /&gt;Hoje quando você “compra” o cd de uma banda internacional, o que raramente acontece, pois é mais comum baixar, você simplesmente pesquisa no Google, ou Youtube, e tem acesso a vídeos e imagens da banda, se não gosta descarta, e vai pra próxima, acabando com a mágica existente no som, na qualidade de indivíduo como músico e outras coisas agradáveis de apreciar em uma arte.&lt;br /&gt;Logicamente isto não se remete apenas a musica, todas as formas de arte são banalizadas, pois o excesso de exposição retira a singularidade das coisas. E se destacar se torna cada vez mais fácil, e também difícil, pois apesar de ser quase gratuito, não sendo apenas pelo fato de internet ainda ser paga, é difícil porque serão milhares de outras informações correndo e tomando o foco do navegador, ávido por coisas novas.&lt;br /&gt;Jovens e adultos se tornam quase vampiros tecnológicos, sugando tudo de novo, o sangue de plástico que renova. Criasse uma necessidade de estréias, as coisas se tornam enjoáveis tudo tem que ser descartado, ou então é desesperador.&lt;br /&gt;As mídias mais antigas, como a televisão, perdem seu espaço aos poucos, e continuaram perdendo, pois o investimento na indústria da rede de internet é muito mais ampla, útil, e rápida.&lt;br /&gt;A palavra-chave da idéia do exibicionismo digital, velocidade.&lt;br /&gt;Tudo precisa ser exibido rapidamente, ou não, mas mesmo sem querer acaba sendo, pois divulgar é simples. Talvez criando algo negativo, como no caso do exemplo acima do cd. Pois realmente não se sabe ao certo, se velocidade é sinônimo de qualidade. Existirão aqueles que acham que está tudo ótimo como está, e se preocupar com qualidade hoje em dia é absurdo, pois tudo é feito de uma forma mais avançada.&lt;br /&gt;Eu penso nisso como um ledo engano, pois a singularidade de cada coisa as torna especiais e mais vivas. Admirar um quadro é uma experiência de viagem ao mundo da tela, do pintor, a vontade de saber mais a respeito. Sendo mais simples você clicar na internet em uma janela com o nome do pintor e descobrir tudo a respeito e passar pro próximo.&lt;br /&gt;Agora chega então a idéia principal, o exibicionismo tecnológico, facilitou a divulgação de arte, e todas as coisas, porém ao mesmo tempo, ironicamente, privatizou a arte, elitizou. Arte de verdade, é apenas para aqueles que a apreciam e tem muita vontade de consumi-la. Não vemos arte, vemos produtos do capitalismo. Não afirmando que tudo que é novo, logo será não-artístico, lixo digital, não de forma alguma, a arte ainda está viva, dentro de todos, é apenas uma questão de visão, mas ela está banalizada. Esquecida.&lt;br /&gt;Filosofe a respeito, vale mais a pena pegar o resumo do livro em um computador ou realmente ler e conhecer todas as arestas da história?&lt;br /&gt;Assim será com todas as outras formas de expressão.&lt;br /&gt;Não deixem a arte morrer, apreciem as coisas com atenção, singularizem, não classifiquem, gostem não engulam, não programem em que momento as coisas se tornarão obsoletas.&lt;br /&gt;A vida se torna muito mais agradável combinada com o amor a arte.&lt;br /&gt;Vale à pena.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-137532718978911304?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/137532718978911304/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=137532718978911304' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/137532718978911304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/137532718978911304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/08/obsolescncia-programada.html' title='Obsolescência Programada'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RrKiBCo013I/AAAAAAAAACI/eRqdQrBycLw/s72-c/led-zeppelin-swansong-5200101.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-7642636507817820886</id><published>2007-07-16T01:48:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:59.592-02:00</updated><title type='text'>About My Girl</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rpr7LNAxOvI/AAAAAAAAACA/KpNVCmzaPlA/s1600-h/ATgAAADsFnQwqtu0FipUF4ixNNkrtQAAqOtxI7joWj51EjH1Q0E4xHZ7m1S8B5ZnLiUiATlAYilMudc-z-tKFex6-MHVAJtU9VD0Zp94w2QdPVAP4egFdIFlFmNm9w.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087654898958416626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rpr7LNAxOvI/AAAAAAAAACA/KpNVCmzaPlA/s320/ATgAAADsFnQwqtu0FipUF4ixNNkrtQAAqOtxI7joWj51EjH1Q0E4xHZ7m1S8B5ZnLiUiATlAYilMudc-z-tKFex6-MHVAJtU9VD0Zp94w2QdPVAP4egFdIFlFmNm9w.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que falar sobre a minha garota e quem é minha garota?&lt;br /&gt;Apesar de que no fundo isso tudo é sem sentido porque eu nem sei se gosto de garotas.&lt;br /&gt;Deixaremos então, as garotas de lado.&lt;br /&gt;Quero falar sobre mulheres.&lt;br /&gt;Eu gosto de muitas coisas nas pessoas que gosto, e odeio muitas coisas, fazendo com que no fundo eu questione violentamente se eu realmente sei do que eu gosto, ou se seria apenas coisas que não me desagradaram suficiente para eu dizer que não gosto. Focando-me no que gosto, penso logo em coisas diferentes e inteligentes, e especialmente no que se trata de garotas elas têm que se superarem neste quesito para que eu note a simples existência delas, e existe uma garota que já fez isso.&lt;br /&gt;Em um momento onde eu estava absolutamente convicto a esquecer de tudo em relação a meu mundo com pessoas, apareceu ela, a menina mais legal, mais linda, mais sexy... Na real, esquece, puta baboseira, a real é que chegou uma mulher, admirável, inteligente, e que me deixava absurdamente excitado, sem papas na língua aqui, afinal ela admira isto em mim.&lt;br /&gt;O fundamento final deste texto é totalmente inexistente, apenas estou com saudades e falta do carinho da minha menina, e decidi explanar meus sentimentos a respeito dela.&lt;br /&gt;Sinto-me medíocre redigindo apenas um texto para alguém que merece uma poesia, devido à imensa notabilidade que atingiu na minha vida, porem minhas poesias tem mania de sair pela culatra.&lt;br /&gt;Eu sei que decepcionei minha menina em algumas coisas ultimamente, e em nossa atual relação se baseia no apego fraternal, porem a principio foi uma simples paixão. Bela, curtíssima e pseudo-trágica.&lt;br /&gt;A conheci, a desejei, recebi seu desejo, queimamos nosso desejo em um beijo que nos marcou e ainda nos une nestes 1 ou 2 anos, e agora estamos lado a lado, como amigos, convivendo.&lt;br /&gt;Mas o que realmente interessa neste texto, redigido pela minha incomum saudade de uma mulher distinta de minha mãe, é mostrar a grande admiração que sinto por ela… não citei nomes neste texto, pois gosto de textos atemporais e impessoais, fazendo com que você imagine o que quiser a partir das palavras, sem limitar-se a rótulos.&lt;br /&gt;Nunca em minha vida tinha conhecido alguém tão culturalmente sedutora quanto ela. Simplesmente derrubou meu queixo, ela uma fêmea, sabia, que até hoje me surpreende. Os tiros vinham de todos os lados, o veneno se diluía também, pois tudo de bom tem suas distintas opiniões verdadeiras para os explanadores delas, mas enfim, não sei explicar em palavras, no fundo talvez tivesse sido inveja, misturada com desejo, depois ciúmes, e sinceramente, eu era muito mais criança antes de ter vivenciado todos os sentimentos que vivenciei devido a sua existência.&lt;br /&gt;Quero enfim agradecer e pedir desculpas pela falta de excelência no texto, e dizer que te amo, muito, mesmo que de qualquer jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: desculpa pela grafia ridícula do texto, mas estou usando um dinossauro pra escrever e os acentos ficaram muito debilitados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pps: Esqueci de citar que ela é absurdamente, assustadoramente, adoravelmente, e sei lá mais o que mente linda... to tendo colapsos de vontade de te ver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-7642636507817820886?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/7642636507817820886/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=7642636507817820886' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7642636507817820886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/7642636507817820886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/07/about-my-girl.html' title='About My Girl'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rpr7LNAxOvI/AAAAAAAAACA/KpNVCmzaPlA/s72-c/ATgAAADsFnQwqtu0FipUF4ixNNkrtQAAqOtxI7joWj51EjH1Q0E4xHZ7m1S8B5ZnLiUiATlAYilMudc-z-tKFex6-MHVAJtU9VD0Zp94w2QdPVAP4egFdIFlFmNm9w.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2821040226999038887</id><published>2007-06-07T00:15:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:59.781-02:00</updated><title type='text'>Nostalgia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rmd5DZq2PHI/AAAAAAAAAB4/ky2ySN3_jbs/s1600-h/Foto2p21437.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rmd5DZq2PHI/AAAAAAAAAB4/ky2ySN3_jbs/s320/Foto2p21437.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073156604593323122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sentimento comum de confusão e saudade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Dá saudade!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Durante a tarde eu estava com um amigo recordando alguns momentos do passado, da infância para ser mais exato. Sensacional, as lembranças tão lindas da infância.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Às vezes eu penso que vou enlouquecer completamente porque sinto absurdos de saudade de ser criança. Minha infância foi muito linda, carreguei um amigo em especial e quadrinhos, animes, musicas e coisas características. Que hoje eu ainda aprecio, de fato, mas não da mesma maneira, e ainda que o que se tem hoje acarreta outras responsabilidades e mais compromissos, que talvez eu nem esteja tão pronto para encarar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ontem falaram em um programa por ai, que uma das maiores comunidades do Orkut se chama: Eu nasci na época errada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É muito intrigante que exista um senso comum em relação ao fato de muitos quererem estar em outra época. Num tempo com menos responsabilidades e menos modernidade, tempos criativos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu teria vontade de viver trancado na minha infância, e pelo que se percebe muitas pessoas também. Talvez a inocência tenha se perdido muito cedo, longe da natureza humana, pois notamos que somos vários com o sentido escondido de não querer amadurecer, ou de preferir voltar atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não culpo ninguém do medo do futuro incerto, talvez por simples assimilação, tenhamos ligado o incerto ao negativo, e o futuro ao incerto, assim temos de fato vontade de revisar momentos esquecidos e viver lá, sendo que o que de bom já aconteceu é mais seguro do que o que não se sabe que está por vir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas o mais assustador de tudo isso, é o fato de que somos uma massa, desenvolvida, com um desejo semelhante, talvez alguns se neguem e prefiram ficar como estão, mas eu não, eu gostaria de voltar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E ainda mais incrível é o fato de que não voltamos, e convivemos com isso, os dias passam todos os dias, e isso é estranho, porque todos os dias, temos certeza de que de alguma forma, amanhã vira, e o que aconteceu vai passar, independente do que seja, bom ou ruim, vai passar, porque todos os dias, todas as horas não param para nos esperar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Li um &lt;a href="http://www.geocities.com/tampo_8/contos/lispector-eternidade.html"&gt;texto&lt;/a&gt; certa vez, que um amigo muito querido me recomendou da Clarisse Lispector, onde ela recebia um chiclete de sua irmã, e ao perguntar o que fazer com o chiclete a irmã recomenda que ela mastigue, para sempre, pois o chiclete não acaba. A menina mastiga por muito tempo, mas fica enjoada e finge derrubar sem querer o chiclete, mesmo sabendo que deveria ficar com ele para sempre, sem jeito ela diz para irmã, que o derrubou, então a irmã diz que ela fique tranqüila pois conseguira outros chicletes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Foi uma alusão sutil da maneira que um ser se deparou com o infinito, é muito assustador manter algo durante o sempre, se te dissessem hoje que algo que você tem, terá de ser seu para sempre, você não se sentiria confortável depois de certo tempo. Tudo tem que passar, pois é a ordem natural das coisas, está marcado no nosso código evolutivo, desde o momento &lt;st1:personname productid="em que Darwin" st="on"&gt;em que Darwin&lt;/st1:personname&gt; vislumbrou a evolução, uma cadeia de pensamento nos prende, pois temos que evoluir, tem que passar, temos que deixar ir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa consciência nos deixou confusos, pois apesar de termos total certeza de que não somos feitos para a eternidade, desejamos ela, e mesmo sabendo que vai passar, nos preocupamos excessivamente com o que está a nossa volta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos humanos e evoluímos, e iremos evoluir a partir disso, não se sabe até quando desejaremos a eternidade, ou quando a teremos, mas temos a certeza de um novo dia, e de que lembranças ficaram ao nosso lado para sempre, enquanto as quisermos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A propósito, to morrendo de saudade de minha infância e de poder brincar de pega-pega até tarde ou qualquer outra coisa, sem ter que encher minha cabeça de estudos ou qualquer preocupação que não seja nada.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2821040226999038887?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2821040226999038887/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2821040226999038887' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2821040226999038887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2821040226999038887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/06/nostalgia.html' title='Nostalgia'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rmd5DZq2PHI/AAAAAAAAAB4/ky2ySN3_jbs/s72-c/Foto2p21437.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-8736329945426263310</id><published>2007-05-17T21:17:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:48:59.976-02:00</updated><title type='text'>Spider-Man</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rkzw3DppJbI/AAAAAAAAABw/SLDT2pDBAnM/s1600-h/poster_spider.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rkzw3DppJbI/AAAAAAAAABw/SLDT2pDBAnM/s320/poster_spider.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065688509548406194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hoje tive o prazer de assistir a terceira parte da trama cinematográfica de um de meus heróis marvelísticos favoritos. Homem-Aranha.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Então decidi voltar nos primórdios para comentar sobre esse filme.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando eu tinha oito anos morava &lt;st1:personname productid="em São Miguel" st="on"&gt;em São Miguel&lt;/st1:personname&gt; do Oeste, no interior do estado de Santa Catarina, não tinha muitos amigos e nem muita coisa pra fazer, pois a cidade é quase fantasma, não tem nada nem ninguém para fazer algo Enfim, eu passava maior parte do meu tempo em casa, e não fazia muita coisa, não gostava muito da televisão popular exceto quando passavam desenhos daqueles fodões, tipo Yu-Yu Hakuso e Jiraya, essas coisas, mas gostava muito de ler, porém aos meus oito anos, toda minha sapiência infantil, já não era mais satisfeita por histórias ridículas tipo “O Serelepe Feliz” e blá blá blá. Eu fazia curso de computação em um local mais afastado do centro da cidade, onde de passagem descobri um sebo, entrei, e me deparei com a coisa mais inacreditável do planeta... Quadrinhos... E mais, da Marvel. =D&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Catei pelo braço aqueles gibis empoeirados, sentei-me no chão de meu quarto apoiado na cama, e comecei a longa leitura. Foi uma decepção, eu não entendia maioria das palavras, porque como criança não estava habituado ao linguajar chulo das ruas, com o linguajar técnico de “gente grande”. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Muito tempo continuei comprando aquelas revistas, mesmo sem entender nada a princípio mas me acostumando para poder acompanhar as histórias, a Teia do Aranha a edição mais sensacional da Marvel, aí passei a colecionar a revista Marvel, X-Men Apocalipse e outras eventuais revistas interessantes da editora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E cara! Hoje vejo que foi a coisa mais sensacional da minha vida, aquilo me absorvia e ainda me absorve. Não tenho maioria dos quadrinhos, perdi muitos em mudanças, mas ainda guardo as lembranças e eventualmente compro os novos ou assisto aos filmes em oportunidades como as de hoje.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas falando realmente sobre o homem-aranha. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele foi o primeiro herói que conheci me dei de cara com ele do nada, e ele não era simpático, era um menino perdido, tanto quanto eu lendo aquilo, com paixões, responsabilidades, e sofrimento que eu jamais seria capaz de entender aquela época. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pouco tempo depois consegui uma edição de colecionador onde continham os seis primeiros quadrinhos escritos do homem-aranha, e li a historia dele do princípio, fiquei pasmo lógico... Um homem, picado por uma aranha, absorveu seus poderes. E o mais incrível: Se tornou um super herói, em nome de seu tio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Há alguns anos, a adaptação das sutis e intermináveis tramas marvelísticas que eu tão aficionadamente lia, foram para as telas do cinema, e eu fui junto para frente delas para presenciá-las. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O primeiro homem aranha foi incrível, um filme magnífico, efeitos incríveis, uma realidade sensacional que te dava a atmosfera dos quadrinhos misturada com muita adrenalida. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O segundo filme foi o mais encantador em minha opinião de Marvelísta, porque de fato colocou toda a atmosfera do homem aranha dos quadrinhos pro cinema, todo o drama, todo o sofrimento, aquilo foi lindo, ver os sentimentos de Peter Parker expressos pelo ator lindíssimo Tobey Maguire, foi chocante. O mais fiel aos quadrinhos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quero ressaltar que hoje e sempre, a coisa que mais me impressiona na Marvel é o quão humano eles fizeram alguns personagens, pegando em específico o aranha, do qual o post se trata. Ele é apenas um garoto com problemas na escola, estranho e nerd, que de repente recebe um poder maior do que pode carregar. Ele lida com isso, sofre com isso... Tem seu emprego, se preocupa com seu apartamento pequeno, com sua tia, lida com a pobreza da classe média baixa, e com sua paixão pela Mary Jane. Isso mostrou a sutileza da existência de um homem, um simples homem, por trás de uma máscara com um significado muito maior que um simples homem. Toda essa sutileza e a riqueza de detalhes características das tramas marvelísticas me colocaram numa teia, linda de histórias em que simplesmente me apaixonei.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Agradeço a Marvel por isso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim chegando ao terceiro filme, que assisti hoje.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bem como dizer:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem diabos deu o direito da porra do diretor daquela merda de trocar a história que era perfeita?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acorda gente, o homem-areia foi o primeiro ou segundo vilão que o aranha enfrentou. Nunca deveria ter se metido no “final”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Que raios de babaca, inventou que o Harry, filho do doende verde, nos quadrinhos doende macabro, ficava bonzinho no meio daquela puta viadagem?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem foi que fez essa merda?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Meu, até as cenas do bar eu me segurava, mais ai chega um momento onde o Peter aparece com a loirinha peituda e até agride a Mary Jane num show-bar onde ela trabalhava meu daonde diabos esse cara tiro isso? Meu, eu lia juro, não li isso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O cara toma drogas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Daonde que aquela merda daquela simbiose do Venom morria facinho daquele jeito?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;DAONDE O HOMEM ARANHA FICA TÃO EMO?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas enfim, foi divertido, foi bem rever meu herói lindão lá na tela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tava com saudades, até fui me atualizar das coisas da Marvel, não perdi muito, pois os rumos das historias tão desagradáveis ultimamente, na real, desde a série massacre, com a morte de alguns heróis importantes e a separação dos X-Men, larguei a marvel.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim o filme me deixou chateado, mas feliz, tirando o ponto que ele chega a ser ridículo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;^^&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Obrigado por lerem tanto pra nada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Beijos a todos os leitores.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-8736329945426263310?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/8736329945426263310/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=8736329945426263310' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8736329945426263310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8736329945426263310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/05/spider-man.html' title='Spider-Man'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rkzw3DppJbI/AAAAAAAAABw/SLDT2pDBAnM/s72-c/poster_spider.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-1825642777543628689</id><published>2007-05-14T22:46:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:49:00.289-02:00</updated><title type='text'>Lamentações</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RkkVhFwwinI/AAAAAAAAABo/BUdXbnYTGF4/s1600-h/photo20050612162644.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RkkVhFwwinI/AAAAAAAAABo/BUdXbnYTGF4/s320/photo20050612162644.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064602914181384818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;O texto a seguir foi redigido por um amigo meu muito significativo, que conseguiu de maneira sucinta e bela, mostrar-me que nem tudo é tão negativo quanto mostrei em meu post anterior, onde criticava de diversas maneiras muitas atitudes, sem mostrar nenhuma ferramenta de evolução, este texto seria o contraponto de meu anterior, pois o da um lado positivo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho muito belo, pessoas com um senso crítico tão apurado, e uma raciocínio tão brando a ponto de ser otimista.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Valeu Kavera!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                Lamentações &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Hoje vivemos constantemente sofrendo, dia após dia, reclamando de nossas vidas, e de tudo que dá errado para nós. Mas será que temos consciência que boa parte desses problemas, podem ser talvez não solucionados, mas ao menos amenizados por simples atos de nosso dia a dia?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Hoje em dia é comum vermos pessoas reclamando da desigualdade, da pobreza e na maioria das vezes colocando a culpa nos nossos governantes. Primeiramente não estou aqui defendendo nenhuma forma de visão política ou algo do tipo, mas penso da seguinte maneira, hoje você reclama tanto do que as pessoas que você mesmo escolheu para representá-la estão fazendo, mas você já tentou mudar algo, já tentou lutar pelos seus direitos, ou é mais cômodo criticar sem se preocupar em tentar fazer algo para mudar esta situação? Ou mesmo, hoje vemos pessoas falando sobre preconceito e dizendo que isto é uma coisa medonha na sociedade que vivemos hoje, mas não são estas mesmas pessoas que ao verem talvez dois homens negros vindo em sua direção talvez escondam suas bolsas ou seus relógios ou até mesmo atravessem a rua por medo, ou talvez estas pessoas que vêem um movimento GLS na televisão, e a primeira coisa que dizem é: “Que ridículo, esse bando de gay aí aparecendo” ou até mesmo donos de empresas que dizem não ter preconceito por nada, selecionam seus funcionários pelo bairro em que residem ou pelas roupas que usam.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Há também outros tipos de pessoas, aquelas que vivem reclamando e pedindo a Deus por felicidade ou paz, mas estas mesmas pessoas estão se ajudando? Elas fazem algo para melhorar suas vidas? Mas talvez assim possa ser mais fácil apenas pedir e reclamar, por ser mais cômodo, mais fácil. Mas será realmente que essas pessoas que tanto pedem são merecedoras de piedade, ou compaixão, talvez pessoas que não dêem um sorriso, mesmo para aqueles que as querem somente o bem a cima de tudo, estas mesmas pessoas que não fazem o bem nem a uma mosca e ainda reclamam de solidão e desprezo...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Você deve estar pensando aonde eu quero chegar com tudo isso, e é bem simples, o que eu quero dizer é que antes de reclamar, criticar ou julgar algo, olhe para si mesmo, e veja o que você pode fazer para mudar isso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que eu quero é que todos reflitam suas atitudes e seu modo de encarar a vida, podendo basear-se em seus próprios erros para assim terem mais felicidade nas suas vidas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;E isto serve para todos, todos somos capazes de fazer algo para melhorar nossas vidas, pois todos têm força para isso, talvez aquela pessoa que se acha forte, poderosa ou mais especial que os outros realmente tenha uma fraqueza enorme e mantém esta atitude para fugir de seus medos&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e de suas frustrações, e aqueles que se acham “fracos”,ou melhor, se acham menos capacitados que as outras pessoas pode ter dentro de si a capacidade e a força de mover montanhas e mudar suas vidas!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Então após ler este texto, pare, reflita e veja o que você pode mudar na sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;E seja feliz, pois é isto o que importa!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                                                  &lt;/span&gt;Felipe Pietro&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-1825642777543628689?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/1825642777543628689/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=1825642777543628689' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/1825642777543628689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/1825642777543628689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/05/lamentaes.html' title='Lamentações'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RkkVhFwwinI/AAAAAAAAABo/BUdXbnYTGF4/s72-c/photo20050612162644.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2658809114356085563</id><published>2007-04-17T19:45:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:49:00.469-02:00</updated><title type='text'>Pseudo-Conscientize Yourself!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RiVPNyF0mpI/AAAAAAAAABg/45XD7Jbhzbg/s1600-h/collor0455kbs.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RiVPNyF0mpI/AAAAAAAAABg/45XD7Jbhzbg/s320/collor0455kbs.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054533254996335250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estamos em 2007, uma era controlada pela tecnologia de forma quase bizarra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A televisão cria grande parte do que consumimos, vivemos, pensamos e queremos. Somos pequenos fantoches em mãos a uma emissora de capitalistas selvagens, sedentos por sangue e com vontade de passar por cima de qualquer moral, criada por eles mesmos, em troca de notas de papel intituladas dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Seria isso uma oposição pessoal ao capitalismo, e uma maneira de chegar com ríspidas palavras o leitor a objetivos socialistas?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De forma alguma!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Falo em nome do que vos escreve. Assíduo consumidor de tecnologia sintética está on-line diariamente, consumo elétrons movendo-se em minha tela de &lt;st1:metricconverter productid="17 polegadas" st="on"&gt;17  polegadas&lt;/st1:metricconverter&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos atuais consumidores de tudo aquilo que criamos, não temos discernimento para separar o que queremos. Somos sedentários, somos sentados e estamos na pelagem do coelho.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O final desse texto vai terminar com uma genial proposta revolucionária de levantarmos nossos traseiros da cadeira e mudarmos o mundo, o que poderíamos, e logo após essa fagulha de esperança, apagada, clicando em uma tela onde “The Symphony of the Enchanted Lands II” está de fundo, abrira uma tela negra em seguida um universo onde sou o que quiser e se me dar mal, tiro dinheiro do bolso de minha outra realidade para voltar atrás o que fiz, me confortando assim, por não estar fazendo nada de minha, onde se eu algo fizesse de errado, teria mais esforço para apagar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que quero é ser extremista aqui, como em minhas linhas de raciocínio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não gosto da evolução tecnológica, e culpo a existência desta. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O mundo estava tranqüilo e inteiro antes da tecnologia. Os homens das cavernas não comunicavam diariamente um para o outro que o mundo iria superaquecer ou que a água potável iria acabar, ou que outros milhares deles estavam morrendo graças a sanguinários bem vestidos que sentam na cara do mundo e este não diz nada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Levantar-se e fazer algo é interessante. Ser ativista, cultura, ter cultura.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É complexo para muitos admitir, mas ter cultura o tornara parcialmente superior aos outros. Porém depende do nível, afinal vemos por Galileu Galilei que excesso de cultura mata.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ativismo, socialismo, igualdade social, reforma agrária, conceitos sociológicos que até o presente momento eu pensava, nossa não sei como o mundo está tão fodido, se as coisas estão tão claras. É tão simples, devemos nos interessar buscar, lutar, estabelecer a justiça, distribuir tudo a todos. Parecia-me tão obvio e popular.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porém notei que não, eu jurava que todos sabiam do que se passava, e eu estava tão longe da maioria que achava que o excesso de preocupações com o futuro era besta, pois já estávamos todos conscientes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ledo engano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Grande maioria, incluindo a mim, está muito aconchegada na pelagem do coelho para escalar até a ponta. Ou então sabe que é melhor, quer muito, mas não se estimula a isso como eu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Olhar para algo e fazê-lo, modificar, criar, ensinar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfiar a mão na massa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Se opor a ignorância e falta de cultura que esta tirando de mim o meu mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não faço nada, pois estou com sono.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos o futuro da nação. Estamos aqui para fazer como Guevara, somos a revolução e 1930, somos o impeachment de Collor que o reelegeu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos os socialistas do século XXI, os punks cibernéticos, somos o jovem brasileiro, a face da justiça. Sempre achei que a justiça pertencia aos jovens, mas estamos cansados para isso agora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos revolucionários deitados e queremos mudar o mundo em letras, como eu faço agora. Note que ignorância, leiam minha potencia, admire minha vontade, minha indignação e falem comigo e vejam que hoje estou com sono, não posso estudar. Depois faço isso, agora estou jogando.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos o futuro da nação e estamos sentados. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Somos aqueles que farão a revolução que nossos antepassados fizeram, somos nós que estamos aqui para mudar o que não nos é confortável.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A grande sacada desse monte de palavras é:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-Você realmente acha que vamos conseguir?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vamos defender os nossos pontos, as nossas verdades, o povo, seremos o trabalhador assalariado que para sua fabrica em busca de seu dinheiro? Seremos os grevistas? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Faremos algo ou ficaremos sentados em nossos computadores consumindo nosso plástico?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Minha visão é o que é, e isso não é positivo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho que não, nos deixaremos ir, pois eles nos dão o tão famoso circo. Do pão e circo sabe?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Temos diversão, temos o que consumir, tem pessoas de quem invejar fofocar, temos ídolos, temos presidentes, temos deuses.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Temos alimento industrializado para nossas mentes, temos uma bíblia reescrita. Temos uma sociedade de memória fraca, que sai pela tangente, que não processa simplesmente engole.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Temos nossa fúria para com nosso capital, temos vergonha de nossa situação, temos vontade de ir para Europa, temos dinheiro para ler código da Vinci, para ler livros caros, não os lemos, pois não dá agora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenho muita vontade de mudar, tenho muito que fazer, sou jovem e quero mais do que tenho, quero voar mais longe que me permitem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As minhas idéias ficaram muito complexas agora... Vou assistir TV e algum dia termino, estou cansado demais...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;¬¬&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas ressaltando... shame on you, re-eleitores do Collor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2658809114356085563?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2658809114356085563/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2658809114356085563' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2658809114356085563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2658809114356085563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/04/pseudo-conscientize-yourself.html' title='Pseudo-Conscientize Yourself!'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RiVPNyF0mpI/AAAAAAAAABg/45XD7Jbhzbg/s72-c/collor0455kbs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-983726998315391023</id><published>2007-04-03T21:44:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:49:00.721-02:00</updated><title type='text'>Memórias Plásticas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RhL2B-m3DtI/AAAAAAAAABY/17md4eDny-k/s1600-h/Polution2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RhL2B-m3DtI/AAAAAAAAABY/17md4eDny-k/s320/Polution2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049368646082039506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu sou plástico, pois consumo, busco e sonho falso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu sou uma lembrança cinza, da cor de olhos plásticos esquecidos e enegrecidos por um sentimento mais distante.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu sou mais que você, minha janela é maior.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas seria minha janela tão sólida ou viva quanto a sua? Quer-se uma janela de plástico.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenho quatro paredes ao meu redor, são brancas, pálidas como minha memória.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Feitas de pedaços sólidos, duros, tórridos, mentirosos.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Busco mais um pouco de cinza pro meu futuro, sou um pouco cinza.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Meu tempo passa rápido, como meu líquido que se extingue.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sempre vôo alto, mais que você, mas vôo plástico. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Você voa longe, pensa alto, nasce leve.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Mas dentro dessa minha lembrança maior que algo, menor que muito, sou completo pleno e desenvolvido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou branco pálido e esquecido, enevoado e atormentado.&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;Engulo em duros pedaços mais noção do que me resta, perdi o sentido das minhas palavras, elas pouco interessam.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pois, me odeiam e me adoram agora me perguntam o que há de se amar ou adorar em uma casca?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu te amo e te odeio, e você também é plástico.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Devo amar o simples, devo amar o morto, devo amar o frio, devo amar você?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas quero buscar mais algo meu, quero verde, azul, quero vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sou nuvem, nasci cinza, sou meu futuro, morro cálido.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Viajei nessas dunas, dunas de letras imaginárias.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenho matemática, física, tenho história, mas não tenho sentimentos nem sei distinguir.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A frase precisa um complemento, minha vida também.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Essas paredes cinza, essa proteção cínica, e esse cinismo grande, já não acenam quando me vêem.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sinto-me grato em comunicar, me sinto vazio por encher linhas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Meu futuro está aqui, o seu também, tão cinza e feio e metálico e inexplicavelmente inexpressivo quanto o meu.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ser feio é natural, não sabemos mesmo o que é bonito, nos abstemos disso enquanto pudemos, pois nos vale mais o plástico.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Meu plástico é todo falso, meu cérebro é todo plástico, meu amor é todo cálido por algo que nem existe.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não sei ser alegre, nem sei ser triste, nem se termino nem se abstenho ou desfaço, talvez edifique ou desiluda.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nunca sei se fica se muda se transforma ou perde a alma, sei que isso me disse minha janela e ela é maior que a sua.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Português ruleia, você escreve qualquer coisa que dá pra ficar lindo com um pouco de imaginação.)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-983726998315391023?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/983726998315391023/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=983726998315391023' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/983726998315391023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/983726998315391023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/04/memrias-plsticas.html' title='Memórias Plásticas'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RhL2B-m3DtI/AAAAAAAAABY/17md4eDny-k/s72-c/Polution2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-747953764977828093</id><published>2007-03-13T20:40:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:49:00.944-02:00</updated><title type='text'>Arrogância, Indignação e Homossexualidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rfc3WQOdEvI/AAAAAAAAABM/Mo1mZ3SRidE/s1600-h/gay_wedding_lo-713823.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rfc3WQOdEvI/AAAAAAAAABM/Mo1mZ3SRidE/s320/gay_wedding_lo-713823.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041559163316802290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ultimamente, tenho sido um pouco suprimido pela idéia de meu ego andar um tanto quanto inflado, e minha soberba ter subido violentamente a minha cabeça, aproveito então para pedir desculpas aqui a todos que se feriram com isso, está em rota de mudança. Enfim, nem sei por que raios eu passei a ser tão arrogante de uns tempos pra cá, e ainda me sentir bem com a idéia. É muito degradante e incomodo para as pessoas ao redor, isso é um tanto ignorante de minha parte, a partir de agora, tenho como determinação isso como ponto de mudança.  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O texto a seguir é chato e cheio de lamentação de um menino de 16 anos chato e arrogante, portanto questione-se se deverás lê-lo até o final.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ultimamente algumas coisas tem me deixado extremamente confuso em relação a diversos temas, como sexualidade, conflitos de personalidade, comportamento, os valores e meu lugar na sociedade, e o normal sufoco comum para os formandos do segundo grau, a febre e auto-cobrança em relação ao vestibular.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Minha atual preocupação tem sido com relação à posição do homossexual na sociedade e as conseqüências gigantescas e inimagináveis para pessoas fora do circulo de convívio de um homossexual adolescente. As principais coisas que me incomodam, e muito, é inicialmente o uso de rótulos, o rotulo homossexual desvia meu ser real, do seu entendimento final da minha personalidade, fazendo com que você faça seu muro antes mesmo de eu poder mostrar-lhe do que se proteger. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Seria bastante mais fácil se não tivéssemos de nos encaixar em algo para viver, mas não o é simples assim. No fundo sei, que não sou um homossexual, não sou, ser é demais, quando estou aqui escrevendo, não estou sendo homossexual, nem quando estou ouvindo musica, nem quando estou acordando escabelado e com bafo. Mas a sociedade me oprime, me empurra, a mim e a toda uma grandeza que é a população homossexual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não quero que este texto leve a você uma noção de que devemos ter pena ou aceitar completamente a homossexualidade, mas respeitá-la é um passo maravilhoso. Não quero crucificar nada, mas é de fato difícil em uma sociedade pseudo-conservadora ter uma orientação homossexual, todos os seus relacionamentos ficam abalados devido a sua conduta sexual, tendo em vista a idéia de que você não se relacionara sexualmente com todas as pessoas que você conhece na sua vida, você deve ter noção da parcela de pessoas que não teremos a chance de nos aproximar pela nossa conduta única sexual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Abrindo um espaço para falar também daqueles adolescentes que simplesmente por não se encaixarem em determinados grupos, sofrem uma rotulação e se tornam “gays” sem nem ao menos o ser, sofrem igual, até que tenham sua personalidade e caráter firmes e andem com as próprias pernas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estereotipar é mais fácil, mas mais injusto. Pense não poder relacionar-se normalmente com seu namorado (a) &lt;st1:personname productid="em público. Seria" st="on"&gt;em público. Seria&lt;/st1:personname&gt; difícil, fingir para todos que é apenas amizade, agüentar as ofensas populares desferidas por uma determinada parcela da sociedade. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Muitos dirão que não é assim, e homossexuais dirão que nunca aconteceu com eles, mas são casos, a grande maioria de homossexuais adolescentes tem uma formação imensamente prejudicada pelo preconceito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Torna-se difícil coisas simples, como responder perguntar de sua família de se você esta namorando, ou se relacionando com alguém, relacionar-se com alguém como citado anteriormente. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu em especial ultimamente, tenho até mesmo achado estranho dois seres do mesmo sexo estarem juntos em uma relação sexual. Isso me atrai, porém existe n motivos para que eu o ache repugnante, e o esconda e reprima.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Já passei por tempos dourados. Em que nada disso me atingia ou me incomodava, mas estou entrando em outro lado das coisas, tenho que ter um diferencial para o mercado de trabalho e para meu sustento, também para minhas relações com outras pessoas, com minha própria família.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É muito complexo para mim, seria simples apagar isso, esquecer, fingir que nada aconteceu continuar uma vida simples Lara-liralá.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas não, levantei minha voz, mostrei minha opinião, e fica mais difícil sustentá-la e encará-la, porém me propus a isso a princípio e não tenho cara de pau para desistir assim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Às vezes não existe onde segurar, e se está sozinho e exposto, mas se torna necessário prosseguir por mais cruel que pareça. Sei que existem milhares de dificuldades nesse mundo, eu enfrento uma delas, mas proponho aqui, que você também expresse as suas, e desejo que você as supere, assim como desejo superar a minha, encontrar meu espaço e seguir meu caminho.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Agradeço a atenção dos pouco, mas amados leitores do Blog.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Amo vocês.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;^^&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-747953764977828093?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/747953764977828093/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=747953764977828093' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/747953764977828093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/747953764977828093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/03/arrogncia-indignao-e-homossexualidade.html' title='Arrogância, Indignação e Homossexualidade'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rfc3WQOdEvI/AAAAAAAAABM/Mo1mZ3SRidE/s72-c/gay_wedding_lo-713823.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-5336340952561720123</id><published>2007-02-27T06:04:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T04:49:01.411-02:00</updated><title type='text'>Céu Rosa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/ReP0pHO6klI/AAAAAAAAABA/BdWPJTH8spo/s1600-h/perua.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/ReP0pHO6klI/AAAAAAAAABA/BdWPJTH8spo/s320/perua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036137795483767378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora, ao seguir do texto, devemos ter em mente, que estamos em uma sociedade capitalista, vivendo uma democracia pseudo-ditatorial, pleno século XXI, onde é pregada a liberdade de expressão.  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Há muito tempo atrás, o homem, existia como ser primitivo no planeta, em grupos com homens, mulheres, crianças, sem problemas exceto a caça. O tempo passou, formaram-se sociedades, começaram diferenças, como a Grécia antiga onde as mulheres, seriam única e exclusivamente para reprodução, pois eram menosprezadas, e os homens tomavam lugar em único na sociedade, por serem, de fato, o que realmente importa, sendo que o relacionamento pelo prazer, ou simples sexo, dava-se com outros homens. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porém mais tempos passaram, as sociedades cresceram novamente, e de repente, alguém decidiu que Deus disse que relacionar-se sexualmente com pessoas do mesmo sexo era pecado, forma-se assim a sociedade patriarcal, ainda com o homem como superior, porém com uma postura diferente exigida a uma maior valorização feminina, pois essa a partir disso, passaria de simples órgão de reprodução para uma pessoa que satisfaria os homens. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Outra vez mais tempo passou, as mulheres lutaram, cresceram, evoluíram, os homens continuaram os mesmos, elas levantaram a voz, conquistaram espaço e por poucos centímetros quase tivemos uma sociedade humanista, mas não foi bem assim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hoje em dia, podemos ver ao nosso redor, uma sociedade moldada no interesse geral pelo capital, e pelas coisas materiais. Temos shoppings, onde cada cinco lojas três ou mais, são para produtos femininos. A televisão brasileira apresenta à emissora, Globo, a 4° maior do mundo, onde 75% da programação são dedicadas ao público feminino. Mulheres são hoje heroínas, pioneiras, felizes vencedoras e dominadoras em sua luta, o sonhado feminismo do século XXI. (?)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Espere um momento, ontem mesmo vi uma moça se lamentando, pois vivemos em uma sociedade machista e repressora com as mulheres. Como assim, machista? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Leiam acima, vivemos em um feminismo, essa é a situação brasileira, somos jogados para todos os lados para babarmos pelas mulheres, se tem eleição todos ficam orgulhosos porque tem uma mulher concorrendo, se tem mulher em qualquer lugar todo mundo fala, ó que maravilha tantas mulheres... foda-se isso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho que supriram despercebidamente um lado quando buscaram a justiça, isso não é justiça, homens também são importantes, não mais nem menos, mas também importantes... Porque agora o céu tem que ser rosa?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A conscientização desse fato deveria levar a busca de uma sociedade humanista, veja isso:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Você é o feliz proprietário de uma empresa de analise de sistemas eletrônicos, e sua firma é vista como um ambiente de trabalho masculino, já que não é todo dia que vemos mulheres analistas de sistemas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Então, você tem que contratar 100 funcionários, para preencher as vagas, você vai ter diversos candidatos homens, formados e tudo mais e vai querer contratá-los pois serão profissionais competentes. Porém uns grandes números de empresas decidem que deveria ser dada a chance de as mulheres mostrarem o talento para a análise de sistemas, e para sua empresa não ficar mal vista, você decide que 15% desses funcionários serão mulheres.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao analisar as candidatas, você nota, que apenas 3 delas, tem a mesma capacitação que os homens que você dispensou para dar a vaga a elas, e se vê obrigado a contratar um serviço inferior para não ser uma empresa machista, antiquada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que vemos aí não seria uma injustiça? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não poderíamos simplesmente escolher os melhores independente de seu sexo?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acredito que geraria mais lucros, mas quanto ao que foi citado, parece estranho, mas não é raro hoje em dia, acontece de outras formas, mas o texto relata o feminismo. Porem existe cotas de pobres, negros, e nos EUA até homossexuais. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho que a sociedade capitalista, que acordou para o poder consumidor esmagador da atual maioria feminina, levou elas a um patamar bastante elevado, fazendo o homem um mero complemento de massa social.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não é preconceito, não é querer desmerecer o “poder” feminino, mas a sociedade deveria se dedicar aos dois lados, sempre, incluindo as diversidades destes lados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas enquanto mulheres conseguirem mover milhões de dólares em coisas fofas e peludas, absolutamente insignificantes qualquer criatura viva, se não de maneira exibicionista influenciada pelo capitalismo, teremos isso, um feminismo mudo. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-5336340952561720123?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/5336340952561720123/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=5336340952561720123' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5336340952561720123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/5336340952561720123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/02/cu-rosa.html' title='Céu Rosa'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/ReP0pHO6klI/AAAAAAAAABA/BdWPJTH8spo/s72-c/perua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-2729344248720282318</id><published>2007-02-07T06:40:00.001-02:00</published><updated>2008-12-13T04:49:01.595-02:00</updated><title type='text'>Estereótipos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RcmRaoR1h7I/AAAAAAAAAA0/At34L4ur_Vk/s1600-h/MONTAGEM.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028710345610725298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RcmRaoR1h7I/AAAAAAAAAA0/At34L4ur_Vk/s320/MONTAGEM.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Os estereótipos são uma forma prática e higiênica, que o ser humano inventou para poder colocar vários seres absolutamente diferentes em uma única caixa. Você pega algo preto e coloca na caixa preto, você pega algo gay e coloca na caixa gay, simples, prático, rápido e você não terá que perder seu tempo analisando ou formando uma opinião própria sobre algo/alguém.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Para entender o estereótipo é algo muito simples, lembre de quando você era criança, se você era menino como eu, você vai notar que seus pais o ensinaram, pelo menos durante certo período, que azul é cor dos meninos, que futebol é esporte de meninos, que meninos devem ser mais fortes, ou o mais clássico e repressor:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;-Homem não chora.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Simples entendimento, fácil assimilação.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;O que nosso amigo Aurélio nos diz sobre isso é: Estereótipo é a imagem preconcebida de determinada pessoa, coisa ou situação. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Leia-se preconceito.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Por que estereotipar? &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;O homem, junto com o surgimento da linguagem sentiu uma enorme necessidade, de encontrar palavras/rótulos, para poder descrever uma diversidade de coisas que tenham alguma semelhança. Sabemos hoje que uma borboleta é uma borboleta, um urso um urso, e assim por diante. Porém podemos simplesmente pegar e dizer, urso e borboleta, são animais. Isso simples e inocentemente gerou uma cadeia viciosa que atingiu em cheio o jovem pós-moderno do século XXI, é basicamente uma violência a um determinado grupo, porém os estereótipos estão sempre aqui do nosso lado, ou em nossas palavras para ajudar-nos a simplificar a difícil tarefa de pensar e analisar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;-Meu filho, pare de chorar, homens não choram.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;-Minha filha, não pegue isso, menina deve brincar de boneca.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;-Sônia, não use essa maquiagem, você estará parecendo uma meretriz.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;São coisas tão pequenas e simples, que levaram a uma redução mental enorme.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Se hoje, especialmente no século das “modinhas”, vemos uma pessoa chorando, pelo menos nós jovens rapidamente acusaremos:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Que coisa de Emo! Pare!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Começa a parecer desesperador em pontos mais avançados. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;O estereótipo simplificador amigo da sociedade, hoje nos construiu um caráter, muito mesquinho e capitalista. Vemos-nos obrigados a fugir de determinadas situações que não nos são exatamente desconfortáveis, simplesmente com o intuito de não nos tornarmos piada na boca alheia.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Agora a real pergunta, sabemos de uma maneira ou de outra que a figura do estereótipo não tem ajudado. Questiono porque ainda ensinarmos estereótipos, são coisas comuns, porém inúteis a tal ponto que depois que largamos nossa infância nos tornamos obrigados a dolorosamente desmancharmos o tanto que aprendemos com&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;tanta dureza. Você quando menino vai aprender a simplesmente gostar de azul, pois é a cor dos meninos, um belo dia você estará entrando em sua adolescência e entrara em uma loja com alguém em busca de sua camiseta de cor azul, a cor que representa algo, representa seu sexo, pois se você estivesse usando rosa, seria uma menina... Não exatamente, mas seria taxado como estranho, pois é um menino em cor de menina.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Então dentro da loja com a vendedora você pedira, posso ver as camisetas masculinas? E pronto, você vai se deparar com um universo de cores, inclusive o rosa, o odiado rosa, então vai perguntar, não tem azul? A vendedora o dirá azul, acredito que não, esta tão fora de moda, você não prefere o rosa, está sendo super usado agora.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Pronto, você se deparou com uma encruzilhada de sua vida, o azul não é o que representa seu sexo, não infelizmente, você não entende exatamente, mas se conforma com o fato de que será provavelmente aceito com qualquer cor. Não que isso faça algum sentido, busque em sua memória, sim você está certo, sua mãe não o tinha alertado disso anos atrás.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;A que ponto de confusão isso leva um ser humano? Acredito que ao preconceito. Sim, pois é uma evolução natural, simples e comum, você tem o exemplo do azul, mas pegue outro que demora um pouco mais para ser diluído pela ironia do destino, meninos jogam futebol, pois é esporte de homens, e você chega a sua idade escolar, se junta com colegas, meninos, pois nesse momento de sua vida você ainda não gosta das meninas, e vai ver que talvez nem goste tanto de futebol, mas jogara, pois foi condicionado a isso. Aí de repente um menino diz, eu não gosto de futebol, vou jogar vôlei, suposto esporte feminino, você vai ver que seus colegas o chamam de marica e fará o mesmo, pois é uma conduta contraria a que você foi condicionado e isso se torna difícil de ser assimilado, como já foi citado, retorne no tempo e observe seu pai não o alertou que você poderia praticar o esporte que quisesse não ele disse futebol.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Quanto tempo e energia subconsciente você perdeu pra entender algo simples como a diversidade de opiniões. Não teria sido mais fácil simplesmente aprender que você pode fazer o que quiser? &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Talvez.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;A sociedade se torna mais cruel do que imaginamos em questão destes odiados pelo autor, estereótipos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Seu corpo está totalmente definido e em forma? &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;Se não sinto muito, talvez seja complicado pra você encontra roupas ou se sentir 100% à vontade e confiante, em um local (todos os locais) onde a sociedade o impõe que você deve estar em certa media de peso e ter determinado formato corporal. Quando você estiver sofrendo este preconceito em uma idade mais avançada talvez sua massa encefálica o permita largar essa opinião pouco avançada e simplesmente se sentir bem porque você não deve nada a ninguém. Mas será mesmo que você será totalmente feliz com isso? Não se sentiria melhor sendo mais um na multidão e simplesmente igual ao que querem que você seja?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Acredito que sim, todos se sentiriam melhor, se sentiriam comuns, ou seja, bom... (?)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Porque comum é bom?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Eu não gosto do comum, não quero o comum, o comum já é comum demais todos tem, e até mesmo essa visão pseudo-alternativa é comum, querer se incomum é absurdamente comum, especialmente na adolescência, afinal de contas é quase impossível se encaixar e se sentir igual, então forçamos a barra para sermos diferentes, pois com nosso jeito incomum, chamaremos atenção e diremos, olha, sou incomum e sou feliz assim, mesmo talvez não sendo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Uma maneira simples de desmanchar estes estereótipos, não existe, pois você foi preso a isso pela sua própria e infeliz mente acostumada a nadar com a correnteza.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Uma sociedade sem estereótipos, seria socialista demais, isso é um estereotipo também, mas é a realidade, e nos vivemos em um capitalismo selvagem, não podemos ser socialistas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Aonde chegaremos então deformando nossos conceitos pré-concebidos?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 9pt"&gt;Bom&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;talvez se torne mais fácil aceitar com simplicidade fatos complexos, e também você estará dando um passo para uma vida melhor, você será &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;diferente, mas lembre-se, só você deve tomar essa atitude, se todos tomarem e se tornarem como você, você voltara a ser comum, e se transformara em um estereótipo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-2729344248720282318?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/2729344248720282318/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=2729344248720282318' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2729344248720282318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/2729344248720282318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/02/esteretipos.html' title='Estereótipos'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/RcmRaoR1h7I/AAAAAAAAAA0/At34L4ur_Vk/s72-c/MONTAGEM.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-8143673950872871373</id><published>2007-01-27T18:41:00.000-02:00</published><updated>2008-12-13T04:49:01.859-02:00</updated><title type='text'>Good Times Bad Times</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rbu6K8DF9qI/AAAAAAAAAAo/l5SUh5oWs-k/s1600-h/Stormy_Weather_Prairie_Western_Art_Prints.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5024814506342479522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rbu6K8DF9qI/AAAAAAAAAAo/l5SUh5oWs-k/s320/Stormy_Weather_Prairie_Western_Art_Prints.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É tão bom os dias legais da vida da gente.&lt;br /&gt;Os meus são muito especiais, porque na maioria das vezes não precisa muito pra me fazer sentir bem, só um impulso meu mesmo.&lt;br /&gt;Hoje um daqueles dias.&lt;br /&gt;Acordei as 3 da tarde, sendo que tinha arrecem voltado de ontem a noite, que sai com amigos. Descobri que um menino super legal me ama, é a vida.&lt;br /&gt;Acordei tomei meu café favorito, misto-quente com coca-cola (risos).&lt;br /&gt;Me sentindo com calor, suado, fedendo, semi-nu, respirando, e leve.&lt;br /&gt;Acho que isso vale muito pra mim, o dia ta ótimo; brisa leve, chuva, cheiro ótimo da chuva que eu amo respirar, o barulhinho dos caros na rua molhada, Coldplay tocando, respiração leve leve, não tem dia melhor.&lt;br /&gt;Vou sair hoje a noite, aproveitar um pouco, luauzin GLS com um pessoal que eu conheço das antigas, todo mundo super gente boa.&lt;br /&gt;Mas é isso tenho meus dias felizes por pequenas coisas e amo saber prezar isso, já diria a Janis Joplin:&lt;br /&gt;“Se você tem o hoje, você não precisa se preocupar com amanhã, porque amanhã vai ser hoje mais cedo ou mais tarde. Então é quase sempre o mesmo dia cara.&lt;br /&gt;Então sempre que você tiver alguém com você, tenha essa pessoa completa, como se fosse o último dia de sua vida, porque um dia vai ser cara, e pode ser hoje.”&lt;br /&gt;Por isso vou fazer de meu hoje um dia muito especial, porque sei que as mais simples coisas, são as mais valiosas pra mim, então vou pegar esse dia qualquer como hoje e transformar em um tesouro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-8143673950872871373?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/8143673950872871373/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=8143673950872871373' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8143673950872871373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/8143673950872871373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/01/good-times-bad-times.html' title='Good Times Bad Times'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/Rbu6K8DF9qI/AAAAAAAAAAo/l5SUh5oWs-k/s72-c/Stormy_Weather_Prairie_Western_Art_Prints.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-116965788823064388</id><published>2007-01-24T14:56:00.000-02:00</published><updated>2007-01-24T14:58:08.243-02:00</updated><title type='text'>Magnólia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2074/4289/1600/686561/magnolia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2074/4289/320/81042/magnolia.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acabei de ver o filme Magnólia!&lt;br /&gt;Um filme inacreditável recomendo a qualquer um que estiver interessado em refletir um pouco, e talvez derramar algumas lágrimas... além é claro de quebrar a cabeça com os diferentes elementos do filme que exigem atenção extra.&lt;br /&gt;O filme já começa com 3 relatos supostamente verídicos que prendem o telespectador e não soltam mais. O filme inteiro mantém 4 histórias se desenvolvendo independentemente mas que acabam se intercalando no final, mas como são todas historias fortes não existe como se soltar do filme, ou divagar.&lt;br /&gt;Dou muitos créditos ao diretor Peter Thomas Anderson, pois conseguiu dirigir um filme sensacional e que mesmo com 3 horas de duração, mantém todos atentos e eufóricos em todos os momentos.&lt;br /&gt;Além de histórias interessantes, existem os personagens, que são muito fortes e independentes, levando o filme pra caminhos diferentes e iguais ao mesmo tempo. O menino do programa de perguntas e respostas com seu pai. O apresentador do programa, sua esposa e sua filha viciada. O policial que acaba conhecendo a menina viciada. O homem apresentador de um programa de ajuda sexual para homens, que mente sobre sua vida, sua mãe que morreu, seu pai a beira da morte, a esposa dele, o enfermeiro do idoso. O homem estranho que tem as nóias mais loucas na cabeça mas que acaba revelando ser tudo por causa da paixão que tinha por um barman. E um pequeno rapper, que cantava uma canção misteriosa cheia de pequenos significados.&lt;br /&gt;Existem vários pontos altos no filme, como a parte em que o apresentador do programa infantil, confessa para a esposa, ter molestado a filha e este ser o motivo da inimizade entre eles.&lt;br /&gt;Existe uma pergunta nessa parte, muito interessante:&lt;br /&gt;-O que podemos perdoar?&lt;br /&gt;Sim, de fato simples, mas no discurso se torna incrível. Ele diz que este é um mal de ser humano, você pode fazer coisas ruins e concertar, mas quando você faz algo errado para outra pessoa, você depende do perdão dela, e perdoar é de fato uma tarefa bastante difícil.&lt;br /&gt;Outro ponto que me emociona, é o momento em que o menino prodígio, do show de talentos, desiste de tudo, pois havia sempre sido pressionado a fazer as coisas, e não sabia se realmente queria aquilo. Lembra-me um pouco a minha infância, especialmente na parte que ele se levanta no meio da noite e vai até o quarto do pai, pedir para que ele o trate melhor.&lt;br /&gt;O mais surpreendente ocorre quando todos chegam ao seu ponto e limite, e repentinamente, uma chuva acontece... uma chuva de sapos (!)&lt;br /&gt;Existem várias diferentes interpretações para isso, você pode fazer a sua, mas existe também uma mensagem subliminar, comparada a bíblia.&lt;br /&gt;Enfim o filme é magnífico, vale a pena assistir se você quiser se esforçar um pouquinho pensando.&lt;br /&gt;O mais interessante é assistir ao filme, e depois pesquisar as suas mensagens subliminares. Assim que você assiste pela segunda vez ciente dos significados, você vê um filme totalmente diferente.&lt;br /&gt;=) &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-116965788823064388?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/116965788823064388/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=116965788823064388' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/116965788823064388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/116965788823064388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/01/magnlia.html' title='Magnólia'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-116823908515072966</id><published>2007-01-08T04:48:00.000-02:00</published><updated>2007-01-24T14:53:28.203-02:00</updated><title type='text'>Um Pedaço de Um Todo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2074/4289/1600/265781/drogas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2074/4289/320/934416/drogas.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A vida nunca é a mesma, quanto mais mudanças ocorrem, mais igual fica, quanto menos, mais diferente me sinto... contraditório sim, mas inevitável pra mim.&lt;br /&gt;As últimas situações em que fui submetido, por mim mesmo, tem me parecido um tanto quanto inadequádas pra mim mesmo. Sinto que uma irresponsabilidade consciênte cresce dentro de mim, isso é espantoso. Me sinto bastante mal por saber que estou fazendo coisas que talvez eu nem esteja gostando de verdade, mas está sendo feita, e de maneira consciente.&lt;br /&gt;Não sei explicar o que se passa dentro de mim, não não é o demônio, desista... mas sim, hormônios!&lt;br /&gt;Quem inventou esses vagabundinhos que ficam brincando de controlar nosso corpo e mentes, fazendo uma crescente ansiedade pela adrenalina... misture esses hormônios, com substâncias alucinógenas viciantes, e teremos, minha adolescência!&lt;br /&gt;Como agora por exemplo, me sinto bastante esposto escrevendo aqui, mesmo que eu não pretenda divulgar tão cedo esse blog... mas estou escrevendo igual!&lt;br /&gt;Um conflito interno em letras...&lt;br /&gt;Não sei daonde surgiu a necessidade da humanidade por drogas, sei que a popularização desta, é bastante espantosa. Saia para boates e você verá meninos e meninas tomando balas, com nomes simpáticos, como "abelinha". Saia comigo e verá pessoas tomando Benflogim, saia pra qualquer lugar e veja algum tipo de droga sendo usada... até dentro da sua casa, talvez alguém de sua família esteja vendo a globo, ou tomando coca-cola, ou usando internet. Todos vícios superfluos indispensáveis para a vida moderna.&lt;br /&gt;Mas se questionarmos tudo isso, será que essa fuga tão desesperada do nosso estado "sóbrio" de consciência nos leva aonde?&lt;br /&gt;Acredito que a uma realidade alienada auto-destrutiva, mas isso seria o que se passa dentro de nosso cérebro a primeira vista do programa da Xuxa?&lt;br /&gt;Bom, a resposta, pelo menos por mim, é não!&lt;br /&gt;Então por quê teriamos de saber o que estamos fazendo quando cheiramos cocaína?&lt;br /&gt;Por que somos mais velhos quando submetidos a essas experiências, e por isso com dissernimento mais claro de certo e errado? Acredito que não, olho a minha volta amigos com tanta noção do mal da cocaína, quanto uma pedra tem noção do céu. Sim, sei, supostamente deveriamos saber, foi tão falado o tema, debatido, em novelas, e outros meios de comunicação... porque então ainda existe o vício, consciência leva a algum lugar...&lt;br /&gt;Hoje estou me sentindo consciênte de muitas coisas que eu não deveria estar fazendo, mas estou. O que será que levou uma geração bem informada como a nossa, especialmente com a internet, a continuar com os vícios e drogas?&lt;br /&gt;Alguém por favor me salve, eu não sei...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-116823908515072966?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/feeds/116823908515072966/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38519392&amp;postID=116823908515072966' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/116823908515072966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/116823908515072966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/01/um-pedao-de-um-todo.html' title='Um Pedaço de Um Todo'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38519392.post-116810825230983303</id><published>2007-01-06T16:21:00.000-02:00</published><updated>2007-01-06T16:30:52.316-02:00</updated><title type='text'>Estréia</title><content type='html'>Pra estriar um blog, é difícil, não tenho nada em mente que pudesse começar com isso...&lt;br /&gt;Aceitei a idéia de fazer um blog pela sugestão de um amigo, e também pelo fato de que estou acostumado a ler vários blogs de pessoas bastante interessantes.&lt;br /&gt;Agora o que falar no meu...?&lt;br /&gt;Acho um espaço legal pra trocar idéias sobre a vida, aprendizados, livros, música, filmes, o que rolar, é legal poder compartilhar, especialmente dessa forma tão expressiva que é a escrita!&lt;br /&gt;Em breve eu vou estar aqui então publicando as loucuras de minha mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38519392-116810825230983303?l=memoriasplasticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/116810825230983303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38519392/posts/default/116810825230983303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasplasticas.blogspot.com/2007/01/estria.html' title='Estréia'/><author><name>Lennon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11365474260919859725</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_CsNzJRQGy_4/S98ZcguvdrI/AAAAAAAAAOU/f1RAl12nqxs/S220/IMG_1934.JPG'/></author></entry></feed>
