
Minhas férias foram longas, mas não por isso pouco proveitosas.
Foi tudo tão maravilhoso que eu, agora que estou a duas semanas do começo da faculdade, rezo por mais uns dois mesinhos que sejam de férias.
Nunca ouvi tanta música na vida, deveria ser até proibido, fiz as maiores descobertas musicais nesse tempo.
Mando Diao não é novidade porque eu até fiz um post sobre o novo deles no outro blog que eu escrevo, o News of Gutter.
Além disso também comecei a ouvir Kate Nash, Cat Power, Mika, Justice, Röyksopp, Jenny Wilson, Gogol Bordello, Depeche Mode, Bright Eyes, Sophie Ellis-Bextor e Elliott Smith.
Baixei álbuns e álbuns e tudo valeu muito a pena. Tudo entra no corpo e vira um grande caldo de humor e harmonia. Nietzsche não estava errado quando disse “Sem música, a vida seria um erro”.
Além dos novos que eu comecei a ouvir exaustivamente também lançaram CD’s novos bandas queridíssimas que já estão tatuadas no meu código genético.
Placebo lançou o Battle For The Sun e foi genial, um álbum lindo, perderam o baterista Steve Hewitt, mas não perderam a qualidade, manteve-se o bom Placebo, melhor até do que foram no Meds, que não era um expoente de genialidade tão surpreendente quanto foi o Battle For The Sun.
O The Mars Volta lançou Octahedron, que como faixa de abertura uma das músicas mais lindas que já foram compostas: Since We’ve Been Wrong. Outra banda que manteve a identidade no álbum, e que apesar da genialidade da primeira faixa, chega a ser meio entediante lá pelo meio do álbum, por ser tão igual a tudo que eles já produziram, sem nenhuma novidadezinha.
Dead Fish lançou, mas já faz um tempinho, e foi bom também, banda brasileira de qualidade. Killers lançou o genial Day and Age. O Kings of Leon, que eu ouço viciadamente lançou o Only By The Night (ok, setembro do ano passado, mas eu não podia passar um post de música sem citar Kings of Leon).
Metade de tudo que eu baixei eu também tirei na guitarra e fiquei tocando por horas infindáveis no quarto como todo o aspirante a rock star adolescente. Lógico que eu esqueço tudo que tirei segundos depois porque nunca mais toco a musica de novo, mas as boas sempre ficam.
Além disso também tiveram os shows e as milhares de baladinhas musicais interessantes de Florianópolis.
Alanis, Wander Wildner e Copacabana Club (no putero) foram divertidos. Pelvis Shaker, Super Hits (principalmente a do aniversário da Mabel) e Rave Metal. Tudo na medida certa.
Teve também os shows que eu perdi, tipo o do Radiohead, mas que eu já vou parando de comentar por aqui mesmo.
Enfim, meses de puro líquido barulhento em formato de mp3. Única coisa paga que eu consumi de música foi o DVD do Radiohead que eu ganhei de presente da Mabel de dia dos Namorados.
Se eu ganhasse de presente mais dois meses tão bons quanto foram os meses dessas férias eu ficaria bem feliz, mas toda a baderna tem um fim, então que venha o caos, e que comessem as aulas. Eu não estou pronto, mas eu encaro.
Hey! Ho! Let’s Go!
1 comentários:
Nem me fale em aulas Lennon, nem me fale ;x
Sinceramente, preciso de mais uns meses de férias mesmo, esse primeiro semestre do ano foi conturbado!
Abração!
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